Arqueólogos encontram mais ruínas de Betsaida, cidade onde Jesus viveu

Antiga vila de pescadores é a terra natal dos apóstolos Pedro, André e Felipe

“Doutrina” é o mais importante na decisão de frequentar uma igreja, indica pesquisa

Maioria dos fiéis espera ir a cultos para "entender mais sobre Deus e a Bíblia"

Evangelista e cantora gospel, Rosetta Tharpe influenciou Elvis Presley e Bob Dylan

Conhecida como irmã Rosetta, a cantora se destacou por ter desenvolvido um estilo único de música para a sua época.

Lugar “mais provável” onde Jesus transformou água em vinho é encontrado por arqueólogo

A publicação do seu achado foi feita na revista Biblical Archaeology Review

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

“Entrevista com Deus” chega dia 15 de novembro nos cinemas brasileiros

Filme aborda temas como fé, salvação, família, ética e religião.

A  distribuidora Imagem Filmes em parceria com a 360 WayUp anunciam a estreia do filme Entrevista com Deus nas telonas do Brasil a partir do dia 15 de novembro de 2018.

O filme aborda a história de um jornalista que está em busca do sentido da vida. Após cobrir a guerra do Afeganistão, Paul Asher (Brenton Thwaites) consegue diversos relatos que alavancam sua carreira, mas, por outro lado, todo o esforço profissional o leva a vivenciar uma crise em seu casamento, que está prestes a ruir. Sem saber o que fazer, Paul se vê diante do maior desafio da sua vida profissional: uma entrevista com um homem misterioso que diz ser Deus (David Strathairn). Ao conversar com ele por três dias consecutivos, milhares de questionamentos e respostas surgem, fazendo com que tudo que Paul acredita entre em conflito.

A trama aborda temas como fé, salvação, família, ética e religião. O público conseguirá se identificar com os questionamentos do protagonista Paul, que vive uma crise de fé e está em busca de respostas. O filme gera a seguinte dúvida: “O que você perguntaria a Deus?".

O longa-metragem é dirigido por Perry Lang, com roteiro de Ken Aguado, e apresenta no elenco nomes, como: David Strathairn, indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Boa Noite e Boa Sorte” e Brenton Thwaites, que participou de “Piratas do Caribe” e “Malévola”.
Sinopse
Após cobrir a guerra do Afeganistão, o jornalista Paul Asher (Brenton Thwaites) retorna para casa, com a sua fé abalada. Completamente sem esperanças, Paul se vê diante do maior desafio da sua vida profissional: entrevistar um homem misterioso que diz ser Deus (David Strathairn). Em conflito com suas crenças, ele agora se encontra diante da seguinte questão: O que perguntar a Deus?
Elenco
David Strathairn ... Deus
Brenton Thwaites ... Paul Asher
Yael Grobglas ... Sarah Asher
Charlbi Dean Kriek ... Grace
Hill Harper ... Gary
Bobby Di Cicco ... Bobby

Ficha Técnica
Direção: Perry Lang
Roteirista: Ken Aguado
Produtores: Ken Aguado, Fred Bernstein, Rick Jackson, Lisa M. Jean,
Paul Kurta, Claudine Marrotte, Harrison Powell, Dominique Telson
Música: Ian Honeyman
Edição: Steve Jacks, Jamie Kirkpatrick
Direção de Arte: Angela Cullen

Com Informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Descoberta traz menção mais antiga sobre Jerusalém da história

Peça de 2 mil anos contraria argumentos sobre ausência de registros fora da Bíblia 
por Jarbas Aragão


