Ministério Nissí realizou sua segunda Gincana Bíblica

A gincana teve como objetivo promover uma tarde de brincadeiras saudáveis e com base bíblica

Em Defesa de Cristo: Livro best-seller que inspirou o filme é relançado pela Editora Vida

Em 1998, Lee Strobel lançou nos Estados Unidos o livro Em Defesa de Cristo

O Peregrino, de John Bunyan, ganhará novo filme

"Estamos conquistando um novo terreno em filmes sobre a fé”, diz diretor.

Arqueologia revela provas da destruição de Jerusalém pelos babilônios

Achados remetem a relatos do Antigo Testamento de 2.600 anos atrás

Biblioquímica: Livro aborda evidências das ciências biomédicas na Bíblia

Obra aborda semelhanças científicas com questões bíblicas

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

"Em Defesa de Cristo" estreia com a segunda maior média de público por sala do país


O filme Em Defesa de Cristo estreou na quinta-feira (14/09) em 66 salas de cinemas no Brasil e surpreendeu a todos com a boa performance no circuito sendo superior a filmes como Polícia Federal – A lei é para todos e Emoji: O Filme.

A produção, dos mesmos criadores de Deus Não Está Morto 2 e Você Acredita?, chamou a atenção por ser baseado em fatos reais sobre a vida de Lee Strobel, um ex-jornalista ateu que começa uma jornada para desacreditar o cristianismo assim que sua esposa Leslie se converte à fé cristã.

Investigativo, intrigante e revelador, Em Defesa de Cristo alçancou o 2º lugar na média de público por salas, na semana de estreia, segundo o comScore, no Top 10 Brasil, ficando atrás apenas do filme It: A Coisa. Confira a lista dos cinemas mais perto de você, aqui!

Lançamento da California Filmes em parceria com a 360 Way Up, o longa teve uma campanha de divulgação intensa. Foram mais de três meses trabalhando para que todos pudessem ser impactados com a história que ensina sobre poder da oração, fé, perseverança e amor. Na campanha, o filme contou com a nacionalização da música tema do filme, feita por Aline Barros, a Editora Vida relançou o livro com edição especial para o filme, foram realizadas 14 pré – estreias em cidades estratégicas. Além de tudo isso, fato inédito para o cinema cristão, o voucher 2 por 1 foi bastante difundido. A ideia é que o membro adquira esse voucher e troque no cinema. Com isso, ele compra um e ganha o outro.

Tudo isso está motivando publicações na internet. Diversas pessoas estão se emocionando pelo país, criando postagens com a hashtag #EmDefesaDeCristo nas mídias sociais, como Facebook e Instagram, para compartilhar e incentivar a presença de famílias e grupos de amigos nos cinemas. Portanto, para essa produção, os cinemas abriram ao público a possibilidade de fazer reservas de salas de exibição para grupos, com valores especiais. Nesse caso é preciso entrar em contato diretamente com o gerente do cinema local onde o filme está sendo exibido.


Com informações da 360 WayUP


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Traficante clama “sangue de Jesus” enquanto obriga mãe de santo a destruir próprio terreiro

Casos de intolerância ocorridos em Nova Iguaçu (RJ) foram divulgados nas redes sociais

