31 de Outubro dia da Reforma Protestante. Temos o que comemorar?

Reflexão acerca do momento atual que atravessa a Igreja Brasileira

Descoberta traz menção mais antiga sobre Jerusalém da história

Peça de 2 mil anos contraria argumentos sobre ausência de registros fora da Bíblia

Jovem se converte após conversa de pastores sobre Deus em jogo de videogame

Não existe hora ou dia certo para testemunhar o amor de Deus.

Pastor abriga venezuelanos durante protesto em Pacaraima

"Foram 63 pessoas que acolhemos ao todo. A compaixão venceu o medo", afirmou.

Igreja cria “caixa de bênçãos” para doar alimentos aos necessitados e inspira solidariedade

A iniciativa ganhou repercussão recentemente após uma pessoa deixar um bilhete agradecendo a solidariedade.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Descoberta arqueológica inédita confirma relato bíblico da época do Rei Davi


O número e contundência das descobertas arqueológicas realizadas em Jerusalém nos últimos anos têm empolgado pesquisadores e teólogos em todo mundo. Isso, porque, à medida que o conhecimento científico avança, os fundamentos da fé em Deus também, deixando evidente como a herança judaico-cristã encontra respaldo na ciência.
Esta semana mais um achado arqueológico causou alvoroço na comunidade acadêmica. Se trata de uma pequena pedra, utilizada como medida de peso na época do Rei Davi, exatamente como descreve a Bíblia no livro de Êxodo 38:26, como segue:
“Uma peça (beka) para cada cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário, de todo aquele que passava para os arrolados, da idade de vinte anos e acima, que foram seiscentos e três mil quinhentos e cinqüenta”.
Beka é o nome pelo qual é conhecido o peso. Nesse caso em particular, a precisão histórica da peça é indiscutível, visto que ela possui uma inscrição em sua superfície que corresponde aos dias do Primeiro Templo, onde é possível ler a palavra hebraica antiga, “beka”.
Esse tipo de peça era utilizado na época do Rei Davi para mensurar a quantidade de prata que era comercializada, já que não haviam moedas ainda.
“Aparentemente, o artesão ficou confuso quando gravou a inscrição no peso e usou erroneamente a escrita espelhada, como estava acostumado a fazer”, disse Eli Shukron, que dirigiu a escavação em nome da Autoridade de Antiguidades de Israel.
“A partir desse erro aparente podemos aprender sobre a regra geral: os artistas que gravaram pesos durante o período do Primeiro Templo foram os mesmos artistas que se especializaram em criar selos usados para assinar documentos oficiais”, disse ele.
“Quando o imposto de meio shekel foi trazido para o Templo durante o período de Salomão, não havia moedas, então eles usaram lingotes de prata. Para calcular o peso dessas peças de prata, colocavam-nas em um dos lados da balança e, do outro lado, colocavam o peso de Beka. O Beka era equivalente ao meio-shekel, que era exigido de todas as pessoas a partir dos 20 anos de idade que subiam ao Templo”, explica.
Assista no vídeo abaixo:


Fonte: Gospel Mais

Cristóvão Colombo era judeu e motivação para navegar foi religiosa, dizem historiadores


