CPAD lança concurso “Crente Bom de Bíblia”

Cristãos de todo o Brasil podem se inscrever gratuitamente

Coluna do “pórtico de Salomão” é desenterrada em Jerusalém

Parte da estrutura estava entre “lixo” retirado do Monte do Templo

SBB lança Bíblia de Estudo da Reforma Protestante

Lançamento comemora os 500 anos do movimento da reforma

Historiador acredita ter encontrado primeiro e único retrato de Jesus

Imagem gravada em moeda seria de versão mesopotâmica de Cristo

Maioria dos cristãos não conhece a Bíblia, revela pesquisa

Há um “abismo” entre os que se identificam como cristão e sua maneira de ver a vida

terça-feira, 25 de abril de 2017

Que esportes existiam na época de Jesus?

Grécia e Roma dominavam, mas judeus também tinham seus esportes.

por Cristiano Medeiros


O mundo era outro quando Jesus nasceu no primeiro ano do calendário cristão, mas desde aquela época os povos já praticavam esportes como lazer e diversão.
Os Jogos Olímpicos, da antiga Grécia, começaram a ser realizados no século 8 a.C., e permaneceram até o século 4 d.C. Roma também tinha seus próprios jogos: uma série de eventos que serviam de espetáculo ou circo e que iam desde corridas de quadrigas até o boxe, passando pelas não tão esportivas competições de gladiadores, que estavam em seu ápice.
A primeira referência esportiva dos hebreus é encontrada dois séculos antes do nascimento de Jesus. Em 175 a.C., um sumo sacerdote de Jerusalém chamado Jasão construiu um estádio de estilo grego, com espaço para praticar luta, boxe, natação e outras modalidades, em uma tentativa de “helenizar” a cidade.
Alguns textos acusam a Jasão de impor o estilo de vida grego as pessoas, incluindo a prática de esportes. A Enciclopédia Judia na internet relata que os esportes se tornaram uma moda tão forte (inclusive entre os rabinos), que os mais conservadores ficaram horrorizados.
Mais perto do nascimento de Jesus, o rei Herodes reintroduziria o atletismo na vida judia com a construção de um novo estádio no século 7 a.C. e criação de jogos periódicos para honrar César. Porém, em vez de ficarem impressionados, “os judeus os desprezaram como esportes pagãos, que não só corrompiam os costumes do povo judeu, como também os levavam a descumprir a lei de Moisés e, por isso, eles condenaram (os jogos) veementemente”, declara a Enciclopédia Judia.
No Antigo Testamento, são citadas algumas modalidades de jogos, mas os especialistas as relacionam muito mais com a caça ou a defesa do que com a ideia de um atleta dedicado, no conceito atual na prática esportiva.

Esporte era prática do povo inimigo

“O fato é que havia muito pouca atividade esportiva na época que Jesus nasceu”, disse à BBC Joshua Schwartz, professor de geografia e história antiga de Israel na Universidade de Bar-Ilan, em Ramat-Gan, Israel. “Não havia jogos organizados pelos judeus.”
A razão era primeiro política, conforme relatou Schwartz, que estudou amplamente o tema com ênfase especial nos jogos que as crianças da época jogavam. “Não é que os judeus eram contra a prática do exercício em si. O problema era que os esportes eram considerados algo helenístico, algo identificado com o mundo greco-romano. E você não iria querer jogar os jogos do seu inimigo.”

Então quais esportes os judeus podiam praticar?

“Havia jogos com bola, porém informais. Diferentes variações de brincadeiras de jogar e agarrar. Lançar uma bola contra a parede, fazê-la rolar pelo chão. Mas você não vai encontrar um ‘Galileia United’ jogando contra um ‘Real Nazaré’ na época”, ironizou Schwartz.
As bolas eram feitas com tecidos amarrados e costurados. Quanto mais dinheiro a pessoa tivesse, mais bonita era sua bola. Além disso, as crianças brincavam imitando seus pais, os soldados, e faziam corridas de carrinhos. Tudo isso que poderia ser considerado “esporte” somente num sentido muito mais amplo.
Não sobram nada além das referências bíblicas para sabermos que esportes eram comuns na época. No livro, há referências ao tiro com arco (“E eu atirarei três flechas para aquele lado, como se atirasse ao alvo”. Samuel 1, 20-22) ou lançamento com funda, uma espécie de estilingue (“Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais atiravam com a funda uma pedra em um cabelo, e não erravam”. Juízes 20, 16).
Os especialistas concordam que há documentos que indicam que os judeus eram bons nessas atividades. Mas eles não as praticavam de forma consistente, como atividade física.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 22 de abril de 2017

