História de médico que arrisca a vida no trabalho missionário vira filme

Tom Catena continuou servindo no Sudão em meio à guerra

Reflitamos #20

Série do nosso blog

Os primeiros cristãos não gostavam da imagem de Jesus crucificado, explica teólogo

Primeiros crucifixos datam da Idade Média e geraram controvérsia

51% dos cristãos não sabem o que é a “Grande Comissão”

Pesquisa do Instituto Barna mostra o crescente desinteresse pela evangelização

sexta-feira, 22 de junho de 2018

360 WayUp – Empresa líder no mercado cinematográfico cristão avança e comemora três anos de sucesso em 2018


Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp - "Estamos ansiosos pelo que os próximos anos podem nos proporcionar"
Multiplicação! Essa é a palavra que define a comemoração de aniversário da 360 WayUp este ano. A empresa, que se tornou conhecida por ter participado de feitos históricos dentro do mercado cinematográfico brasileiro nos últimos anos, completou três anos de sua fundação no último dia 18 de junho (segunda-feira).

Em clima de festa, a 360 WayUp comemora o lançamento de filmes que já foram sucesso nesse primeiro semestre de trabalho. Em parceria com as distribuidoras Universal Pictures, Sony Pictures e Paris Filmes, a empresa foi responsável pela campanha de marketing para os cristãos nas campanhas de "Maria Madalena", "Paulo, Apóstolo de Cristo" e "Eu Só Posso Imaginar", respectivamente.

Mas, não para por aí. Esse ano o público pode esperar muito mais filmes cristãos e para a família nas telonas. Já em agosto, o longa "Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão" e em setembro, "Sansão". Ambos lançados pela 360 WayUp em parceria com a California Filmes, responsável por ter trazido ao Brasil os filmes "Deus Não Está Morto 2", "Você Acredita?" e "Em Defesa de Cristo".

Há mais de nove anos trabalhando diretamente com o mercado cinematográfico, Ygor Siqueira, CEO da companhia, acredita que a empresa tenha chegado a um patamar importante para o posicionamento da cultura cristã através do audiovisual no país.   “Trabalhamos duro e hoje somos o principal elo entre produtores, distribuidores e exibidores. Atualmente chancelamos filmes com conteúdo cristão e que tem potencial comercial para gerar bilheteria nos cinemas. Isso é, de fato, um marco.”, afirmou.

1000 dias de trabalho

Com um somatório de mais de 15 filmes lançados, 130 pré-estreias realizadas e 35 mil influenciadores, líderes e nomes renomados que foram impactados, a 360 ajudou a levar cerca de 15 milhões de pessoas aos cinemas espalhados pelo Brasil para assistirem a esses títulos.

E para os próximos anos, Ygor Siqueira aposta num cenário ainda maior e de avanço do cinema cristão, incluindo a produção de alguns títulos na parceria com Jeová Nissi e Red Filmes“Estamos trabalhando em dois longas que a 360 vai coproduzir e isso é fantástico. Temos o objetivo de fomentar produções nacionais e com isso incentivar, criar mesmo uma indústria cinematográfica nacional. Estamos ansiosos!”

Além disso, ele agradece pelo caminho andando até aqui e projeta: “Não há palavras que possam demonstrar minha gratidão por todo esse tempo, contudo, a expectativa para os próximos 4, 7, 10 anos é de experimentar o sobrenatural de Deus! Que o cinema se torne um instrumento estratégico para todos os cristãos do país, e possamos alcançar e abençoar ainda mais vidas.”

Os primeiros três anos de trabalho da 360 WayUp marcaram a história cinematográfica como a única empresa do segmento com resultados tão expressivos nessa área e, por isso, continua trabalhando intensamente para propagar ainda mais os filmes cristãos pelo Brasil.

Esse trabalho pode ser visto através do site da empresa e das redes sociais. Basta acessar www.360wayup.com ou acompanhar em @360wayup pelo instagram e facebook.com/360WayUp e ver o que já foi feito e o que está por vir. 

