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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Eu Só Posso Imaginar: Pré-estreias emocionam capitais do país

Artistas marcam presença em oito eventos espalhados pelo Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil
Cerca de 400 pessoas estiveram na pré-estreia do Rio de Janeiro. Já foram oito prés. Curitiba, Goiânia e Manaus receberão o filme nos próximos dias.
A Paris Filmes em parceria com a 360 Way Up realizou pré-estreias de “Eu Só Posso Imaginar” em diversas capitais brasileiras. Sessões exclusivas para representantes da mídia, influenciadores e líderes cristãos de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Belém, Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro foram realizadas entre os dias 15 e 21 de maio.

Nos cinemas a partir de 31 de maio“Eu Só Posso Imaginar” já emocionou cerca de 2 mil espectadores nos eventos de lançamento. A produção narra a biografia de Bart Millard, vocalista da banda MercyMe e compositor da canção que se tornou o maior sucesso do grupo até hoje.

Com um lembrete comovente sobre o poder do perdão, amor e restauração, “Eu Só Posso Imaginar”  ilustra lindamente que ninguém está sempre muito longe do amor de Deus ou do céu. Marine Friesen que faz parte também do ministério Diante do Trono, esteve presente na pré-estreia do filme no Rio de Janeiro e comprovou: “O filme é um testemunho maravilhoso do agir poderoso do Senhor, transformando pessoas e situações tão difíceis. Oro pra que o cinema seja o lugar do encontro com Deus e que muitos que ainda nem o conheciam, comecem a imaginar como será no dia em que nos encontrarmos com Ele e cantarolar... Cercado por Tua Glória o que eu irei sentir, Será que eu vou dançar, ou de joelhos vou cair...", comentou a cantora que participou também do vídeo clipe junto com Ana Paula Valadão citando um trecho da canção tema.

Quem também conferiu o filme foi o pastor e cantor Chris Duran que gravou a canção alguns anos atrás e ficou admirado em descobrir mais sobre a mensagem principal do filme “Houve um grande interesse da minha parte em conhecer, pois, até o dia de hoje por onde vou essa música marca muitas vidas. Um filme que trata o perdão e a reconciliação. Não há duvidas! Muitos lares do mundo se espelharão através dessa historia tocante. Recomendo!”.

Eu Só Posso Imaginar conta com as atuações de J. Michael Finley como Bart e Dennis Quaid como Arthur. A direção fica a cargo dos irmãos Erwin (diretores de “Bebê de Outubro”, “Mamãe: Operação Balada” e “Woodlawn”) e tem produção de Kevin Downes (“Corajosos”).
 
Diversos artistas marcaram presença. Confira fotos abaixo:
De cima para baixo da esquerda para a direita: Ana Nóbrega, Jairo Bonfim, Nani Azevedo e esposa, Sarando a Terra Ferida, Fernandinho, Paula, Emerson Pinheiro, Fernanda Brum, Denise Gonçalves e Samuel Silva, Bené Gomes e esposa, Chris Duran, Marine Friesen,Vaneyse, Suelen e Franklin Medrado, David Cerqueira, Diego Karter e noiva, L-Ton, Davi Fernandes e esposa, Fernandinho e Paula, No Santuário, Ygor Siqueira, Isaac Ramos, Fernanda Brum e Emerson Pinheiro, Pastores Josué e Bianca Valandro. Fotos: Paulo Tauil

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Filme Eu Só Posso Imaginar anuncia parceria com o Ministério dos Direitos Humanos

Com o lançamento, Paris Filmes divulgará ao público canais de denúncias
Em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, a Paris Filmesanuncia que o lançamento do filme “Eu Só Posso Imaginar” (I Can Only Imagine) será acompanhado por uma ação inédita e colaborativa entre a distribuidora e o órgão federal.

Com estreia oficial agendada para 31 de maio e sessões de pré-estreias pagas nos dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de maio, as exibições do longa-metragem protagonizado por Dennis Quaid e J. Michael Finley serão precedidas por uma vinheta do Ministério, com 30 segundos, que convida os espectadores a denunciar violações contra crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, população LGBT, pessoas em situação de rua e discriminação racial. Para conferir a vinheta, acesse: https://www.facebook.com/ParisFilmesBR/videos/1850431675018378/.