Teologia da prosperidade mata mais que islã radical, diz pastor perseguido

Saeed Abedini denuncia que esse tipo de cristianismo causa muito mais danos à fé que a perseguição islâmica

por Jarbas Aragão


O pastor Saeed Abedini, que passou mais de três anos presos no Irã por causa da sua fé, sendo torturado constantemente, de muitas maneiras se tornou um símbolo da igreja perseguida no Ocidente.
Após ser liberto, ele voltou a morar nos Estados Unidos, onde conduz um ministério voltado para denunciar a perseguição religiosa. Esta semana ele voltou a criticar os pregadores da prosperidade.
Usando as redes sociais, ele denunciou as igrejas que, segundo ele, são voltadas apenas para a performance de seus líderes. Argumentou ainda que esse tipo de cristianismo está causando muito mais danos à fé que o islamismo radical.
“A estrutura de muitos ministérios e igrejas é montada em torno de um palco para que os líderes se apresentem e nós temos que pagar o custo disso. Parece que os cristãos estão matando mais seus irmãos que o Islã”, disparou.
“Os muçulmanos radicais podem matar centenas de nós em atentados terroristas, mas esse tipo de cristianismo mata [espiritualmente] centenas de milhões de cristãos ao redor do mundo”, acrescentou.
Abedini escreveu ainda que o “Corpo de Cristo” tem dado ouvidos a muitos pregadores que estão envolvidos em “roubo, hipocrisia, adultério e anunciam o falso evangelho da prosperidade”.
Sem dar nomes, reiterou que esses “pregadores da prosperidade roubam o dinheiro da casa do Senhor”, e ainda chamam isso de “sucesso”. “Eles ficam com parte das doações para si, algo que ironicamente nem os fariseus dos tempos de Jesus faziam”.
O pastor iraniano acredita que “os cristãos de hoje não adoram a Deus como deveriam, porque são enganados por esse tipo de ensino moderno”.
Desde o início de abril, Abedini vem fazendo acusações contra diferentes pastores. Disse, inclusive, que algumas figuras conhecidas usaram sua história de perseguição para arrecadar fundos, mas não fizeram muito para ajudá-lo após sua libertação. Com informações Christian Post
Fonte: Gospel Prime


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Local do julgamento de Jesus pode ter sido encontrado