Com Informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Ministério Nissí comemorará 7 anos de criação no dia 05 de Julho

Cartaz do Evento

No próximo dia 05 de Julho o Ministério Nissí completará 7(sete) anos de criação, para comemorarmos essa data, realizaremos um culto no calçadão da Praça Manoel Pinheiro de Almeida, no centro de Altaneira – Ce. Contaremos coma a participação do Pastor Alexandre Santana da cidade de Nova Olinda também do Ceará, que ministrará os louvores e a Palavra de Deus. Alexandre é Pastor na Igreja Batista Caminhos da Vida .

O tema escolhido para este ano foi: EVANGELISMO, REINO E MISSÕES, que para nós versa sobre nossa identidade e sobre tudo que fizemos nestes quase sete anos de Ministério Nissí, que surgiu a partir do propósito de evangelizar, e que ao passar dos anos e também através de muitas parcerias, voltou-se um pouco para a prática de atos de Justiça (Ação Social), pelo entendimento que o Reino de Deus é estabelecido e vivenciado partindo do evangelismo, da missão da Igreja, da vivência entre os irmãos e também do partir do pão que representa fraternidade e igualdade e isso, cremos que se expande a todas as pessoas, independentemente de denominações ou religião.

Nossa celebração será simples, como fora nosso início, sentados no chão, em círculo, em uma das principais praças de nossa cidade. Esperamos que este momento singelo seja de muita comunhão e alegria a todos os presentes, e que possamos ouvir e entender o que Deus quer falar ao nosso coração.
Deus abençoe a todos!

VII ANIVERSÁRIO DO MINISTÉRIO NISSÍ
TEMA: EVANGELISMO, REINO E MISSÕES
MINISTRAÇÃO PALAVRA E LOUVORES: PR. ALEXANDRE SANTANA – NOVA OLINDA
DATA:05/07/2018
HORÁRIO: 19:00 HORAS
LOCAL: CALÇADÃO DA PRAÇA MANOEL PINHEIRO DE ALMEIDA



Filme "Deus Não Está Morto - Uma Luz Na Escuridão" estreia dia 30 de agosto no Brasil

Uma igreja destruída. Uma congregação silenciada. Uma relação estilhaçada. Ainda assim, nos vales mais sombrios da vida, uma pequena chama pode iluminar o caminho para a cura e esperança. Essa é a trama e a promessa de Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão, novo lançamento da distribuidora California Filmes em parceria com a 360 Way Up.

Com data de estreia marcada para 30 de agosto, o aguardado filme é a sequência de sucesso dos outros dois filmes lançados no país e que foram assistidos por cerca de mais de 10 milhões pessoas por todo o mundo.

Produzido pela Pure Flix, Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão tem como cenário central o incêndio da Igreja de Saint James, que devasta a congregação do pastor Dave (David A. R. White). Diante disso, a universidade vizinha Hadleigh University usa a tragédia para tentar retirar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o reverendo Dave contra seu amigo de longa data Thomas Ellsworth (Ted McGinley), o presidente da universidade, envolvendo também a estudante Keaton (Samantha Boscarino), membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã.

Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão é estrelado por David A. R White (Deus não está Morto 2), John Corbett (Casamento Grego), Ted McGinley (Married with Children), Shane Harper (Deus não está Morto), Jennifer Taylor (Two and a Half Man), Benjamin Onyango (Deus não está Morto, Deus não está Morto 2), Gregory Alan Williams (Duelo de Titãs, Greenleaf), com participação especial da lenda gospel Dra. Cissy Houston (mãe de Whitney Houston), e da ganhadora do Oscar Tatum O´Neal (Lua de Papel). O filme tem roteiro e direção de Michael Mason, e produção de Michael Scott, David A. R. White, Elizabeth Travis, Alysoun Wolfe e Bitanny Yost.
Sobre Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão

Com estreia marcada para 30 de agosto nos cinemas do Brasil, o filme Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão conta a história do pastor Dave (David A.R. White). Responsável por uma igreja, ele precisa lidar com o fato de que o local foi construído no mesmo terreno em  que uma universidade foi incendiada, vivendo assim uma tragédia inimaginável.