A história que conhecemos, como contada em alguns dos livros mais tradicionais disponíveis, às vezes não correspondem muito à realidade. É comum novas pesquisas revelarem evidências que contrariam ou acrescentam fatos ao conhecimento já estabelecido, como por exemplo na história do descobrimento da América, por Cristóvão Colombo.
O conhecimento tradicional diz que Colombo navegou para comprovar que a terra é redonda, em direção às Índias. Todavia, segundo o historiador Thomas S. Giles, Colombo já tinha uma noção do formato da terra e como deveria navegar, por ter lido o livro apócrifo (não sagrado) de II Esdras.
“Ele calculou que o oceano que separa Portugal de Cipangu (Japão) era um sétimo da circunferência da Terra, ou cerca de 2.400 milhas. Ele imaginou que navegando 100 milhas por dia, ele poderia chegar às Índias em 30 dias”, disse Giles, segundo informações do  Christianity Today.
A relação de Cristóvão Colombo com o judaísmo também é outro fato destacado recentemente. Segundo os pesquisadores José Erugo, Celso Garcia de la Riega, Otero Sánchez e Nicolau Dias Pérez, o navegador responsável pelo descobrimento da América em 12 de outubro de 1492 era, na verdade, um judeu “marrano”.
“Marrano” era o nome dado aos judeus que fingiam ter sido convertidos ao catolicismo, na Espanha, após um decreto dos reis de Castela, Fernando e Isabel, que ordenaram a expulsão dos judeus do país em 31 de março de 1492. Os que não se convertiam eram torturados e até mortos na inquisição.
Assim, os historiadores também tiveram outra conclusão: Colombo navegou em busca de refúgio para os judeus! Além da motivação por um lugar seguro para seus descendentes, Colombo também queria reconstruir Jerusalém, na época sob o domínio muçulmano.
Várias evidências foram analisadas pelos historiadores, como a assinatura de Colombo em suas cartas, onde continha um símbolo geométrico utilizado na época apenas pelos judeus. Outro fato que chamou atenção deles foram os pedidos do navegador em seu testamento.
Um dos pedidos ordenava a entrega de 10% (dizimo) de sua renda para os pobres e a doação de um dote anônimo para meninas carentes, solicitações típicas do judaísmo. Além disso, foi descoberto que os verdadeiros financiadores da viagem de Colombo foram dois judeus convertidos e outro em particular, Louis de Santangel e Gabriel Sanchez, que emprestaram cerca de 17.000 ducados para o navegador.
Posteriormente Colombo enviou cartas de agradecimento aos financiadores, não a Isabel, como se acreditava, mas sim aos irmãos de fé, Louis de Santangel e Gabriel Sanchez. Com informações: Guiame.
Fonte: Gospel Mais

Novas evidências científicas podem comprovar a destruição de Sodoma e Gomorra

Uma das narrativas mais emblemáticas da Bíblia Sagrada e amplamente discutida no meio acadêmico em geral, especialmente o teológico, é a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra, descrita no livro de Gênesis capítulo 19. E esse debate ganhou mais profundidade, após uma série de estudos recentes que apontam evidências científicas capazes de comprovar a veracidade do ensino bíblico.
“A conflagração violenta que acabou com a ocupação de Tall el-Hammam causou o derretimento da cerâmica, fundiu as pedras das fundações, provocando metros de cinzas e de entulho enegrecidos”, escreveu o Dr. Steven Collins na “Biblical Archeology Review”, em um artigo publicado em 2013.
Felizmente, a declaração de Collins pode ser comprovada atualmente por um conjunto de evidências que datam 3.700 anos, coletadas por uma equipe multidisciplinar de cientistas do projeto de escavações em Tall el-Hammam, na Jordânia.
Os pesquisadores fizeram comparações com os dados colhidos na Jordânia com uma série de explosões ocorridas na Rússia, 100 anos atrás. Na ocasião, 2 mil quilômetros quadrados de floresta inabitável da Sibéria foi destruída subitamente. Como nenhuma cratera foi encontrada no local, os cientistas concluíram que a destruição só pode ter sido provocada por uma explosão de meteoro a uns 10 quilômetros acima do chão.
De acordo com o artigo publicado na revista científica “Science News”, os dados comparativos entre às amostras da Jordânia e da Rússia demonstram que no primeiro caso, há mais de 3.700 anos, houve uma explosão que “devastou instantaneamente cerca de 500 quilômetros quadrados” na região.
A destruição eliminou cerca de 40.000 – 65.000 pessoas que habitavam na Média Ghor, um planalto circular na Jordânia com um raio de 25 quilômetros. Toda forma de vida foi destruída. Os cientistas concluíram que a região levou cerca de 600 anos para se recuperar dos danos causados.
Os arqueólogos descobriram que no local haviam cidades, pois a destruição repentina fez com que “paredes de tijolos de barro desapareceram subitamente há 3.700 anos, deixando apenas as fundações em pedra”, informa a Sicence News.
“Com base na evidência arqueológica, terão sido necessários pelo menos 600 anos para recuperar suficientemente da destruição e da contaminação do solo antes que a civilização pudesse novamente ser estabelecida na região oriental da Média Ghor”, disseram os cientistas.
Os pesquisadores então concluem: “A destruição, não só de Tall el-Hammam (antiga Sodoma), mas também das suas cidades vizinhas (Gomorra e outras cidades da campina) foi provavelmente provocada por uma explosão de ar causada por um meteorito”.
A precisão da Bíblia ao informar esse evento é surpreendente, conforme lemos a seguir no livro de Gênesis 19.24-25: “Então fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra”. Com informações: Shalom Israel.
Fonte: Gospel Mais

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Conheça a história do pastor que abrigou 63 venezuelanos no ápice da crise em Roraima