por Jarbas Aragão


Um terreiro de candomblé foi atacado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Sete homens armados invadiram um barracão durante uma sessão e obrigaram a sacerdotisa a destruir as imagens. Sob a mira de uma arma, ela obedeceu. Os “filhos de santo” presentes no local foram tiveram suas “guias” arrancadas do pescoço e obrigados a ir embora.
Um vídeo mostrando tudo foi divulgado pelos próprios criminosos nas redes sociais. Testemunhas relatam que os bandidos urinaram nos santos, afirmando que não permitiriam a prática de “bruxaria” na comunidade.
Chama atenção que os invasores usem termos cristãos enquanto a yalorixá ia quebrando as imagens: ‘Quebra tudo, quebra tudo! Apaga as velas, porque o sangue de Jesus tem poder! Arrebenta as guias todas! Todo o mal tem que ser desfeito, em nome de Jesus! Quebra tudo porque a senhora é quem é o “demônio-chefe”! É a senhora quem patrocina essa cachorrada!
Esse não é o único ataque do tipo em Nova Iguaçu. Um outro vídeo mostra ataque similar a um terreiro, onde um homem é obrigado a destruir o próprio terreiro de candomblé.
É possível ver nas imagens que traficantes ameaçam a vítima com um bastão de beisebol onde está escrita a palavra ‘diálogo’. Ameaçam o homem de morte, caso ele tente montar um novo terreiro na favela. Novamente, o grupo usa o nome de Jesus Cristo, mas também o de uma facção criminosa.
‘É só um diálogo que eu tô tendo com vocês, na próxima vez eu mato! Safadeza, pilantragem! Primeiramente é Jesus! Quando vocês forem bater cabeça aí na casinha do cachorro, vocês primeiro pedem licença a Jesus!”, dizem. Em seguida questionam: “ Vocês não sabem que o “mano” não quer macumba aqui? Tá peitando por quê? Por que a gente tirou a boca dali? Arrebenta tudo! Eu sou da honra e glória de Jesus!”
Os defensores da liberdade religiosa na cidade condenaram esses casos de intolerância. O presidente da comissão, Ivanir dos Santos, enfatiza que existe uma ligação entre essas ações criminosas.
Ele culpa pastores, mas não cita nomes. ‘Essa é uma coisa muito bem orquestrada e pensada até de ocupação de espaço geográfico. É sinal de que tem algumas más lideranças religiosas metidas nisso. Porque o cidadão em si ele não acorda, da noite pro dia, tem uma miragem, ‘ah, Jesus mandou, fui lá e fiz’. Não é isso que está acontecendo. Eles estão falando com uma retórica, com um discurso muito bem construído. Então alguém botou isso na cabeça dessas pessoas.’
O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, tenta viabilizar a criação de uma Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.
Alguns dos traficantes que realizaram os ataques já foram identificados. Seus nomes não foram divulgados, mas são ligados ao tráfico de drogas da região. As investigações correm em sigilo e estão sendo feitas pela 58ª Delegacia de Polícia.
O secretário estadual de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos ( SEDHMI), Átila Alexandre Nunes, confirmou a ocorrência de um oitavo ataque do tipo na mesma região. Com informações de CBN
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Pastor ensina como diferenciar heresia de erro teológico

“Essa distinção nem sempre é fácil”, afirmou Augustus Nicodemus

por Tiago Abreu


O pastor Augustus Nicodemus, da Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil em Goiânia, publicou um vídeo em seu canal no YouTube, Perguntar não Ofende, neste domingo (10). Em três dias, a publicação alcançou cerca de 8 mil visualizações.
O canal de Augustus oferece, com frequência, dúvidas de internautas acerca de temas relacionados à teologia cristã, a fé e a vida social. O projeto é desenvolvido em parceria com a igreja que pastoreia, e as perguntas são enviadas por e-mail.
No vídeo em questão, o líder abordou suas visões acerca da diferença entre o que considera erro teológico de uma heresia, além dos pontos de gravidade dentro destas concepções.
“Essa distinção nem sempre é fácil, mas o parâmetro geral é o seguinte: um erro teológico é um erro numa área que não é essencial em matéria de salvação”, disse o líder que, em seguida, utilizou um exemplo para a sua argumentação.
“Por exemplo: A pessoa tem uma concepção errada acerca do batismo, da forma do batismo. Então ele está errado naquela concepção, mas esse erro não afeta a sua salvação porque a sua salvação depende dele crer em Jesus Cristo como seu único Senhor e salvador”.
Augustus, então, definiu a diferença com relação as heresias. “Já uma heresia afeta a doutrina básica do cristianismo e que está diretamente ligada à nossa redenção”, afirmou.
“Por exemplo: A negação da Trindade é uma heresia. A negação da divindade de Cristo é uma heresia. Negar que Cristo morreu pelos nossos pecados para nos salvar é uma heresia. Negar que ele ressuscitou dos mortos fisicamente ao terceiro dia, isso é uma heresia”, complementou Augustus.
“Então essa é a diferença básica: O erro atinge doutrinas secundárias que não 

afetam a nossa salvação. A heresia fere o coração do Evangelho e do 

Cristianismo”, finalizou o líder presbiteriano.

Assista:




Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Jim Caviezel está filmando “Paulo, o apóstolo de Cristo”