Os canais divulgados no vídeo são o Disque 100, o aplicativo Proteja Brasil, e o site Humaniza Redes (http://www.humanizaredes.gov.br/). Nos Estados Unidos, a Lionsgate, responsável pela distribuição do filme no país, promoveu uma ação semelhante com o Chat About Faith (https://chataboutfaith.com/), um canal idealizado para auxiliar pessoas em situação de risco pessoal e social.
Dirigido pelos irmãos Andrew Erwin e Jon Erwin (de “Mamãe: Operação Balada”), Eu Só Posso Imaginar” retrata a história de Bart Millard [J. Michael Finley], um jovem que viveu uma infância conturbada aos ser deixado pela mãe aos 11 anos de idade e sofreu com o pai abusivo, interpretado por Dennis Quaid.

Criada por Bart Millard, a música ‘I Can Only Imagine’ é o single de maior sucesso do grupo e exprime sua jornada autobiográfica de superação e fé. A produção narra a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Enquanto Millard se distancia do convívio com seu pai, ele persegue o sonho de cantar e usa sua dor como inspiração para desenvolver sua carreira. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai.

A canção que inspirou o filme ganhou dois Dove Awards em 2002, dos quais um foi na categoria "Música Pop/Contemporânea do Ano" e outro na categoria "Música do Ano". Millard também ganhou na categoria "Compositor do Ano". No Brasil, artistas como Ana Paula Valadão, Chris Duran, Eduardo e Silvana e Dayan Paiva já regravaram a música.

Sobre o Disque 100        
O Disque 100 é o maior serviço brasileiro de recepção de denúncias de violações de direitos humanos. O canal é gratuito e mantém o sigilo dos denunciantes. Além de receber denúncias, a central encaminha os casos para uma rede de proteção composta por entidades que possam ajudar a evitar e interromper as violações, como o Ministério Público, instituições de assistência social e de segurança pública. Em 2017, o Disque 100 recebeu mais de 142 mil denúncias.

O Ministério dos Direitos Humanos está nas redes sociais, nos canais:  facebook.com/direitoshumanosbrasilinstagram.com/min_direitoshumanos e twitter.com/dhumanosbrasil.  
O filme vai retratar a relacão difícil entre o pai Arthur ( Dennis Quaid) e Bart ( J Michael Finley)



Com informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Número de protestantes tem queda acentuada nos EUA, revela pesquisa


O número de protestante caiu drasticamente nos EUA nos últimos 15 anos, com apenas 36% dos americanos se identificando como protestantes no ano passado, em comparação com 50% em 2003, de acordo com uma nova pesquisa da ABC News .
O declínio entre o que continua a ser o grupo religioso predominante do país inclui uma queda de oito pontos no número de protestantes brancos evangélicos, segundo o estudo da ABC News e das pesquisas do Washington Post feitas pela Langer Research Associates .
Enquanto isso, a proporção de cristãos em geral diminuiu de 83% da população adulta em 2003 para 72% em média no ano passado. No mesmo período, o número de americanos que dizem que não têm religião quase dobrou, chegando a 21%.
A auto-identificação católica manteve-se estável durante este período, com 22 por cento. A proporção de adultos que se identificam com outras religiões – incluindo Testemunhas de Jeová, Mórmons e Ortodoxa Grega ou Russa – aumentou modestamente, de 11 para 14%.
Esta análise é baseada em um grande conjunto de dados – 174.485 entrevistas por telefone de amostra aleatória nas pesquisas ABC News e ABC News / Washington Post realizadas de 2003 a 2017.
Entre todos os protestantes, 56% dizem atualmente que são evangélicos ou nascidos de novo; que também se mantém estável desde 2003, com declínios virtualmente iguais no número de pessoas que dizem ser protestantes evangélicos ou não-evangélicos, abaixo de sete e seis pontos, respectivamente.
Protestantes brancos evangélicos – 80% dos quais apoiaram a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos – viram sua parcela da população adulta total cair de 21% em 2003 para 13% no ano passado. Enquanto isso, os protestantes brancos não evangélicos passaram de 17 para 11%.
Segundo o estudo, a maioria dos protestantes não se identifica como protestante, mas como membro de uma denominação protestante em particular – batista, metodista, luterana, pentecostalista, presbiteriana, episcopal e outras.
A análise também apontou que a estabilidade na parcela da população que é católica é em parte, pelo menos, pelo fato de que metade dos hispânicos se identificam como católicos. No entanto, mesmo entre brancos não-hispânicos, a parcela de católicos manteve-se praticamente estável – 22% em 2003 e 20% agora.
O número de adultos que não expressam afiliação religiosa aumentou de 12% em 2003 para 21% em 2017; isso inclui três por cento que dizem ser ateus, três por cento agnóstico e 15 por cento que dizem não ter religião. As proporções eram semelhantes há 15 anos, segundo os dados.
Como é de se esperar, os protestantes brancos evangélicos são um grupo republicano central; 48% se identificam como republicanos, 31% como independentes políticos e apenas 14% como democratas. Da mesma forma, 53% dos mórmons são republicanos, 34% independentes e 9% democratas.
Fonte: The Christian Times
Retirado do site Folha Gospel