Palácio de Herodes foi localizado próximo à Torre de Davi, em Jerusalém

por Jarbas Aragão


Esta é a semana mais intensa do ano em Jerusalém, enquanto milhares de moradores e peregrinos comemoram tanto o Pessach (Páscoa), que marca a saída dos judeus do Egito, quanto a Semana Santa, que culmina com o domingo da ressurreição.
Dentro das muralhas da Cidade Velha, descobertas recentes indicam que o Palácio de Herodes pode ter sido o local, cerca de 2.000 atrás, onde Pôncio Pilatos julgou e condenou Jesus.
Em 1999, arqueólogos encontraram um edifício enquanto trabalhavam no espaço que serviria para a expansão do museu da “Torre de Davi”. As ruínas estavam por baixo de uma prisão otomana, edificada no local durante a Idade Média. Não há dúvidas que o local abrigava o Palácio do Rei Herodes. Registros em suas paredes remontam ao período do Primeiro Templo.
Contudo, durante séculos a tradição indicava que Pilatos tinha emitido a sentença de morte na fortaleza Antônia, localizada na parte nordeste da cidade velha, onde ficava a guarda Pretoriana Romana.
As evidências indicam que Pilatos mais provavelmente realizou o julgamento em seu palácio, edificado sobre as ruínas do lendário rei Davi.
O arqueólogo israelense Amit Re’em dirigiu escavações no Palácio de Herodes. Ele explicou à CBN: “Parece lógico supor que o governador romano local aqui em Jerusalém – Pôncio Pilatos – também estava no palácio de Herodes, por que ele estava acostumado a viver em meio ao todo o luxo”.
Re’em não vê motivos para o governante ter se deslocado. O pesquisador conhece muito bem a longa história registrada no local. “Até agora, essas paredes impressionantes eram os únicos vestígios do Palácio de Herodes. Não sabemos o que aconteceu com as superestruturas, que sustentava o palácio. Talvez tenham sido destruídas em uma grande revolta, ou derrubadas pelos próprios romanos, ou mesmo pelos cruzados ou pelos otomanos”, especula.
De modo especial nessa época, os cristãos refletem sobre o que aconteceu nas horas que antecederam a crucificação do Senhor. Esse entendimento maior sobre o local onde tudo ocorreu desafia os estudiosos.
O teólogo David Pileggi afirma que é quase uma conclusão precipitada afirmar que Jesus foi trazido até o palácio. “Não sabemos exatamente onde Jesus foi julgado, onde foi ouvido por  Pilatos, mas sabemos que foi em algum lugar no palácio de Herodes”, afirma o estudioso.
“Sabemos apenas que o palácio de Herodes, o Grande, acabou se tornando propriedade romana após a morte de Herodes e que todos os anos, na época da Páscoa, Pôncio Pilatos vinha da Cesária até Jerusalém, para supervisionar a segurança da cidade durante as festas”, continuou ele.
Segundo Pileggi, o Museu da Torre de David abrange toda a história de vida de Jesus.
“Há meio século que os estudiosos vêm dizendo que a história de Jesus começa na Torre de Davi, ou melhor, o que naqueles dias era o Palácio de Herodes. Foi aqui que os Reis Magos vieram visitar o rei Herodes. Também é aqui que sua vida basicamente termina. Quando Pôncio Pilatos o condenou à morte, anunciou seu fim no mesmo local onde foi anunciado a sua chegada. Por isso, há algumas coincidências muito interessante nesta história”, resume.
A arqueóloga israelense Renee Sivan também estava trabalhando no local quando o Palácio de Herodes foi descoberto. Dezesseis anos depois, ela afirma que ainda está impressionada com o poder e opulência do lugar, bem como a trágica história de crueldade e brutalidade ocorrida dentro das muralhas da cidade.
“Jerusalém é como uma cebola”, compara. “Tire uma camada e você achará outra, parece que  nunca termina, então você chora um pouco, mas não muito. É o que acontece aqui”. Para ela, conhecer o local onde o julgamento ocorreu ajudaria os cristãos a “visualizar melhor os eventos monumentais que aconteceram a Jesus de Nazaré na sua última semana de vida”.

Geografia bíblica

Os responsáveis pela descoberta, revelada pela primeira vez em 2015, estão certos de faria mais sentido o julgamento ter sido aqui quando se acompanha a narrativa do Novo Testamento.
Sabe-se que o palácio de Herodes ficava no lado oeste da cidade, isso combina com as ruínas encontradas junto à Torre de Davi. Há registros históricos que o julgamento teria acontecido “próximo de um portão e de uma rua com pedras irregulares”, o que estaria presente no achado arqueológico.
O arqueólogo Shimon Gibson, da Universidade da Carolina do Norte, lembra: “Não há inscrição que comprova que o julgamento aconteceu aqui, mas todos os relatos – arqueológicos, históricos e do evangelho- parecem apontar para cá”.
fonte: Gospel Prime