Ator volta a estrelar em produção com temática bíblica

por Jarbas Aragão



A Affirm Films, subsidiária dos estúdios Sony para filmes de família e religiosos está rodando o longa “Paulo, Apóstolo de Cristo” na ilha de Malta. A produção, cujas primeiras imagens foram divulgadas esta semana, pretende contar a trajetória de Paulo, de perseguidor dos cristãos até mártir da fé.
O drama histórico é dirigido por Andrew Hyatt – de Full of Grace, filme sobre Maria inédito no Brasil – que também assina o roteiro. Nos papeis principais, James Faulkner (Randyll Tarly, de Game of Thrones) como Paulo e Jim Caviezel (de A Paixão de Cristo) será o evangelista Lucas.
A história do longa pretende ser fiel ao relato bíblico, focando mais especificamente em seus últimos dias, quando ele esperava numa prisão em Roma pela execução ordenada pelo imperador Nero. Parte da trama ocorre enquanto ele lembra sua trajetória missionária.
Mesmo preso, Paulo continua pregando o Evangelho de Jesus Cristo e encoraja seus seguidores a permanecerem fortes em sua fé mesmo diante da perseguição romana. O tema parece adequado ao momento atual, onde cristãos de todo o mundo ainda vivem sob perseguição constante.
Os produtores do filme, que são cristãos e fizeram O Céu é de Verdade, entendem que o filme servirá para “compartilhar essa história tão necessária com o mundo”.
Caviezel volta a rodar um filme com temática bíblica, conforme explicou em entrevista recente: “Meu dever é viver de acordo com o Evangelho todos os dias e dar testemunho da verdade”. Cotado para “A Ressurreição”  , uma sequência de A Paixão de Cristo (2004), onde viveu Jesus, o ator explica que faz o seu trabalho “por amor, para cumprir minha missão cristã”.
“Paulo, o Apóstolo de Cristo” deve ser lançado no Natal de 2018. Com informações de Variety 
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Como sei o que é uma seita?