Os especialistas da Autoridade de Arqueologia de Israel (AAI) revelaram uma descoberta que contraria os argumentos sobre ausência de registros sobre Jerusalém fora da Bíblia. Trata-se de um bloco de pedra com uma inscrição de 2 mil anos de idade onde se lê “Jerusalém” em hebraico.
Ela foi achada em uma escavação embaixo do Centro de Convenções de Jerusalém (Binyanei Ha’Uma) durante a reforma de uma estrada. A peça arqueológica passará a ser exibida ao público no Museu de Israel, em Jerusalém.
O breve texto, que diz “Hananiah, filho de Dódalos de Jerusalém”, é o mais antigo em hebraico com o nome da cidade de forma completa e como se pronuncia hoje. Isso mostra, mais uma vez, que tratava-se de uma cidade judaica.
A pedra de 80 centímetros de altura fazia parte de uma coluna de um edifício romano. A inscrição aramaica utiliza letras do hebraico caraterístico da época do Segundo Templo. Especialistas afirmam que pertence ao período do reinado de Herodes, o Grande.
“As inscrições da época do Primeiro e Segundo Templo mencionando Jerusalém são escassas. E mais raro ainda é que esteja escrita completamente da forma como fazemos hoje, já que, normalmente (o nome da cidade), aparece abreviado”, ressaltam o arqueólogo Yuval Baruch, da AAI, e Ronny Reich, professor da Universidade de Haifa.
Até agora, o único registro do nome da cidade no mesmo período era de uma moeda da “Grande Revolta” contra os romanos, entre 66 e 77 depois de Cristo. Com informações das agências
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

“Devocional da Turma da Mônica” visa a evangelização das crianças

Pastor fala sobre desafio de colocar Mônica, Cascão e Cebolinha interagindo com histórias bíblicas

por Jarbas Aragão


O pastor Richarde Guerra, autor do primeiro devocional da Turma da Mônica, esteve presente no programa Bate Papo, da Rede Super e falou sobre seu trabalho e parceria com Maurício de Souza.
Escritor há quase 20 anos, Richarde também é químico industrial, geólogo e teólogo com mestrado em Ação Pastoral na América Latina. O pastor da igreja Lagoinha, em Minas Gerais, é casado com Priscila Guerra e pai de Daniel Lourenço Guerra.
Além de vários livros já escritos, agora é autor do Devocional da Turma da Mônica, pela editora 100% Cristão, trabalho que foi lançado oficialmente na 25ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo.
Convite e desafio
“Eu fui convidado pra ser o roteirista desse projeto […] o grande desafio foi conciliar a personalidade desses personagens com o texto bíblico, sem ferir um ou outro”, conta.
O autor revela que as histórias em quadrinhos falam sobre a palavra de Deus. “Narradas pelos personagens da Turma da Mônica (as histórias) vem com uma reflexão, uma oração, uma aplicação e um passatempo”, apresenta.
Interatividade familiar
O público-alvo a partir de seis anos de idade já consegue manusear o material. “É uma linguagem muito acessível. Abaixo de seis, o pai lê, vai mostrando as figuras”, sugere.
Até mesmo o Bidu, o pet da Turma da Mônica, interage com as histórias bíblicas. “O Bidu contou sobre a história de Davi e Golias […] ele corre do cachorro mais perigoso da rua e como ele vai vencer tem que ler pra descobrir”, brinca.
O pastor esclarece que “não é uma coisa professoral, não é só uma narração. Tem uma história mesmo e a Bíblia entra de forma bem orgânica pra solucionar o problema que surge ali”, expõe.
Gratidão
“Eu fico feliz porque sei que não vem de mim, não é mérito meu, mas a graça do Senhor. O que tenho aprendido na minha caminhada é que, quanto mais você investe nos dons que Deus te dá, Ele vai te dando outros dons”, reconhece.
Richarde explica que não é questão de ter mais dons que outras pessoas. “E não é que eu seja melhor que os outros, mas eu tenho essa sensibilidade de perceber que eu tenho investido”, observa e finaliza: “Meu sentimento é de gratidão”.
Assista:

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

SANSÃO em cartaz em mais de 50 cinemas


O longa "Sansão", distribuição da California Filmes em parceria com a 360 WayUp, estreou no dia 27/09 no Brasil. O filme retrata a história do famoso personagem bíblico Sansão, que dotado por uma força sobrenatural carrega a missão de libertar seu povo da escravidão. Ao longo da trama, Sansão se envolve em situações que o levam vivenciar traições e colocam sua força em jogo.

A classificação é de 14 anos. E a promoção para grupos continua; a partir de 50 pessoas, todos pagam meia entrada. Aproveite que o filme continua em cartaz em 59 salas de cinema do país e leve sua turma. Reúna a família, amigos, ministérios da Igreja e corra para o cinema para assistir a #SansãoOFilme.