Dia das Mães: conheça a história da evangélica que inspirou a criação da data


O Dia das Mães é uma data comemorativa que surgiu em homenagem a uma evangélica que atuava em ações de assistência social nos Estados Unidos e após sua morte se tornou símbolo da dedicação das mulheres ao cuidado dos filhos.
Anna Reeves Jarvis, mãe de doze filhos, começou sua jornada de ajuda aos necessitados reunindo mães em torno de causas sociais em West Virginia (EUA). Em 1858 ela criou os clubes “Dias de Trabalho das Mães”, com foco na redução da mortalidade de filhos de famílias de trabalhadores.
Posteriormente, Anna Reeves Jarvis – que era membro da Igreja Metodista – organizou o Dia da Amizade das Mães, que tinha como propósito reunir famílias e vizinhos separados por posicionamentos diferentes no debate que resultou na Guerra Civil dos EUA, além de oferecer ajuda aos feridos nesses encontros.
Em 1905, após seu falecimento, uma das filhas de Anna – que havia recebido o mesmo nome da mãe – passou a lutar pela criação de uma data que celebrasse oficialmente as mães norte-americanas. Anna Jarvis queria, não apenas honrar a memória de sua mãe, mas também homenagear todas as demais.
Dessa forma, com o apoio da Igreja Metodista, ela passou a organizar uma campanha com realização de cultos para conscientizar os irmãos na fé sobre a importância da data. Logo, outras igrejas abraçaram a ideia, pois viram que essa data comemorativa se tornaria um importante símbolo da família.
Levou anos até que o segundo domingo de maio fosse escolhido e oficializado, por lei nos Estados Unidos, como o Dia das Mães. Somente em 1914 a data foi instituída, mas desde então a homenagem se solidificou e alcançou o status de tradição.
Embora, nos anos seguintes, o comércio tenha se aproveitado da data comemorativa para criar uma oportunidade de aquecimento nas vendas, até hoje as famílias se reúnem no segundo domingo de maio para celebrar, e inúmeras denominações evangélicas fazem programações especiais para os cultos.
De acordo com a pesquisadora Magali do Nascimento Cunha, doutora em Comunicação Social e professora de diversas matérias da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, o viés comercial frustrou a filha de Anna Reeves Jarvis de tal forma que ela se tornaria uma crítica da data nos anos seguintes.
“Em 1923, Jarvis até passou a militar contra a data que ela própria havia criado. Nos anos 1930 ela chegou a ser presa, acusada de perturbar a paz de um encontro [de um] grupo de Mães da Guerra Americana, ao protestar contra a comercialização de flores. Anna Jarvis não teve sucesso na recuperação do sentido do Dia das Mães: morreu em 1948, cega, pobre e sem filhos”, recapitulou a pesquisadora, em um artigo escrito para a revista Carta Capital.
“Mais de cem anos depois da primeira comemoração oficial do Dia das Mães, pode parecer vã qualquer nova campanha pela recuperação do seu sentido original. Não deixa, porém, de ser um bom exercício pensar na data de forma menos estereotipada e comercial. Não seria um meio de honrar mães, presentes e ausentes, destacar aquelas que, como a Anna Jarvis do passado, são ativistas na promoção da vida e da paz?”, questionou Magali.
Em tempos de pensamento progressista, em que o Dia das Mães – assim como a data que celebra os pais – está sob intensos ataques que intentam substitui-lo pelo “Dia dos Cuidadores”, é importante resgatar a história de origem da celebração e também a postura evangélica na sociedade, com exercícios práticos de amor ao próximo e justiça social, demonstrando o viés mais imediato da mensagem do Evangelho.
Fonte: Gospel Mais