Não há uma definição mundial de comum acordo a respeito do que caracteriza uma seita. Existem apenas algumas características gerais que nos permitem reconhecê-las. Há hoje três diferentes dimensões de seitas: doutrináriassociológicas e morais. Vamos examinar brevemente cada uma delas, tendo em mente que nem todas as seitas apresentam todas as características aqui apresentadas.
Características Doutrinárias de uma Seita
É típico das seitas dar ênfase a novas revelações “recebidas de Deus”, negar a autoridade única da Bíblia, negar a Trindade, apresentar uma visão distorcida de Deus e de Jesus e, principalmente, rejeitar a salvação pela graça.
Nova revelação — Muitos líderes de seitas afirmam ter um canal direto de comunicação com Deus. Como os ensinamentos das seitas são frequentemente mudados, precisam constantemente de novas “revelações” para justificar tais mudanças. Os mórmons, por exemplo, por anos excluíram os negros do sacerdócio, e quando a pressão social sobre essa forma de racismo exigiu mudança, o presidente dos mórmons “recebeu uma nova revelação”. Coisa semelhante se deu com as testemunhas de Jeová, com relação à vacinação e doação de órgãos.
Negam a autoridade da Bíblia – As seitas negam a autoridade exclusiva da Bíblia como regra de fé e prática, e dão maior importância aos livros escritos por seus fundadores e sucessores.
Visão distorcida de Deus e de Jesus – Negar a Trindade Divina e a divindade de Jesus é outro traço comum das seitas. Não aceitar a ressurreição do Senhor é outro ponto comum entre as seitas, que disseminam diversas explicações, muitas delas fantasiosas, para o relato dos evangelhos.
Negam a salvação pela graça — As seitas geralmente negam que a salvação é dada pela graça de Deus, distorcendo assim a pureza do Evangelho. Os mórmons, por exemplo, enfatizam a necessidade de nos tornarmos mais e mais perfeitos nesta vida. As Testemunhas de Jeová dão ênfase à distribuição de literatura da Torre de Vigia de porta em porta, como parte do trabalho para “alcançar” a sua salvação.
A partir desse breve exame acima, fica claro que todas as seitas negam uma ou mais das doutrinas básicas do Cristianismo.
Características Sociológicas de uma Seita
Além das características doutrinárias das seitas, muitas delas (não todas) também possuem os traços sociológicos que vamos abordar de forma breve.
Autoritarismo — O autoritarismo envolve a aceitação de uma figura de autoridade, que frequentemente utiliza técnicas de controle mental sobre os membros do grupo. Como profeta e/ou fundador, a palavra desse líder é considerada final.
Em contraste com o fundador de uma seita, o líder cristão lidera as pessoas através do amor, e não do medo. Influencia por amor, não por ódio. Procura motivar os corações, mas não tenta controlar os pensamentos. Lidera os seus seguidores como um pastor lidera ovelhas; não as conduz como bodes.
Exclusivismo — Outra característica das seitas é um exclusivismo que declara: “Somente nós temos a verdade”. Cada seita reivindica ser a comunidade exclusiva dos salvos.
Dogmatismo — Relacionadas de perto com o exposto acima, muitas seitas são dogmáticas — e esse dogmatismo é frequentemente expresso de forma institucional. Por exemplo, os mórmons declaram ser a única igreja verdadeira na terra. As Testemunhas de Jeová dizem que a Sociedade Torre de Vigia é a única voz de Jeová na terra. Muitas seitas acreditam ter a verdade dentro de uma pasta, como se ela ali estivesse, e somente elas estão de posse dos oráculos divinos.
Mentes fechadas — De mãos dadas com o dogmatismo está a característica de possuir mentes fechadas. Essa indisposição de ao menos considerar qualquer outro ponto de vista tem frequentes manifestações radicais. Um mórmon educado que encontramos nos disse que não lhe importaria se pudesse ser provado que Joseph Smith foi um falso profeta; ele ainda assim continuaria sendo um mórmon. Um homem testemunha de Jeová recusou-se a concluir a leitura de um artigo que provava a divindade de Cristo, porque “isso está incomodando a minha fé”, disse ele.
Susceptibilidade — O perfil psicológico de muitas pessoas que são “sugadas” para dentro de seitas não é do tipo bajulador. Geralmente as pessoas que se juntam a uma seita são altamente incautas e até mesmo psicologicamente vulneráveis. Membros de seitas frequentemente aceitam ensinos tomados por uma fé cega, insensível à argumentação sensata. Um missionário mórmon declarou que acreditaria no Livro de Mórmon, ainda que o livro dissesse que existem círculos quadrados!
Isolamento — As seitas mais extremistas criam às vezes fronteiras fortificadas, frequentemente precipitando finais trágicos. Desertores são considerados traidores, passando a correr risco de vida e sendo perseguidos pelos membros mais zelosos da seita. Em muitos casos, diz-se aos membros da seita que se abandonarem o grupo serão atacados e destruídos por Satanás. A construção de tais barreiras, seja de caráter físico, seja de caráter psicológico, cria um ambiente de isolamento que, por sua vez, leva ao antagonismo.