Confira as salas de cinema em que o filme está em exibição:



Com informações da Assessoria de imprensa da 360 WayUp

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Netflix produzirá série e filmes de “As Crônicas de Nárnia”

Saga escrita por teólogo passa mensagem cristã através de alegorias

por Jarbas Aragão

Aslam em As Crônicas de Nárnia.

A Netflix fechou um contrato com a The C.S. Lewis Company para desenvolver novas séries e filmes baseados nas série de livros As Crônicas de Nárnia.
Ted Sarandos, diretor de conteúdo da empresa de streaming destaca que “As queridas histórias de Lewis sobre Nárnia impactaram gerações de leitores em todo o mundo. As famílias se apaixonaram por personagens como Aslan e estamos felizes em ser a sua casa nos próximos anos.”
Ao todo, os livros das Crônicas de Nárnia já venderam mais de 100 milhões de cópias e estão disponíveis em pelo menos 47 idiomas. As histórias, com forte apelo aos valores cristãos, já foram adaptadas para o cinema pela Disney. “O Leão, A Feiticeira e Guarda-Roupa” (2005), “Príncipe Caspian” (2008) e “A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), juntos arrecadaram mais de US$ 1,5 bilhão em todo o mundo .
A Netflix está planejando construir um universo cinematográfico de Nárnia que engloba produções para cinema e para TV, no estilo da Marvel, cujas franquias envolvem vários modelos. A ideia foi do produtor Mark Gordon, que havia negociado com a C.S Lewis Company em 2013 para um quarto filme da franquia. Sua empresa acabou vendida para a produtora eOne em 2016, que decidiu apostar em uma séria sobre Nárnia e ofereceram uma parceria com a Netflix que agora bateu o martelo.

Alegoria do Cristianismo

As Crônicas de Nárnia é uma série de sete livros de fantasia, escritos por C. S. Lewis entre 1949 e 1954. Seu ator era professor universitário e teólogo. Escreveu dezenas de obras sobre apologética cristã, poesias, além de uma trilogia de ficção científica.
Nos textos da série que o tornou mundialmente famoso, em meio a uma série de personagens mitológicos, há uma clara alusão a mensagem cristã. Esse elemento acabou minimizado nas adaptações cinematográficas feitas até agora.
O leão Aslan, por exemplo, era uma alegoria para Jesus. Ele aparece em todas as histórias como um conselheiro. Em dos diálogos mais conhecidos, a menina Lúcia aponta para a narrativa do Novo Testamento: “No nosso mundo também já aconteceu uma vez que, dentro de uma certo estábulo, havia uma coisa que era muito maior que o nosso mundo inteiro”.
Em “A Última Batalha”, último livro da saga, Aslan aparece transfigurado em forma de cordeiro. Ele fala com as crianças sobre buscarem conhece-lo em seu mundo.
“Em todos os mundos há um caminho para o meu país”, explica falou o Cordeiro. Após revelar ser o leão, explica: “No seu mundo tenho outro nome. Vocês têm de aprender a conhecer-me por esse nome”.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Arqueólogos fazem descoberta que pode comprovar relato de Êxodo

Escavações próximas a Jericó revelaram ruínas de acampamentos do período dos primeiros israelitas