Esterco oferece prova arqueológica de relato bíblico sobre o rei Salomão

“A precisão histórica dos relatos do Antigo Testamento é discutível, mas a arqueologia não pode mais ser usada para contradizê-los”, afirma líder da expedição

por Jarbas Aragão



A descoberta de pilhas de esterco de 3.000 anos de idade no vale Timna, sul de Israel, estão fornecendo aos arqueólogos comprovações sobre os relatos bíblico referentes ao rei Salomão.
Usando técnicas avançadas de datação, o material ficou conservado desde o século 10 a.C. graças a condições climáticas únicas naquela região de Israel.
O History Channel mostrou recentemente como os arqueólogos da Universidade de Tel Aviv começaram a escavar em 2013 as ruínas de um local usada para mineração. Logo fizeram várias descobertas importantes, incluindo muros e portões fortificados.
Contudo, o mais impressionante é que a equipe encontrou pilhas de estrume animal. Inicialmente ignorados, por acreditarem que seriam de animais de beduínos que vivem nas imediações, ficaram surpresos ao perceber que os dejetos ajudavam a mostrar como aquele local era usado na uma época em que o rei Salomão construiu o Templo em Jerusalém.
É notável que o estrume comprove as atividades importantes ocorridas no local. No complexo foram encontrados grandes currais para animais de tração. Análises precisas de pólen, sementes e fauna, mostram que eles eram alimentados com feno e bagaço de uva. Essa era uma alimentação de qualidade, mostrando que eles vinham de regiões mediterrâneas, a centenas de quilômetros de distância.
“De acordo com a Bíblia, o rei Salomão ficou famoso por sua grande sabedoria e riqueza. Entre seus muitos projetos de construção está o templo em Jerusalém, generosamente ornado com objetos de ouro e bronze”, descreveu o documentário que foi ao ar esta semana pelo canal da National Geographic.
A construção do Templo exigiu grandes quantidades de metal, o que faria suas minas operarem em escala industrial em algum lugar do Oriente Médio. Contudo, as Escrituras não revelam sua localização exata. Todo o material dessa pesquisa que revela onde ficavam as minas de Salomão foi publicado na revista científica The Journal of Archaeological Science: Reports, que serviu de base para o roteiro do programa.
Pela cronologia bíblica, os livros de I Reis I e II Crônicas mostram que Salomão sucedeu seu pai Davi como rei de Israel por volta de 970 a.C. Embora historiadores tenham duvidado de sua existência por falta de registros históricos extra bíblicos, a descoberta dessas minas de cobre em Timna mostram que a produção de metais nobres eram gigantescas e as pilha de esterco animal seriam prova de que a quantidade de jumentos usados para o transporte indicam que aquelas seriam as lendárias “minas do rei Salomão”.
No total, os pesquisadores descobriram mais de 1.000 toneladas de detritos de fundição de metais no local, sugerindo que uma produção em escala industrial. Ainda não foram encontrados registros escritos no local que mencionem o nome do rei, mas não há dúvidas que uma sociedade complexa viveu no local.

Arqueologia comprova a Bíblia

Primeiramente, os arqueólogos acreditavam que as ruínas pertenciam a cidades dos edomitas, inimigos históricos de Israel. Contudo, os relatos bíblicos mostram que o rei Davi conquistou aquela região. Os trabalhadores das minas eram os edomitas, que faziam trabalho escravo.
O professor Erez Ben-Yosef, do Instituto de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv, disse que os muros fortificados demonstram que o local era um alvo militar naquele tempo. O mais provável é que Davi exigia tributos depois de derrotar os edomitas.
O líder da equipe diz haver uma “séria possibilidade que Jerusalém obteve muito de sua riqueza a partir dessas operações de mineração”. “Até recentemente, não sabíamos quase nada sobre nessa área”, continuou Ben-Yosef. “Mas agora não só sabemos que esta era uma mina de cobre, mas também que estava produzindo grandes quantidades nos dias do rei Davi e de seu filho Salomão.”
“Embora não exista uma descrição explícita das minas do rei Salomão no Antigo Testamento, existem referências aos conflitos militares entre Israel e os edomitas do vale do Arava,” sublinha.  “Depois de termos encontrados evidências de medidas defensivas — uma fortificação sofisticada — entendemos o que deveria estava em jogo nessa região remota: o cobre.” Naquela época, esse metal era raro e tão valioso quanto o ouro.
“A precisão histórica dos relatos do Antigo Testamento são discutíveis, mas a arqueologia não pode mais ser usada para contradizê-los”, observa Ben-Yosef. “Pelo contrário, nossas novas descobertas estão em total acordo com a descrição dos conflitos militares contra uma sociedade hierárquica e centralizada localizada ao sul do Mar Morto.”
A equipe arqueológica planeja continuar estudando as sociedades antigas que trabalharam nessas minas de cobre. “A preservação única dos materiais orgânicos em Timna, combinado com os métodos de pesquisa do século 21, incluindo análises de resíduos e de DNA antigo, contém o potencial para futuras descobertas significativas”, conclui Ben-Yosef. Com informações Christian Post
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 12 de abril de 2017