Antagonismo — Em um contexto de isolamento, são gerados tanto o medo como o sentimento de hostilidade em relação ao mundo exterior. Todos os outros grupos são considerados apóstatas, “o inimigo” e “as ferramentas de Satanás”.
Características Morais de uma Seita
No topo dos traços doutrinários e sociológicos das seitas existem também algumas dimensões morais a ser consideradas. Em meio às seitas que brotam, estão muito presentes o legalismo, a perversão sexual, a intolerância, abusos psicológicos e até mesmo físicos. Vale lembrar que nem todas as seitas manifestam cada uma dessas características.
Legalismo — Para muitas seitas, é comum o estabelecimento de um rigoroso conjunto de regras que devem ser obrigatoriamente vividas pelos devotos. Esses padrões são usualmente extrabíblicos. O ensino mórmon que proíbe o uso de café, chá, ou qualquer bebida que contenha cafeína é um caso típico. O requisito imposto pela Sociedade Torre de Vigia para que as Testemunhas de Jeová distribuam literatura de porta em porta é outro exemplo. O ascetismo do tipo monástico, com sua rigorosa obrigatoriedade de cumprimento de regras, é frequentemente visto como um meio de se alcançar o favor de Deus.
Perversão sexual — Lado a lado com o legalismo, o vício gêmeo da perversidade moral é bastante encontrado nas seitas. Joseph Smith (e outros líderes mórmons) teve muitas esposas. David Koresh afirmou possuir todas as mulheres em seu grupo, até mesmo as meninas mais novas. De acordo com uma revelação através de uma reportagem em 1989, meninas da idade de dez anos estavam incluídas. A seita Meninos de Deus tem utilizado, através de sua história, técnicas de “pescaria através do flerte”, com a finalidade de atrair pessoas para a seita, com apelos sexuais. Foi denunciada a prática de sexo entre adultos e crianças dentro dessa seita.
Abuso físico — De forma trágica, algumas seitas empenham-se em aplicar diferentes formas de abuso físico. Êx.-adeptos de seitas acusam com frequência seus ex-líderes de concentrarem-se em espancamentos, privação do sono, severa privação de alimentos e agressões a crianças até que estas ficassem queimadas ou sangrando. Às vezes, há acusações de abusos ritualísticos satânicos, embora tais fatos raramente sejam levados a conhecimento público. Contudo, os abusos psicológicos como o medo, a intimidação e o isolamento são mais comuns.
Intolerância para com as outras pessoas — Tolerância religiosa não é uma das virtudes da mentalidade das seitas. A intolerância é frequentemente manifestada através de hostilidades, culminando algumas vezes com assassinatos. Os muçulmanos radicais são conhecidos por esse tipo de comportamento.
A METODOLOGIA EMPREGADA PELAS SEITAS
As seitas são bem conhecidas pelo emprego de seus métodos questionáveis. Por exemplo, as seitas se concentram em decepções morais e processos agressivos de proselitismo. Vamos analisar isso de forma resumida.
Decepção moral —Duplicidade e mentiras são usadas para ganhar adeptos ao movimento. É muito comum o emprego de termos cristãos pelas seitas, porém com novos significados. Dessa maneira, cristãos destreinados são enganados e conduzidos a pensar que a seita é cristã. Por exemplo, as seitas ligadas ao Movimento da Nova Era utilizam os termos “ressurreição” e “ascensão”, querendo expressar a “ascensão” da conscientização cristã no mundo. O tão familiar termo cristão “nascido de novo” é muito empregado pela Nova Era para dar suporte à doutrina da reencarnação. O termo “o Cristo” é utilizado pelos adeptos da Nova Era visando atrair os cristãos, mas para eles o significado verdadeiro desse termo é “um ofício oculto desempenhado por vários personagens na história”.
Proselitismo agressivo — É normal em todas as religiões empregar esforços para trazer outras pessoas para a sua fé. O Cristianismo, o Judaísmo, o Islamismo e até mesmo certas formas de Hinduísmo e Budismo procuram converter pessoas às suas crenças. As seitas, contudo, levam as atividades proselitistas ao extremo. Seu excessivo esforço proselitista constitui uma tentativa de obtenção da aprovação de Deus. Trabalham para a graça, ao invés de trabalhar a partir da graça, como a Bíblia ensina (IICo. 5.14). Algumas vezes os seus esforços são empregados em favor da satisfação de seus próprios egos. Muitas vezes seu proselitismo ultrazeloso envolve evangelismo impessoal ou pessoas escusas. Tanto os mórmons como as testemunhas de Jeová possuem extensos programas de proselitismo porta a porta, embora sejam usualmente menos ofensivos em sua abordagem.
Preparado e compilado pelo Pr. Edisom Miranda