A crise sem precedentes na Venezuela levou milhares de cidadãos do país a fugirem para o Brasil, gerando uma situação de instabilidade às cidades que fazem fronteira com o país vizinho. Recentemente, após um crime envolvendo um venezuelano em Pacaraima (RR), houve revolta da parte de brasileiros, que expulsaram milhares de refugiados.
No meio de toda essa confusão, um pastor se ofereceu para abrigar um grupo com dezenas de venezuelanos em sua casa. 63 refugiados, sendo 47 adultos e 16 crianças, foram acolhidos por Gedeão Vasconcelos e sua esposa, Sandra, que agiram no meio do tumulto na cidade do norte de Roraima.
O casal evangélico notou que os moradores da cidade estavam expulsando os venezuelanos que se abrigavam no palco do Micaraima, uma espécie de centro de eventos municipal. “Me disseram que a manifestação não estava mais pacífica, que estavam expulsando venezuelanos, colocando gasolina, queimando tudo”, disse o pastor Gedeão, em entrevista ao portal G1.
“Me preocupei, porque lá tinham crianças, famílias, que nós ajudávamos, evangelizávamos e dávamos comida”, afirmou o pastor, que dirige uma igreja Batista na cidade. No ápice da revolta popular, o palco foi destruído por um trator e os pertences dos venezuelanos foram queimados.
No entanto, antes que tudo virasse cinzas, Gedeão conversou com o comandante da Força Nacional, que acompanhava a situação, e pediu permissão para pegar as crianças que estavam embaixo do palco. “Ele disse ‘pastor, você pode pegar, sim, e rápido que a gente não sabe até quando a gente pode segurar esse povo’. Aí eu peguei, comecei a colocá-las no meu carro”, contou o pastor.
“Na sequência eu liguei para a irmã, falei que estava tudo muito violento, e pedi ajuda”, relembrou Gedeão, que resgatou os refugiados em partes: “Ao longo do dia a gente foi escondido, entrando por trás, por dentro da Venezuela e resgatando crianças e adultos também. Foi uma correria”, contou, aliviado.
“Foram 63 pessoas que acolhemos ao todo. A compaixão venceu o medo. Teve uma hora em que não aguentei. Todos choravam. As crianças, a missionária que me ajudava e eu. Tive que ter forças, pedir a Deus. Tem horas em que a gente não aguenta, é ser humano”, testemunhou.
A casa do pastor fucou cheia, mas quando outros venezuelanos souberam do refúgio, pediram abrigo e foram atendidos. A superlotação virou notícia entre os missionários da região, que abriram suas portas para abrigar os refugiados e levantaram doações de roupas e alimentos.
Atualmente, ainda há 30 refugiados nas dependências da igreja. Os demais, seguiram viagem, para outras cidades do Brasil. “Tudo começou numa manifestação pacífica, boa, que tinha que acontecer, mas que acabou sendo muito violenta. Lá havia pessoas que tinham sido vítimas de venezuelanos. Assim como há brasileiros ruins, bandidos, também têm venezuelanos maus, bandidos, que fizeram coisas más em Pacaraima, mas não se pode generalizar”, pontuou o pastor.
A compaixão do pastor ganha ainda mais relevância pois ele próprio já teve um tanquinho e uma panela da igreja furtados por venezuelanos, numa época em que a congregação ajudava a alimentar 79 refugiados que se abrigavam no palco do Micaraima.
A missionária Natália Cardoso, uma das missionárias que ajudou o pastor no acolhimento, viajou a Pacaraima com doações. “Foi muito impactante chegar na igreja e encontrar as crianças e os familiares. Eles ainda estavam um pouco abalados, assustados, mas a gente pode ver que eles sentiam que já estavam em segurança. Encontrei amor e acolhimento lá”, disse.
Fonte: Gospel Mais