CPAD lança concurso “Crente Bom de Bíblia”

Cristãos de todo o Brasil podem se inscrever gratuitamente

por Cristiano Medeiros


A Casa Publicadora da Assembleias de Deus (CPAD) está promovendo o 1º Concurso Bíblico Nacional, denominado “Crente Bom de Bíblia”. Com inscrições abertas até o dia 10 de julho, o concurso que faz parte da campanha intitulada “2017 – Ano da Palavra”, é dividido em três categorias e abrange as seguintes faixas etárias: adolescentes (de 13 a 17 anos), jovens (de 18 a 25 anos) e adultos (acima de 26 anos).
A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site: www.crentebomdebiblia.com.br. Os participantes deverão responder diariamente no site as perguntas bíblicas durante os meses de: julho, agosto e setembro. As questões valerão pontos para a classificação dos participantes, sendo um grupo para cada uma das cinco regiões do país.
O concurso será dividido em duas fases: a primeira será realizada por meio de respostas às perguntas bíblicas objetivas de múltipla escolha pela internet no site do Concurso de 11 de julho de 2017 a 08 de setembro de 2017; e a segunda fase, que é “Grande final”, acontecerá de forma presencial no dia 2 de novembro de 2017 para adolescentes, dia 3 de novembro de 2017 para jovens e dia 4 de novembro de 2017 para adultos. Todos na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em local a ser informado antecipadamente aos finalistas.
Somente podem participar do Concurso Bíblico Nacional – Crente Bom de Bíblia, adolescentes, jovens e adultos residentes no território brasileiro. Durante o período do concurso, os inscritos poderão acompanhar no site a tabela de classificação regional constando nome, pontos, estado e região dos participantes.

Premiações do concurso

A premiação será realizada por categoria. Entre a faixa etária de adolescentes, o primeiro lugar receberá uma bolsa de estudo em um curso de idiomas, de sua preferência, durante dois anos; e o segundo e terceiro lugar receberão um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da “Grande Final”.
Os participantes inscritos como jovens ou adultos, receberão os seguintes prêmios: os primeiros lugares ganharão uma viagem especial para Israel; e os segundos e terceiros lugares receberão um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da “Grande Final”.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Filme "A Cabana" estreia hoje em todo o Brasil


A produção distribuída pela Paris Filmes estreia hoje (06/04) em diversos cinemas do Brasil, e já conquistou elogios de diversos líderes e personalidades que compareceram nas pré-estreias do longa pelo país. Ao todo foram seis lançamentos: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Recife e Fortaleza.
A Cabana, que tem também a participação da atriz brasileira Alice Braga, é baseado no best-seller homônimo do escritor canadense, William P. Young, que vendeu mais de 4 milhões de cópias só no Brasil e mais de 25 milhões ao redor do mundo. Na trama, o ator Sam Worthington, de “Avatar”, vive Mack, homem que passou pela dor de perder a filha mais nova e entra em depressão. Após uma tragédia familiar, ele recebe uma carta que o convida a ir até uma cabana abandonada.
Gilson Mello, coach e pastor, que também compareceu em uma destas Pré-estreias, explica que tanto dentro da visão cristã, quanto dentro da neurociência, o ser humano que está afundado em um momento de dor e perda precisa dar esta parada e rever toda a história. “Seria um processo de cura interior de quem sofreu uma perda irreparável. No filme, o protagonista se depara com todas as emoções vividas: raiva, mágoa, ressentimento, impotência e faz um caminho de volta, através do amor e do perdão”. Um coach também trabalha isso para ajudar uma pessoa a transformar aquela dor em superação”, explica o conferencista que aproveita e convida o público para comparecer aos cinemas hoje e ser desafiado a rever a dor que o está consumindo.