Assista ao trailer a baixo:

Com informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Paulo, Apóstolo de Cristo já foi assistido por mais de 750 mil expectadores

Filme narra a história da Igreja Primitiva a partir da experiência dos apóstolos: Paulo e Lucas

por Douglas de Barros


Em cartaz há mais de um mês, o filme Paulo, Apóstolo de Cristo já foi assistido por mais de 750 mil pessoas em todo o Brasil.
Lançado no início de maio, o longa conta, em 1h e 48 minutos, o testemunho de vida do homem que se transformou de perseguidor a propagador do Evangelho, com uma mensagem transmitida a partir do texto bíblico de Romanos 5:20 “Onde abundou o pecado, transbordou a graça”.
No elenco, estrelas como o ator Jim Caviezel, famoso por protagonizar Jesus no filme “A Paixão de Cristo” e que agora interpreta Lucas nesta bela história sobre amor, graça e misericórdia.
O filme apresenta uma importante reprodução da Igreja Primitiva daquela época e traz belas cenas gravadas em cenários marcantes para a fé cristã como a Ilha de Malta, na Itália. Tudo para reconstituir os detalhes finais da vida de Paulo.
A trama mostra Lucas arriscando a vida para visitar Paulo, que é mantido encarcerado numa prisão romana sob o comando de Nero. Juntos, eles lutam contra um imperador determinado e as fragilidades do espírito humano para viver o Evangelho de Jesus Cristo e levar sua mensagem ao mundo.
Assista ao trailer de “Paulo, Apóstolo de Cristo”!

Com distribuição pela Sony Pictures, a produção ficou por conta da Affirm Films, estúdio especializado em filmes cristãos. Já a direção e o roteiro foram assinados pelo cristão Andrew Hyatt, sempre com o conteúdo fiel ao observado nas Escrituras.
Badalado desde a sua pré-estreia, no Rio de Janeiro, “Paulo, Apóstolo de Cristo” chamou a atenção de muita gente conhecida na música cristã. Gente de destaque como os evangélicos Aline Barros, Cristina Mel e Anderson Freire ou os católicos Guilherme de Sá e Adriana Arydes entre outros. “Um soco no estômago! Se deparar com aquela realidade foi chocante”, publicou o vocalista do Oficina G3, Mauro Henrique, em seus perfis nas redes sociais.
De acordo com pastor Bruno Gonçalves da igreja Bola de Neve, da Barra da Tijuca (RJ) o filme é mesmo surpreendente. “O longa mostra bem a realidade e contexto histórico que Paulo vivia na época. Mas, o que mais me chamou atenção é ver os versículos que tanto lemos na bíblia nos diálogos entre os personagens. Além, é claro, de perceber nas telonas o desejo e paixão de Paulo pela obra de Deus. Isso nos ensina muito. Edificante!”.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Jovens brasileiros são menos religiosos que seus pais

Pesquisa mundial indica que declínio na afiliação à instituições religiosas é característica desta geração