Mosaico encontrado em Israel retrata conquista de Canaã

Estrutura revela representações detalhadas de várias histórias bíblicas

por Jarbas Aragão


Arqueólogos que escavam as ruínas de uma sinagoga construída no século V em Israel se depararam com um gigantesco mosaico. Os desenhos encontrados na sinagoga de Huqoq, próxima ao Mar da Galileia, chamam atenção pelos detalhes na representação de relatos bíblicos, sobretudo da conquista de Canaã, a terra prometida.
A equipe da arqueóloga Jodi Magness, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), trabalha no local desde 2012. A cada escavação, novos desenhos são revelados. A maioria são cenas bíblicas, como a arca de Noé, a divisão do Mar Vermelho, o envio dos espias, e Sansão.
Outras são enigmáticas, como a de um jovem levando um animal em uma corda, que seria uma referência à Isaías 11: 6, pois a inscrição diz: “uma criança pequena os guiará”.
Também há imagens históricas, como a da chegada de Alexandre, o Grande, uma raridade na iconografia judaica. “A arte judaica antiga é frequentemente considerada anímica, ou carente de imagens. Mas esses mosaicos coloridos e cheios de cenas figuradas atestam uma rica cultura visual”, explica a arqueóloga ao National Geographic.
As figuras descobertas este ano mostram o profeta Jonas engolido por um peixe e a construção da Torre de Babel. A dra. Magness disse que são reproduções muito diversificadas, a mais importante desse tipo já encontrada em uma sinagoga antiga.
Por exemplo, há diferentes espécies de peixe e um golfinho na que mostra a história de Jonas. Os trabalhadores da torre de Babel possuem diferentes tons de pele e vestimentas, representando a variedade cultural da humanidade. Além disso, eles usam uma série de polias e cordas, que refletiam em detalhe as técnicas de construção romana, comum no século V.
Jonas e a baleia no mosaico da sinagoga de Huqoq

Para os arqueólogos os mosaicos quebram a concepção que na região de Huqoq todas as aldeias judaicas estavam sob o domínio cristão de Roma. “Os mosaicos que decoram o piso da sinagoga Huqoq revolucionam nossa compreensão do judaísmo neste período”, afirma Magness.
A prática de decorar a sinagoga com mosaicos tinha como objetivo ensinar seus frequentadores sobre as passagens da Bíblia, já que a grande maioria da população não sabia ler. “Judeus e cristãos reivindicavam a mesma herança, ambos têm suas raízes em Israel”, lembra Magness.
Não é raro que as sinagogas desse período contenham arte bíblica. “O que é incomum é a riqueza e diversidade das cenas em uma sinagoga de uma aldeia tão pequena”, ressaltou ela, destacando que no próximo ano sua equipe voltará a escavar o local.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Líder batista pede que pastores parem de pedir dinheiro a fiéis endividados

A melhor opção seria que as igrejas ensinassem "educação financeira"

por Jarbas Aragão


O apresentador de rádio Dave Ramsey está pedindo aos pastores que parem de pedir às pessoas endividadas e desempregadas para darem o dízimo. O líder batista, que é consultor financeiro por formação disse à Baptist Press que eles deveriam usar os púlpitos das igrejas para ensinar “educação financeira”.
Embora Ramsey saiba que esse não é uma opinião “popular”, os pastores deveriam pregar mensagens como “Como vencer as dívidas” e “Como ser um bom mordomo do dinheiro”.
“Isso seriam bem melhor que dizer apenas ‘dê o dízimo’, avalia, observando que os fiéis que estão ‘no vermelho’ geralmente pensam ‘Esse é um ótimo conceito espiritual, preciso ser fiel’”.
Ao mesmo tempo que reconhece que o dízimo é um princípio bíblico, ser financeiramente responsável também é. “Muitos crentes parecem ansiosos para doar, mas algumas simplesmente não sabem lidar com seu dinheiro.”
O consultor financeiro acredita que os pastores deveriam fazer uma avaliação mais profunda de certas passagens. “Parem de pregar sobre o dízimo para as pessoas quebradas”, ele insistiu, “Vamos ensiná-los a lidar de forma responsável com seus orçamentos primeiro”.

Opinião dividida

Ramsey não está sozinho em sua tentativa de fazer com que as pessoas acabem dando mais do que podem na igreja e, assim, tornem-se ainda mais endividados.
O teólogo Thomas Schreiner, professor de interpretação do Novo Testamento do Southern Baptist Theological Seminary (EUA), escreveu um longo artigo sobre as nuances bíblicas sobre o dízimo.
“Os cristãos são instruídos a cuidarem dos pobres; não são ordenados a dar ‘o dízimo do pobre'”, argumentou, lembrando que a doação dos 10% do salário como nós o compreendemos hoje não é mencionado no Novo Testamento.
Schreiner também destaca que Jesus “usou o dízimo e os sacrifícios como ilustrações ao se dirigir aos seus contemporâneos”. Para o professor, “Ele cumpriu a lei, mas não podemos mais considerar o que o Antigo Testamento fala sobre oferecer sacrifícios ou mesmo achar que o dízimo substitui-os”.
Obviamente, muitos líderes discordam tanto de Ramsey quanto de Schreiner.
Chuck Bentley, presidente do Ministério Crown, que aborda a perspectiva bíblica das finanças, lembra que dízimo “não é um imposto ou um requisito legal para agradar a Deus, mas sim um ato voluntário de adoração”.
“É uma maneira tangível de expressar nosso amor a Deus”, argumentou. Segundo ele, mesmo em dificuldades, o princípio é dar primeiro, “mesmo que seja uma quantia muito pequena”.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 10 de novembro de 2018