terça-feira, 8 de maio de 2018

Eu Só Posso Imaginar: Como uma história de vida dolorosa se tornou hit cristão


Na foto, os atores J. Michael Finley e Dennis Quaid interpretando o cantor Bart Millard e seu pai, Arthur
Criada por Bart Millard, vocalista da banda norte-americana MercyMe, a música “Eu Só Posso Imaginar” é o single de maior sucesso do grupo. A canção, uma das músicas cristãs mais populares já gravadas nos EUA, inspirou o filme homônimo que será lançado pela Paris Filmes no próximo dia 31 de maio.

Apesar do enorme sucesso, a maioria dos ouvintes não conhece a história por trás dessas frases poderosas que representam superação e fé. Bart, líder da banda desde 1994, sofreu durante a infância com as brigas exaustivas dos pais, o que ocasionou no abandono da mãe, que o deixou sozinho com um pai abusivo.

Bart se voltou para as páginas mais dolorosas da sua vida para compor “Eu Só Posso Imaginar” quase 20 anos atrás. "É terapêutico conversar sobre isso. Quando falo sobre tudo que aconteceu são cinco minutos entre as músicas ou cantando uma.”, contou em uma entrevista. E sobre ver essa incrível história em um filme, Bart revela. “A primeira vez que vi, foi muito emocionante, pois eu não sabia o que esperar. Como você se prepara para isso?! O filme trouxe emoções que eu passei a maior parte da minha vida tentando enterrar.", exclamou.

No cinema, o ator J. Michael Finley dá vida a Bart Millard. Já o pai será interpretado pelo renomado ator Dennis Quaid. A trama, dirigida pelos irmãos Jon e Andrew Erwin, vai relatar a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai. "Eu me lembro de perguntar a Bart: 'Qual é a experiência de ter escrito “Eu só posso imaginar” e por que as pessoas amam essa música?' E ele disse: "É uma onda de esperança". E eu acho que é isso que o filme oferece." comentou Jon após a premiere do filme nos EUA, onde permaneceu forte por mais de um mês nos cinemas.

A história da canção surpreendeu alguns dos mais próximos de Bart Millard, inclusive a cantora Amy Grant, que inicialmente, seria a pessoa que ele queria que cantasse a música. "Eu tinha realmente gravado a música duas vezes. Mas eu estava em uma transição em minha própria vida. Além disso, ninguém canta essa música como Bart." Interpretada no filme pela atriz Nicole DuPort, Amy Grant, uma das mais influentes cantoras cristãs no mundo, generosamente devolveu a música para Bart e ainda o convidou para cantar “Eu Só Posso Imaginar” em um de seus shows. Amy, que tem sido amiga de Bart até hoje, completa: “Tudo aconteceu do jeito que deveria ser.".


