quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Comentário teológico sobre o uso do véu em ICo 11.5


  
Graça e Paz a todos, hoje trazemos a debate um tema bastante controvérsio, o uso do véu. No livro de I Corintios, Paulo assevera, às mulheres cristãs de Corinto, ao uso do véu quando essas participarem de orações, na grande maioria das Igrejas evangélicas, essa prática não ocorre, mas em algumas, ela existe. Nisso surge uma problmática, o uso do véu era restrito à Igreja de Corinto, ou deveria ocorrer nas demais Igrejas da época? E mais, ele deveria ser estimulado nos dias atuais?
Para tirar qualquer duvida, segue abaixo, um estudo sobre esse assunto, estudo esse que foi retirado do site do Ministério CACP.



"APRESENTAÇÃO
Neste comentário, procuramos refutar, algumas falácias concernentes ao uso do véu e o corte de cabelo, no contexto de Corinto.

Paulo enfatiza algumas determinações alusivas ao assunto, como princípios morais e eternos ou como princípios circunstanciais? Teríamos algum respaldo, à luz da Hermenêutica Bíblica, para determinar o uso do véu para os dias atuais? Seria uma falta de decência, das mulheres cristãs a não utilização do véu?

Porque as mulheres judaicas usavam o véu? E as Helênicas não usavam? E porque era proibido as mulheres contemporâneas do Apóstolo Paulo de terem os cabelos rapados?

TRADUÇÃO LITERAL

“Toda mulher orando ou profetizando descoberta com a cabeça desonra a cabeça dela;”

EXEGESE TEOLÓGICA


Neste trecho o vocábulo mais discutido é sobre a questão do uso do véu; o que o apóstolo Paulo quis nos ensinar? Seria este um ensino de valores eternos ou circunstanciais? E qual a utilização do uso do véu hoje?

• Primeiro: À luz do contexto. O escritor fala sobre uma hierarquia na criação I Co 11:3, ordem na criação I Co 11:7-9.

• Segundo: Discorrendo no contexto cultural, observamos que, a cidade de Corinto era estrategicamente estabelecida; foi uma autêntica metrópole, abrigando judeus, gregos e romanos. Portanto, havia uma miscigenação de raças e de culturas.

A cidade fornecia mais divertimento e opções culturais que outros portos menos importantes. Lá ficava o único anfiteatro (uma construção romana) da Grécia com capacidade para mais de 20.000 espectadores. O grande templo de Afrodite, sendo a deusa identificada com a lascívia e com a prostituição cultural, seu templo abrigava mais de 1.000 prostitutas.

A cultura de Corinto não era judaica, mas grega e fortemente influenciada pelos viajantes romanos que lá passavam. Portanto eles se vestiam, comiam e se portavam diferentes dos judeus.

• Terceiro: O uso do véu.

Para os judeus era um costume antigo, que representava a decência das mulheres – Submissão das mulheres.

• Quarto: No caso de Corinto, temos um costume das prostitutas( sacerdotisas do templo de Afrodite ) terem a cabeças rapada, e também as mulheres gregas que não se prostituíam tinham o cabelo comprido, porém não usavam o véu. Então concluímos; numa cultura a não utilização do véu poderia ser motivo para o divórcio, também poderia ser uma forma de lamento, ter a cabeça rapada ou indicar uma mulher culpada de adultério.

• As sacerdotisas do templo de Afrodite raspavam a cabeça e conforme um costume local, elas teriam que se entregar a algum desconhecido sexualmente, uma vez por ano ( havia em Corinto mil prostitutas – sacerdotisas de Afrodite ).

• Quinto: Enfatizamos, que Paulo não ensinava nesta passagem bíblica, princípios morais eternos, e assim circunstanciais, ou seja, cultural. O ensino era que, por uma questão de coerência, aqueles que quisessem manter a tradição do uso do véu hebraico deveriam também preservar o uso dos cabelos compridos presentes na cultura helênica.