Pesquisa revela como os cristãos reagem diante da pobreza



Uma pesquisa realizada com 2.958 adultos revelou que 87% tomaram medidas contra a pobreza no ano passado – uma proporção muito maior do que a população em geral.

Os cristãos que fazem a diferença, é um relatório que analisa as conexões entre as crenças, práticas e prioridades cristãs e sua resposta à pobreza.
A pesquisa mostra que os cristãos são mais propensos a doar para caridade (73 por cento dos cristãos contra 63 por cento de todos os outros adultos) e para dar comida, roupas, móveis ou outros recursos para alguém em necessidade (49 dos cristãos contra 40 por cento de todos os outros adultos). 

Os cristãos também são mais propensos a fazer mudanças significativas no estilo de vida do consumidor (39% dos cristãos contra 35% de todos os adultos), como reciclagem, redução do consumo de carne e uso de um fornecedor de energia verde. Entre aqueles que frequentam regularmente a igreja (pelo menos uma vez por mês), os percentuais são ainda maiores.

As novas descobertas também revelam que crescer em um lar cristão é um prognóstico significativo do ativismo posterior da pobreza, mesmo entre adultos que não frequentam a igreja agora. Seis em cada dez ativistas da pobreza (62 por cento) cresceram em uma casa onde o cristianismo era praticado regularmente, mesmo que eles não frequentassem mais a igreja. Isso ressalta o impacto de longo prazo que a educação religiosa tem no cuidado dos pobres, mesmo sem o envolvimento atual em uma igreja.

Cristãos que priorizam servir pessoas na pobreza também priorizam práticas espirituais como ler a Bíblia e orar. Dois terços dizem que a leitura da Bíblia, por exemplo, é essencial para aumentar sua fé, comparada à metade dos frequentadores da igreja que não servem às pessoas em situação de pobreza (67% contra 46%).

Os dados também mostram que há uma minoria de pessoas cujo cuidado com as pessoas em situação de pobreza é um aspecto essencial e holístico de suas vidas. Um em cada 20 adultos responde à pobreza extrema em todas as cinco dimensões: doações financeiras, oração pelos necessitados, responsabilidade pessoal, defesa de políticas governamentais e mudanças no estilo de vida dos consumidores.

De acordo com a Dra. Ruth Valerio, diretora global de advocacia e influência da Tearfund: “Esta nova pesquisa mostra que servir os necessitados e cuidar de toda a criação de Deus não é apenas uma disciplina cristã essencial, mas desempenha um papel importante no crescimento espiritual. Nos últimos 20 anos, a proporção da população mundial que vive em extrema pobreza caiu pela metade. O fim da pobreza extrema é possível – mas devemos agir juntos, como a igreja, unidos em uma resposta de toda a vida à extrema pobreza.

David Kinnaman, presidente do Barna Group, disse: “A questão crucial que a próxima geração está perguntando não é se as alegações do cristianismo são verdadeiras, mas se o cristianismo é responsável pelo bem na vida das pessoas e na sociedade. Contra a corrente do sentimento popular, nossa equipe continua descobrindo evidências de que muitos cristãos são, de fato, uma força para o bem no mundo. Nos dados deste estudo, encontramos cristãos – e aqueles com uma educação cristã – priorizando o cuidado e a ação em favor das pessoas em situação de pobreza. Cristãos fazem a diferença.

Entre outros resultados, a pesquisa descobriu que quase quatro em cada cinco (79%) daqueles que frequentam a igreja pelo menos uma vez por mês dizem que sua fé afeta o quanto eles doam ou dão aos outros. Quase três quartos (71 por cento) dos frequentadores da igreja regulares sentem que devem tomar medidas para aliviar a pobreza extrema, contra metade (43 por cento) daqueles que não frequentam a igreja regularmente ou em absoluto.

A pesquisa foi realizada no Reino Unido pelo Barna Group para a agência cristã de assistência e desenvolvimento Tearfund.
 
Fonte: The Christian Times

Com Informações da Folha Gospel
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