Sinopse – Eu Só Posso Imaginar
A verdadeira e inspiradora história desconhecida por trás da renomada canção ‘I Can Only Imagine’, da banda de MercyMe, que oferece esperança para muitas pessoas em momentos desafiadores da vida. Supreendentemente, a cancão foi escrita em poucos minutos pelo principal vocalista da banda MercyMe, Bart Millard. Mas, sua criação abrange toda uma vida.  
Com informações da Assessoria de Imprensa da 360WayUP

Confiram o Trailer abaixo: 



quinta-feira, 3 de maio de 2018

Descoberta em antiga cidade israelita confirma o relato bíblico

Construção tem ligação com o reino de Davi

por Jarbas Aragão


Uma nova descoberta arqueológica está servindo como prova de que os relatos bíblicos sobre o rei Davi possuem um lastro histórico. Muitos arqueólogos e especialistas questionavam a existência do maior rei de Israel porque não havia “evidências” sobre o período em que ele governou.
“Até 25 anos atrás, ninguém duvidava que o rei Davi fosse uma figura histórica”, explica o professor Avraham Faust, diretor da escavação arqueológica. “Porém, nas últimas décadas a historicidade de Davi e, especialmente, o tamanho de seu reino, foram assuntos calorosamente debatidos”.
Uma descoberta recente poderá pôr fim a esses questionamentos. “A escavação em Tel ‘Eton, localizada na Judeia, a leste das colinas de Hebron, oferece indícios que a extensão do reino era maior do que alguns estudiosos acreditam”, insiste Faust.
As ruínas foram identificadas como a cidade cananeia de Eglom, que lutou contra Israel.
“Nós não encontramos nenhum artefato que dissesse Rei Davi ou Rei Salomão, é claro. Contudo, descobrimos no local sinais de uma transformação social pela qual a região passou, incluindo a construção de um grande edifício em um plano conhecido pelos arqueólogos como ‘a casa de quatro cômodos’ que era comum em Israel, mas que não existia em outro lugar … Já que a origem da mudança parece estar nas terras altas, e como ocorreu na época em que Davi teria vivido, a ligação é plausível”.
Todas as descobertas de Tel ‘Eton foram publicadas por Avraham Faust e Yair Sapir na revista científica Radiocarbon. Após testes de datação, identificaram que a estrutura é do século 10 a.C. Num futuro próximo, eles deverão revelar mais evidências sobre como o local se conecta com a história bíblica. Com informações Relevant e Breaking Israel News
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Atores de “Paulo, o apóstolo de Cristo” falam sobre o filme

“Um filme emocionante e comovente”, diz James Faulkner, protagonista do drama

por Jaqueline Freires


O filme mais aguardado do ano entre os cristãos estreia nesta quinta-feira (03) nos cinemas de todo o Brasil. O longa “Paulo, o apóstolo de Cristo” conta a história do maior perseguidor dos crentes do primeiro século, que após ter um encontro com Cristo, teve sua vida transformada.
O longa de 1h e 46 minutos se passa no final da vida de Paulo, quando ele tinha aproximadamente 71 anos de idade. O drama retrata as dificuldades enfrentadas pelos cristãos do primeiro século que lutam contra as maldades do imperador Nero. Paulo e Lucas encorajam os crentes a se manterem firmes na fé.
No elenco, protagonistas consagrados como James Faulkner (Paulo de Tarso) conhecido por diversos papéis em filmes e séries como “Game Of Trones” e Jim Caviezel (Lucas) que interpretou Jesus Cristo no longa “A Paixão de Cristo”.
Em depoimento disponibilizado pela Sony Pictures através da 360 WayUp ao Gospel Prime, os protagonistas falaram sobre o filme e a mensagem apresentada por ele.
“Um filme emocionante e comovente, com um final maravilhoso. A redenção é oferecida, e é clara”, diz James Faulkner. “Paulo tem uma grande influência e lida com muitas pessoas. Há momentos que ele precisa demonstrar muita coragem e grande estoicismo em face da adversidade, mas é capaz de ser um ser humano genuíno e isso faz com que as pessoas o escutem”, analisa o ator.
Jim Caviezel salienta a mensagem de amor do longa. “Deus nos ama antes dos nossos pecados, depois dos pecados e até durante o nosso pecado. E muitos dizem: ‘não, Deus não tem esse tipo de graça. Deus não tem um coração tão grande’. Ele tem. Ele nos ama”, ressalta o ator que interpreta o médico Lucas.
Fonte: Gospel Prime
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