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Estudo bíblico - Livro de Deuteronômio

1. Data e Natureza do Livro.
O Livro de Deuteronômio é principalmente um livro de oratória (comentário). Porque Deuteronômio tem os sermões, as pregações, os discursos e os conselhos últimos de Moisés. São os conselhos da sua despedida. Moisés deu estes ensinos ao povo de Deus um pouco antes da sua morte. A geração velha que saiu do Egito 40 anos atrás tinha morrido ou ia morrer um poucos dias. A nova geração ia entrar em pouco tempo na terra prometida, e por isso Moisés deu uma revisão da história hebraica e da lei e dos ensinos de Deus.
2. O Tema do Livro.
O tema de Deuteronômio é a Fidelidade de Deus e a Obediência do homem. Leia os versículos seguintes: 5:29, 6:4-5, 10:12, 11:26-28, 28:1. Estes versículos falam da mesma coisa; Deus é fiel e o povo dele deve dar uma obediência a ele em tudo. “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças”, 6:4-5.
3. O Nome do Livro.
O nome Deuteronômio vem da tradução grega (Septuaginta, LXX) do Velho Testamento. O nome Deuteronômio vem da tradução da frase no versículo 17:18 que diz: “um traslado desta lei”.
4. Esboço do Livro.
I. Olhar Para Atrás. 1-11. A primeira divisão foi dada para o povo de Deus lembrar o passado, pensar bem, decidir e determinar servir o Senhor. II. Olhar Para Frente. 12-34. A segunda divisão foi dada para o povo de Deus olhar para o futuro com dedicação, esperança, antecipação e cuidado.
5. Algumas Observações sobre o Livro.
Como Gênesis é a introdução do Pentatêuco, Deuteronômio é a conclusão do Pentatêuco. Neste livro as palavras “O Senhor Deus” são faladas algumas 300 vezes, e no resto do Pentatêuco todo só 50 vezes. Jesus Cristo citou este livro quando foi tentado pelo diabo: Dt. 6:13; 6:16, 10:20 em Mt. 4:1-11 e Lc. 4:1-13. Também o citou em Mt.22:37 (Dt. 6:4-5). O Apóstolo Paulo citou este livro nos seus escritos também: Rm. 10:6-9 (Dt. 20:12-14), Gl. 2:10 (Dt. 21:23, 27:26). No Novo Testamento este livro é citado algumas 50 vezes.
A Primeira Divisão do Livro – Deuteronômio. 1-11.
Olhar Para Atrás
A primeira divisão é dividida em nove divisões. I. O Local do Livro. 1:1-5. II. Horebe e Cades-Barnéia. 1:6-19. III. Os Eventos na Cades-Barnéia. 1:20-46. IV. As Viagens do Deserto. 2:1-23. V. A Conquista da Terra da Banda Leste do Jordão. 2:24-3:22. VI. O Destino de Moisés. 3:23-29. VII. O Aviso Conveniente. 4:1-40. VIII. As Cidades de Refúgio. 4:41-49. IX. A Nova Geração Ensinada os Mandamentos e Preceitos Divinos. 5:1-11:32.
1. O Local do Livro. 1:1-5.
Israel estava nesta banda do rio Jordão quando Moisés deu estes conselhos ao povo de Deus. Esta foi a banda que fica ao leste do rio Jordão. Israel estava na planície de Moabe.
2. Horebe e Cades-Barnéia. 1:6-19.
Moisés começou os seus conselhos dizendo que o povo de Deus tinha que deixar a observação ritual da lei no deserto para começar a sua viagem espiritual para uma terra melhor.
3. Os Eventos na Cades-Barnéia. 1:20-46.
Aprendemos por este livro que foi o povo que sugeriu mandar os espiões na primeira vez para ver a terra de Canaã (v. 22-25). Mas, o povo não quis conquistar esta terra e murmurou contra Deus e recusou entrar por causa da sua incredulidade (v. 26-28). Também aprendemos outra coisa não falada antes em Números, as palavras de encorajamento que Moisés deu (v. 29-31) ao povo para entrar e conquistar a terra. Depois o povo chorou por causa da sua derrota, mas o Senhor não ouviu a sua voz, porque não era arrependimento verdadeiro (v. 45). Por isto esta geração toda morreu no deserto (v. 46).
4. As Viagens do Deserto. 2:1-23.
Os muitos dias que esta geração rodeou no deserto foi 38 anos (2:1). Observe que o tempo que este povo gastou no deserto é falado no v. 14. Mais uma vez podemos ver que o tempo gastado no deserto por esta geração foi considerada perdida, porque Moisés passou por cima dos eventos deste tempo.
5. A Conquista da Terra desta Banda Leste do Jordão. 2:24-3:22.
Moisés falou sobre a conquista da terra desta banda do Jordão por esta geração nova que estava lá para entrá-la novamente depois com Josué. Moisés falou isto para mostrar que o Senhor tinha dado a vitória sobre este povo e por isso foi um encorajamento para continuar na conquista que o Senhor prometeu. Note o tamanho da cama de ferro de Ogue o gigante, o rei de Basã, que Israel conquistou pelo poder de Deus no v. 3:11. A sua cama de ferro era 4.15 metros de cumprimento e 1.85 metros de largura. Ele era gigante mesmo, mas perante Deus era pequeno demais. Deus pode nos dar a vitória sobre os inimigos grandes.
6. O Destino de Moisés. 3:23-29.
Moisés falou sobre o seu grande erro que não deixou-o entrar na terra prometida. Moisés disse que pediu o Senhor para deixá-lo entrar na terra prometida, mas o Senhor disse a ele: “Basta; não me fales mais deste assunto”. Isto serviu ao povo de Deus como um aviso contra desobedecer o Senhor e para nós também. Veja que o Senhor corrigiu Moisés seu filho, mas também mostrou a sua compaixão quando deixou Moisés subir lá em cima do monte Pisga para ver a terra prometida de longe (v. 27).
7. O Aviso Conveniente. 4:1-40.
Nesta passagem Moisés ensinou esta geração nova algumas coisas importantes para o seu futuro. Ouvir os estatutos e os juízos do Senhor para que pudessem entrar na terra de Canaã, v. 1. Não era para acrescentar nem diminuir a Palavra de Deus, mas somente obedecer como ele tinha dado, v. 2. Deus deu aviso contra idolatria, v. 23. O mesmo Deus que abençoou este povo podia também dar uma correção severa. Não foi isto que aconteceu no deserto com a primeira geração? Leia v. 24. Veja o aviso que deu para este povo de Israel no v. 25-27. Foi isto mesmo que aconteceu depois quando Judá e Israel deixaram o Senhor para adorar deuses falsos e foram levados cativos para outras terras estranhas como Deus tinha avisado. Cuidado irmãos para obedecer o Senhor, porque o mesmo Deus que pode nos abençoar, pode nos corrigir também, v. 39-40.
8. As Cidades de Refúgio. 4:41-49.