Segundo o escritor Ricardo Gondim “Isto porque, da mesma forma que uma mulher sem o véu era considerada prostituta pelos judeus, uma mulher com a cabeça rapada era tida como meretriz pelos gregos”.

A decência nesta questão não seria o comprimento do cabelo, nem tão pouco o uso do véu. E sim a decência com que a mulher se apresentava na igreja e na sociedade.

É possível, encontrar ainda hoje, em pleno século XXI, seguimentos religiosos diversos que respaldando-se na sua cultura,cosmovisão religiosa ou na interpretação de trechos bíblicos sem considerar o seu contexto, criam normas,regulamentos para legitimar nos seus seguidores mecânismos de controle.Doravante,é preciso pois,respeitar os costumes de cada seguimento religioso,ou seja, aqueles que proibem por exemplo: o corte de cabelo para as mulheres, ou o uso de calças compridas, sem contudo condicionar ou até mesmo atrelar a salvação de uma alma a observância irrestrita aos mesmos. Pois, conforme o conceito paulino “não vem das obras para que ninguém se glorie”.

Segundo a Hermenêutica Bíblica, devemos interpretar o texto dentro dos contextos: Histórico, geográfico, sintático, gramátical, lexicológico, teológico e doutrinal. Portanto,a lei geral diz: “Que um texto fora do seu contexto, servi de pretexto”.

Não há qualquer restrição bíblica, hoje quanto ao corte de cabelo ou a proibição do uso de calças comprindas para mulheres. Deve-se respeitar o contexto religioso e cultural que o seguidor(a) estão inseridos. Entretando, salientando sobretudo que, nenhuma tradição, norma cultural está acima das Escrituras sagradas."

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

• Chave Lingüística do Novo Testamento, Vida Nova, 2003. SP.

• É Proibido o Que A Bíblia Permite e a Igreja Proíbe, Editora: Mundo Cristão, 1998. SP.

• Léxico do Novo testamento, Grego/Português, Vida Nova, 2000. SP.

• Minidicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda, Editora Nova Fronteira, 2000. RJ.

• Novo Testamento Grego Analítico, Vida Nova, 1987. SP.

• Pequena Gramática do grego Neotestamentário (Coinê), 8ª Edição, 1998: CEIBEL. MG.

• Seitas Proféticas, JUERP, 5ª Edição, 2001. RJ.

• Vida Cotidiana nos Tempos Bíblicos, Editora Vida, 201. SP.

Autor: Prof Paulo Andrade

Fonte: http://professorpauloandrade.blogspot.com/2011/04/comentario-teologico-de-ico-115.html


Retirado do site do Ministério CACP

10 comentários

Georges 21 de setembro de 2012 15:16

Sei lá, hein... esse papo de "contexto cultural" dá muito pano pra manga... por exemplo, sem querer fomentar heresia, mas alguém mal-intencionado poderia inferir que então o ensino sobre a ceia em I CO 11 é circunstancial, porque só existe nessa carta e assim seria restrito aos coríntios; e também a ordem no culto, e também o "não se unir a uma prostituta". Poderão dizer que era só em Corinto que aconteciam essas coisas e então em outros lugares estaria "liberado". A mulher não precisaria usar véu, podia cortar o cabelo e raspar a cabeça, digamos, numa cidade onde tal hábito não a confundisse com prostitutas. O culto podia ser bagunçado à vontade, pois, lembre-se, a ordem para apenas m profetizar e outro interpretar valeria só para Corinto... fica muito difícil separar o que "circunstancial" do que é "geral". Outro exemplo, porque tem igreja hoje em que os homens usam "kippah" (aquele "chapeuzinho" judeu), um símbolo da autoridade de Deus e da "nossa submissão", mas as mulheres não usam véu?
Sei lá, hein.