por Jarbas Aragão

A Bíblia relata no Livro de Êxodo que os israelitas foram libertos da escravidão no Egito e conduzidos até a terra prometida de Canaã, que mais tarde se tornaria Israel. Para chegarem lá, precisaram atravessar o deserto do Sinai.
Contudo, não existem comprovações arqueológicas e, via de regra, os estudiosos questionam o relato por “falta de base histórica”. Agora, um grupo de especialistas revela que foram encontradas ruínas próximas ao rio Jordão que indicariam a presença dos israelitas fora dos limites da antiga Canaã.
“Não provamos ainda que esses acampamentos são do período dos primeiros israelitas, mas é possível”, explicou  David Ben-Shlomo, arqueólogo da Universidade Ariel, ao jornal britânico Express. “Se forem, isso pode comprovar o relato bíblico sobre os israelitas vindo do leste do rio Jordão, depois cruzando o Jordão e entrando posteriormente na região montanhosa de Israel”.
Arqueólogos estão analisando se as ruínas, chamadas Khirbet el Mastarah, podem atestar que se tratava de um povo nômade recém-chegado de outras terras.
Fragmentos de cerâmica do local foram datados da Idade do Ferro [século XII a.C], por volta da época tradicionalmente associada à chegada dos israelitas. As ruínas encontradas mostram uma série de paredes de pedra baixas, que seriam de estruturas usadas para guardar animais – fato consistente com práticas nômades conhecidas.
De acordo com o Dr. Ben-Shlomo e seu parceiro de escavação americano, Ralph Hawkins, da Universidade Averett,  isso poderia explicar porque os fragmentos de peças de cerâmica do lado de fora dos muros de pedra.
“O chão dessas estruturas não continha praticamente nada. Portanto, não poderíamos datá-los usando os métodos arqueológicos convencionais”, disseram. “Nos assentamentos dos beduínos, as pessoas vivem em tendas feitas de materiais perecíveis, que são substituídos dependendo da estação do ano. Logo, os artefatos não poderiam estar associados à arquitetura de pedra que abrigariam animais, e não pessoas, que viviam nas tendas ao redor delas.”
O local das escavações fica a cerca de oito quilômetros ao norte de Jericó. O clima seco – onde a temperatura chega facilmente a 45ºC e as chuvas são de apenas 1 centímetro por ano – colaboraram para a preservação das ruínas.
Amostras do solo de Khirbet el Mastarah foram enviadas para análise. Além disso,  amostras das paredes de pedra serão submetidas a testes de datação que podem comprovar sua idade.

Novas escavações

Enquanto aguardam os resultados, a equipe de arqueólogos planejam começar as escavações  perto de Uja el-Foqa, na mesma região.
Não é um trabalho fácil pois os arqueólogos precisam achar mais “pistas culturais” que o local realmente foi habitado pelos israelitas. “É difícil, já que muitos aspectos da cultura de diferentes grupos (do leste ou oeste do rio Jordão) podem ser muito similares ou não ter indicativas o suficiente”, lembra Ben-Shlomo.
Com informações de Express
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Jovem se converte após conversa de pastores sobre Deus em jogo de videogame


Não existe hora ou dia certo para testemunhar o amor de Deus. Durante 24 horas, há sempre uma oportunidade de vivenciar o Evangelho de Cristo através das nossas atitudes, mesmo quando elas parecem bem desconectadas do mundo espiritual, como uma partida de videogame online com jogadores do mundo inteiro.
O pastor Daniel Saad compreende isso muito bem e viu como Deus pode agir através da sua vida durante uma partida de videogame. “Você joga com pessoas do mundo, não sabe quem [está jogando com você], é aleatório entre milhões de jogadores. Eu entrei em um time que tinha um cara do Haiti e dois americanos”, disse ele.
Não por acaso, mas sim por providência de Deus, Saad descobriu que entre os colegas de partida havia outro pastor, então eles iniciaram um bate-papo durante a partida. “A gente começou a falar sobre o amor de Deus. Um haitiano, de vez em quando falava uma coisa ou outra e o outro americano estava quieto”, explica o pastor.
Para surpresa de Saad e seu colega pastor, um dos jogadores entrou na conversa confessando que antes da partida havia feito um acordo com Deus. Como líder da Igreja Batista Palavra Viva, de Taubaté, Saad viu com alegria o acontecimento em seguida.
“Quando de repente [risos], do nada, ele entra e fala assim, com voz de choro: ‘Gente, eu estava agora mesmo orando, falando com Deus, que se Ele existe, que Ele falasse comigo”, disse o jogador.
“‘Aí eu entro no jogo e vocês estão falando de Deus, falando do amor Dele e de coisas que eu precisava ouvir. Agora eu vou para a Igreja, porque Jesus é o caminho’. O cara ficou convertido em um jogo de videogame”, disse Saad em um vídeo publicado por ele, testemunhando o acontecimento.
Questionado pelo portal Guia-me sobre o que pensa de como isso aconteceu, o pastor citou o texto de Mateus 28:19, explicando que o “ide” na passagem, na verdade, se refere a “indo”, no sentido de algo contínuo.
“Isso me mostra que a palavra de Deus não define um local para onde ir e pregar, e sim indo no sentido de que enquanto eu vou caminhando, no rumo dessa vida, eu vou lançando minhas sementes”, disse ele. “Não é somente ir à igreja e pregar lá. Mas enquanto eu vou, vou semeando”.
Fonte: Gospel Mais
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