De novo Moisés deu as cidades de refúgio. Três cidades à banda leste do rio Jordão, e três cidades à banda oeste do rio Jordão. O total de seis cidades. Este foi o fim da primeira pregação.
9. A Nova Geração Ensinada os Mandamentos e Preceitos Divinos. 5:1-11:32.
A segunda pregação começada. 5:1-5. Moisés chamou todo o Israel para a segunda pregação. Veja o que Moisés mandou o povo fazer: ouvir, aprender, guardar e cumprir, v.1. O conselho certo para o povo de Deus em todo tempo.
Os dez mandamentos dados novamente. 5:6-33. É quase igual com Êx. 20. Veja uma diferença no v. 15; o mandamento do sábado ficou ligado com a liberdade da escravidão do Egito.
O cumprimento da leia dada por Deus. 6:1-25. O propósito da lei dada por Deus era para o povo de Deus fazer, guardar e cumprir com fidelidade e cuidado. Ainda os crentes devem pensar nisto muito bem.
A vida nova na terra prometida. 7:1-8:20. Foi a vontade de Deus para o povo dele conquistar os inimigos da terra prometida totalmente. Não foi para fazer aliança com eles, nem deixar na terra, porque tinha o perigo de desviar o povo de Deus das coisas de Deus, v. 1-4. Ainda é a verdade, devemos tirar tudo da nossa vida que não agrada o Senhor, porque pode nos desviar das coisas de Deus. Nota porque o Senhor escolheu Israel e não uma outra nação, v. 7-8. Mostra a eleição da graça de Deus para com os seus eleitos. Note a razão porque Deus deixou o povo no deserto durante 40 anos, v. 8:1-3. Para que? Para que o povo pudesse ser humilhado e provado para ver se guardasse os seus mandamentos. Deus deu a promessa de bênção se seguisse os seus mandamentos, v. 8:4-18. Também deu o aviso de correção se deixasse os seus mandamentos, v. 8:19-20. Irmãos, estamos ouvindo?
Avisos e exortações. 9:1-11:9. Moisés disse ao povo que Deus ia dar Canaã a eles não por causa da sua fidelidade passada, era povo obstinado, v. 9:6, mas por causa da sua fidelidade, v. 9:4-7. Depois Moisés deu uma revisão da história dos judeus da sua falha em não entrar na terra prometida a primeira vez até o presente, v. 9:8-10:11. Depois Moisés disse a eles que o Senhor tinha pedido deles. O que foi? A mesma coisa que pede de nós agora, v. 10:12-13.
A conclusão. 11:10-32. A promessa de bênção para uma nação obediente, e uma maldição para a nação desobediente, v. 11:10-32. Veja bem os v. 26-28.
A Segunda Divisão do Livro – Deuteronômio. 12-34.
Olhar Para Frente
A segunda divisão é dividida em seis divisões. I. As Leis de Adorar Deus. 12-13. II. As Leis de Separação. 14-16. III. As Leis Civis e os Líderes Religiosos. 17-18. IV. As Leis de Guerra e de Matar. 19:1-21:9. V. As Leis Domésticas e Variadas. 21:10-30:20. VI. Os Últimos Conselhos de Moisés. 31-34.
1. As Leis de Adorar Deus. 12-13.
Deus mandou Israel destruir toda idolatria da terra de Canaã. Porque? Porque deixar idolatria no seu meio seria uma tentação e sedução contínua para aceitar e praticar. Deus designou o tabernáculo como o único lugar de adorar o Senhor e oferecer os sacrifícios. Moisés deu três coisas que pode seduzir o povo de Deus para desviar das coisas de Deus. Falsos profetas, 13:1-5; Família, 13:6-11; e Vizinhos, 13:12-18.
2. As Leis de Separação. 14-16.
Deus queria para o seu povo ser diferente do que os pagãos ao seu redor. Note como Deus designou para manter esta acontecer.
1. Comida. 14:1-21. Mostra que devemos ser separados de tudo que é imundo.
2. Dízimo. 14:22-29. Mostrar a nossa gratidão pela bênção do Senhor. O mundo não faz isto, é ingrato.
3. Ano sabático. 15:1-15. Honrar o Senhor com nosso tempo.
4. Servo Voluntário. 15:16-23. Este servo (escravo) se deu para ser o servo ao seu mestre voluntariamente por amor. O crente deve se entregar ao Salvador voluntariamente por amor porque ele nos livrou da nossa escravidão do pecado.
5. Festas Religiosas. 16:1-18. Manter a religião pura e segundo a sua vontade.
3. As Leis Civis e os Líderes Religiosos. 16:18-18:22.
Deus deu juizes para julgar os problemas e os negócios do povo. Era uma maneira de garantir justiça e evitar confusão. Deus mandou apedrejar os idólatras e proibiu um bosque de árvores junto ao altar do Senhor, 16:21. Porque esta prática fez parte da adoração de Asterote e era uma imoralidade terrível. Veja as regras acerca dos reis futuros, 17:14-20, especialmente sobre os cavalos, mulheres e riqueza, 17:16-17. Foi exatamente que Salomão fez e por isso caiu. Capítulo 18 dá o sustento dos Levitas. O Apóstolo Paulo aplicou esta verdade para o sustento dos pastores em I Cor. 9. Também dá a profecia do Grande Profeta (v. 18) Jesus Cristo. Também Deus deu a maneira de provar os profetas, 18:20-22.
4. As Leis de Guerra e de Matar. 19:1-21:9.
Deus deu proteção para o homem que cometeu homicídio não premeditado (acidental); proteção contra o vingador de sangue numa cidade de refúgio, 19:1-13. A lei contra mudar os limites da herança dos outros, 19:14. Podemos aplicar esta lei da herança para a herança espiritual que temos em Jesus Cristo. Ainda é proibido mudar os limites da nossa herança espiritual de verdade e doutrina. A lei da necessidade de duas testemunhas para condenar o homem acusado de uma ofensa e a responsabilidade do juiz para investigar tudo para achar a verdade, 19:15-21. As leis de guerra, 20:1-20. A lei da investigação dos mortos achados no campo, 21:1-9.
5. As Leis Domésticas e Variadas. 21:10-30:20.
Leis dadas por Deus para governar o seu povo. Leia para ver.
6. Os Últimos Conselhos de Moisés. 31-34.
No capítulo 31 Moisés deu conselhos para os sacerdotes, os levitas e Josué o novo líder. No capítulo 32 tem o último cântico de Moisés. No capítulo 33 Moisés deu a bênção às doze tribos. Capítulo 34 fala dos últimos dias e morte de Moisés. Moisés subiu ao monte de Nebo, ao cume de Pisga para olhar de longe a terra prometida e lá morreu e foi sepultado pelo Senhor e ninguém soube o lugar da sua sepultura. Veja uma coisa interessante em Judas 9. Veja também o epitáfio deste grande homem de Deus nos v. 34:10-12. A carreira fiel de Moisés começou quando ele recusou ser chamado o filho de Faraó!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Igreja em Belém faz ceia para moradores de rua