Com uma fotografia incrível, foi filmado no Canadá, o longa alcançou as expectativas de todos que já assistiram ao filme durante a pré-estreia. Para Ygor Siqueira, CEO da 360WayUp, empresa responsável pela comunicação para o público cristão/religioso, o filme tem uma bela lição para transmitir e é importante que todos compareçam, já neste final de semana, para assistir ao filme. “Não apenas porque estou envolvido neste trabalho, mas realmente A Cabana tem uma história forte e emocionante e, certamente, vai tocar muitas pessoas principalmente neste momento que vivemos”, termina Ygor.

O filme estreia hoje! Vale a pena assistir!


por Rosângela de Luna 

Facebook: acabanaofilme/
#ACabanaOFilme

Com informações da 360 WayUp

Coluna do “pórtico de Salomão” é desenterrada em Jerusalém

Parte da estrutura estava entre “lixo” retirado do Monte do Templo 

por Jarbas Aragão


O projeto Peneirar foi criado em 2004 por arqueólogos que desejavam investigar o que havia nas mais de 9 mil toneladas de terra removidas do Monte do Templo em 1999. O que era “lixo” para a Autoridade Islâmica Waqf – que administra o local desde a guerra de 1967 – para os judeus é parte essencial de sua história.
No final do ano passado, por exemplo, eles conseguiram resgatar parte do piso do Segundo Templo. Esta semana eles encontraram parte de uma coluna que ficava no “pórtico de Salomão”, mencionado no Novo Testamento como local de reunião da igreja no primeiro século (Atos 3:11 e 5:12). O local dava acesso ao pátio dos gentios e era ladeado por colunas.
Um capitel, parte que ficava no alto da estrutura, no estilo dórico, foi desenterrado. Ele indica que  cada  coluna tinha uma circunferência de 75 centímetros. A descoberta da peça, parte da colunata dupla que cercava o acesso Oriental do Monte Moriá nos dias de Jesus, é mais uma prova incontestável que os relatos bíblicos sobre o local estavam corretos ao afirmar que naquele local foram construídos dois templos judeus.
A coluna media 12 metros de altura e tinha um capitel cuidadosamente adornado. Além de o Novo Testamento falar sobre o local, o livro “A Guerra dos Judeus”, do historiador judeu-romano Flávio Josefo descreve a praça de acesso do Monte do Templo.
O Dr. Gabriel Barkay, diretor do Projeto Peneirar afirmou à imprensa: “Este é um capitel no estilo dórico, uma das características da arte na época da dinastia dos Hasmoneus. Parece que fazia parte da colunata oriental do Monte do Templo, que Josefo e até mesmo o Novo Testamento chamavam de “Pórtico de Salomão”.
Uma coluna como esta é um impressionante testemunho da imensidão das estruturas no Monte na era do Segundo Templo, e se encaixa bem com a narrativa de Josefo, que descreve o que ele viu com seus próprios olhos.
Barkay explicou que as colunas ficavam em duas fileiras paralelas, sendo cobertas com vigas de cedro que sustentavam a estrutura que oferecia sombra aos peregrinos, em especial quando vinham de muito longe para as três principais festas judaicas.
Esse tipo de descoberta em meio a tentativa dos palestinos e das Nações Unidas de negarem os vínculos históricos dos judeus com o Templo e com Jerusalém chama atenção nas vésperas da comemoração do cinquentenário da reunificação da sua capital eterna. Mesmo assim, o projeto Peneirar passa por dificuldades.
Seus idealizadores aproveitaram a divulgação desse achado para pedir ajuda financeira ao governo de Israel. Para Barkay, o Peneirar é uma “extraordinária ferramenta de educação”. Qualquer pessoa interessada pode se inscrever e envolver-se na busca arqueológica. Mais de 200 mil voluntários já passaram pelo local, ajudando a desenterrar importantes peças arqueológicas. Com informaçõesJerusalém Post
Fonte: Gospel Prime
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