por Jarbas Aragão



Uma pesquisa do Instituto Pew Research publicada esta semana indica que os jovens adultos (menos de 40 anos) têm menos probabilidades de estarem ligados a uma religião. Em muitos países há um grande contraste com a geração anterior. Esse declínio não é só na Europa e na América do Norte, como indicavam outros levantamentos similares.
O perfil estabelecido nos 106 países pesquisados indica que os mais jovens têm uma probabilidade significativamente menor de se considerar “religioso” em comparação aos seus pais, por exemplo. Essa diminuição na afiliação é claramente observada na Europa – em 22 dos 35 países. Mas também é uma constante na América Latina, onde se aplica em 14 dos 19 países (incluindo o Brasil). Nos dois casos a confissão majoritária sempre foi o cristianismo.
A região com menos mudança de uma geração para outra é o Oriente Médio e Norte da África, onde predomina o islamismo. Lá, não foi identificado nenhum país onde os jovens sejam menos religiosos que seus pais.
Chama atenção que os únicos dois países onde os jovens são mais religiosos são Chade e Gana. As nações africanas são exceções ao padrão identificado em todo o mundo.
Numa análise mais cuidadosa do perfil dos países latinos (incluindo o Caribe), percebe-se que o Uruguai e a República Dominicana são onde existem as maiores diferenças.
Os dados revelados pela Pew mostram como, globalmente, adultos com menos de 40 anos têm menos probabilidade de dizer que a religião é “muito importante” em suas vidas.
Olhando para grupos religiosos específicos, metade (50%) dos jovens cristãos dos países pesquisados responderam desta maneira, em contraste com 56% dos que pertencem ao grupo etário mais velho.
Por outro lado, a diferença entre muçulmanos mais jovens e mais velhos em média é de 3 pontos percentuais, com 76% daqueles com menos de 40 anos e 79% com idades entre 40 e mais velhos dizendo que a religião é muito importante.
Outro aspecto identificado no levantamento é que os jovens são menos propensos a frequentar encontros religiosos que os mais velhos. Isso ocorre em 53 dos 102 países pesquisados, enquanto o oposto é verdade em apenas três: Libéria, Ruanda e Armênia.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Moedas dos tempos de Esdras são achadas em Jerusalém

"Estas foram as primeiras moedas já cunhadas pelos judeus", comemora o Dr. Zachi Dvir, responsável pela escavação

por Jarbas Aragão



Cinco moedas que datam da época de Esdras foram descobertas em Jerusalém, consideradas um “achado raro” pelos arqueólogos.
As moedas, feitas de prata, medem cerca de sete milímetros de diâmetro e datam do quarto século a.C. Três delas estão intactas e legíveis.
“Ao longo dos 150 anos de escavações arqueológicas em todos os locais da antiga Jerusalém, apenas cinco dessas moedas foram encontradas”, disse Zachi Dvira, do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, ao YNet. “Nós encontramos agora três moedas inteiras, junto com duas erodidas, aparentemente da mesma série, e acreditamos que encontraremos mais num futuro próximo.”
Os persas governavam o reino durante o tempo em que as moedas foram cunhadas. As inscrições são das letras YHD, que fazem referência ao nome da província persa de Yehud (Judeia). A figura da face é de uma coruja, provavelmente uma cópia das moedas gregas.

Primeiras moedas

As moedas são da época em que os judeus foram autorizados pelo rei persa Ciro a retornar a Jerusalém, em 538 a.C. para construir o templo. Tais eventos são relatados no livro de Esdras.
O fato de cinco dessas moedas terem sido encontradas no Monte do Templo nos instrui, disse Dvira, sobre a “vida administrativa que ocorre no Templo e no Monte”.
Ele acredita que as peças possam ter sido cunhadas no próprio Monte do Templo, já que “todas as instituições governamentais estavam perto do Monte do Templo, do qual se inspiravam para suas atividades”.
Pelo costume bíblico, os peregrinos traziam os primeiros frutos das colheitas para o Templo, especialmente na época da festa de Shavuot [Primícias], e também traziam dízimos, doações e outros presentes. A lei bíblica permitia que eles poderiam ser substituídos por prata ou moedas.
“Esta pode ser a razão pela qual quando as moedas começaram a entrar em uso em Judá, a prata foi o metal mais usado”, disse ele. Mas o aspecto mais importante da descoberta é que “estas foram as primeiras moedas já cunhadas pelos judeus”, comemora o Dr. Dvira. “Elas mostram o retorno do povo à sua terra após o exílio babilônico e sua capacidade de manter laços diplomáticos com o império então dominante, a Pérsia”.
O doutor acrescenta que “é irônico que em um momento em que os iranianos estão falando abertamente em destruir Israel, essas moedas mostram uma época em que o regime persa era favorável aos judeus e lhes permitia viver em Israel com dignidade”.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 5 de junho de 2018