A ação foi desenvolvida por voluntários da Assembleia de Deus

por Tiago Abreu


A Igreja Assembleia de Deus do Ver-o-peso, em Belém, realizou, na noite de sábado do dia 26 de agosto, uma ceia antecipada de natal para moradores de rua. A ação fez parte da campanha Natal Todo Dia.
A programação, que visou trazer alento aos moradores da décima segunda mais populosa capital do país, esteve focada nas imediações do centro histórico de Belém, capital do Pará.
A ideia é executada uma vez a cada mês e envolve a participação de voluntários, atores, ex-dependentes químicos e músicos, sob a supervisão da liderança da igreja. Pedro Paulo Freire, que é pastor auxiliar da instituição, comentou a iniciativa.
“Existe respeito deles por nós, pois veem Deus em nossas vidas. Eles entendem que nós viemos trazer, alegria, paz e libertação”, afirma. O pastor ainda acrescentou que ex-moradores de rua, atualmente, são membros da igreja.
“Um dos jovens que está tocando bateria aqui se formou no Instituto Carlos Gomes, mas as drogas o levou para ruas do Ver-o-peso, a igreja chegou até ele, além de aceitar Jesus, foi levado no domingo para um centro de recuperação, o DEJOBE – Desafio Jovem de Belém”, contou.
O pastor e músico Samuel França, faz parte do grupo que também utiliza música no ato. “Em quatro paredes você está acostumado a tocar para pessoas, que tem família, trabalho, tem quem o abrace”.
“Na rua é totalmente diferente, elas vivem ali, são excluídas do meio da sociedade. Quando tocamos pra elas, somos respondidos através de sua adoração a Deus, dizem que querem ser libertas, querem conhecer, O Jesus do músico que toca, do pastor que prega”, acrescentou.
Além de tudo, a igreja também faz questão de usar teatro para chamar a atenção dos moradores, além de serviços psicológicos promovidos pela pastora e psicóloga Marinilda Freire.
“Um dia o amor Dele infinito me alcançou e isso é o mínimo que podemos fazer a estas pessoas. Eles pedem para orarmos por eles, porque sabem que Deus tem plano na vida deles”, afirmou.
Fonte: Gospel Prime
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