Como Jesus morreu: descoberto esqueleto com raras evidências de crucificação

Arqueólogos encontram raro indício do ritual romano de crucificação

por Jarbas Aragão


É apenas a segunda vez na história que um vestígio da cerimônia que, segundo a Bíblia, vitimou Jesus Cristo é achado.
O corpo de um homem, enterrado na Itália a dois mil anos atrás, foi descoberto recentemente por arqueólogos. O esqueleto traz raros indícios do ritual de crucificação, que podem revelar mais detalhes sobre o ritual de execução ao qual Jesus foi submetido.
A crucificação era uma maneira relativamente comum de executar criminosos e escravos nos tempos do Império Romano, mas essa é apenas a segunda vez que que há evidências arqueológicas de como ela ocorria.
Na cidade de Gavello, a cerca de 40 quilômetros de Veneza, durante as escavações para a instalação de um oleoduto, pesquisadores encontraram os restos de um esqueleto. Esse achado, ocorrido em 2007, não gerou muito alvoroço na época.
Agora que os resultados do estudo foram publicados na edição de abril da revista científica Archaeological and Anthropological Sciences o assunto finalmente está ganhando atenção dos estudiosos.
Com idade entre 30 e 34 anos, os ossos do homem crucificado apresentavam lesões no calcanhar direito, coincidindo com as de uma crucificação. Eles indicam que seus pés foram atravessados com um grande prego, provavelmente em uma cruz de madeira.
O  corpo foi descoberto deitado de costas com os braços ao lado e as pernas esticadas. Porém, os autores do estudo, pesquisadores das universidades de Ferrara e Florença, na Itália, dizem que os ossos estão em má condições, com um osso do outro calcanhar faltando, e que não há  indícios de que tenha sido pregado nos pulsos.
No caso do “homem de Galvello”, pode ter sido um alívio. Uma das autoras do estudo, a antropóloga médica Emanuela Gualdi, disse ao Live Science que os braços podem ter sido amarrados à cruz. Isso também era comum, e justificaria a ausência de lesões nos pulsos.
Mesmo assim, a descoberta revela-se importante pela raridade. Apesar de ser frequentemente descrita em documentos históricos do Império Romano, quase não há sinais arqueológicos do que viria a se tornar o símbolo do cristianismo.
A doutora Gualdi disse que, “neste caso específico, apesar das condições precariamente preservadas, podemos demonstrar a presença de sinais no esqueleto que indicam uma violência semelhante à de uma crucificação”.
A importância da descoberta está no fato de este ser apenas o segundo caso do tipo documentado no mundo. Os outros restos mortais de uma vítima da crucificação foram encontrados em 1968, na escavação de túmulos da era romana em Jerusalém.

Primeiro caso

O arqueólogo grego Vassilios Tzaferis encontro um prego com 18 centímetros de comprimento preso a um pedaço de madeira de oliveira, que fizera parte de uma cruz onde um homem foi pendurado para morrer. A peça está em exibição no Museu de Israel.
Foto de Ilan Shtulman
Dessa vez, o achado não foi em um túmulo, mas enterrado diretamente no chão, sem nenhum tipo de material funerário que pudesse oferecer detalhes de quem se tratava. Os indícios mostram que provavelmente se trata de um escravo subnutrido que foi executado, indicado pela ausência de qualquer tipo de ritual fúnebre.
Os registros históricos indicam que os romanos aprenderam sobre a crucificação com os cartagineses. Passaram a usar o ritual como uma forma de punição capital por quase mil anos. A prática só acabou quando foi banida pelo imperador Constantino, no quarto século d. C.
O objetivo principal da crucificação era causar o máximo de dor possível por um longo período de tempo. Geralmente, as vítimas eram pregadas pelos pulsos e pés, e deixadas para morrer lentamente, algo que podia levar vários dias. Com informações de Times of Israel LiveScience
Fonte: Gospel Prime
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...