Rodrigo

Irmãos , graça e paz! Quero fazer algumas considerações sobre a importância do uso do véu: Paulo cita em 1 Coríntios 11:7 que: "O homem , pois , não deve cobrir a cabeça , porque é a imagem e glória de Deus , mas a mulher é a glória do homem." Analisando o versículo acima , fica claro que o homem é a glória de Deus , portanto , não deve ter a cabeça coberta, simbolizando que a glória de Deus não deve ser coberta. Ao falar sobre a mulher , Paulo diz que a mulher é a glória do homem , ou seja , a glória do homem deve estar coberta , não deve aparecer. A única glória que deve aparecer é a glória de Deus.
Mais adiante , no versículo 10 , Paulo diz: "Portanto , a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio , por causa dos anjos". No versículo 3 , Paulo afirma: “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem , e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo.” No verso 4 , afirma: “Todo o homem que ora ou profetiza , tendo a cabeça coberta , desonra a sua própria cabeça.” Sendo Cristo a cabeça do homem , se o homem cobrir a cabeça ao orar ou profetizar , desonra a Cristo, cobre a glória de Cristo. Por outro lado , voltando ao versículo 3 , podemos ler que o homem é a cabeça da mulher devendo ela, portanto , ser submissa ao homem. O homem tem autoridade sobre a mulher e esta deve reconhecer esta autoridade , exteriorizando para os anjos através do uso do véu. Sabendo de nossa fragilidade e de nossa falta de conhecimento e entendimento , Paulo , contudo, afirma no versículo 11: “Todavia , nem o homem é sem a mulher , nem a mulher sem o homem , no Senhor” . Disse isso, eu entendo, para que o homem não se glorie por ser cabeça da mulher , e nem a mulher se sinta menosprezada por dever submissão ao homem. Fazemos parte do mesmo corpo.
Eva, no jardim do Éden , foi enganada pela serpente e comeu do fruto proibido e deu a Adão, que também a comeu. Em Gênesis 3:11, Deus pergunta a Adão: “E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?” No verso seguinte, Adão tenta justificar-se jogando a culpa para Eva: “Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.” Ao falar: “que me deste por companheira” Adão também tenta pôr a culpa no Senhor, dizendo que foi Ele quem dera aquela mulher que o enganara. Mais adiante, nos versículos 17-19, lemos: “E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” Deus responsabilizou Adão por ele não ter usado da sua autoridade para censurar Eva. Pelo contrário, Adão comeu do fruto e tentou pôr a culpa em Eva e no Senhor também. Adão , como cabeça da mulher , deveria ter agido com autoridade e não ceder e aceitar comer do fruto.(continua no outro comentário).

Rodrigo

(Continuação do post anterior)Em Números podemos ver como Deus valoriza e trata a questão da obediência. Moisés não entrou na terra prometida por haver desobedecido a ordem do Senhor ao ferir a rocha , ao invés de falar com ela como lhe foi ordenado (Números 20:11-12). Da mesma forma devemos avaliar a questão do uso do véu. Quando Deus coloca o homem como cabeça da mulher , Cristo cabeça do homem e Deus a cabeça de Cristo, está instituindo uma hierarquia, na qual todos são submissos ao Seu Poder. O uso do véu é a manifestação pública de que a mulher reconhece essa hierarquia. Como o batismo é o testemunho público de que o pecador reconhece o seu estado e se arrepende, se entregando inteiramente ao Seu Senhor e Salvador, o uso do véu é uma demonstração pública de que se reconhece o Senhorio de Deus. Efésios 2:8-9 diz: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie;” O uso do véu não traz salvação a ninguém mas deve ser um costume entre as irmãs para que demonstrem aos anjos que elas reconhecem que a glória do homem, representada pela mulher, deve ser coberta, e a glória de Deus, representada pelo homem, é a única glória que deve aparecer, pois toda glória pertence ao Senhor. Não deve sobrar glória pra ninguém, a não ser pro Senhor.
Pra finalizar, Paulo diz em 1 Coríntios 11:16: “Mas , se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume , nem as igrejas de Deus.” O que Paulo quer dizer é que , se alguém quiser causar contenda , por este fato , ele e os irmãos que reúnem com ele , e as igrejas de Deus , não têm esse costume: o de gerar contendas entre os irmãos. Ao afirmar isso , Paulo encerra a discussão , afirmando que eles não têm o costume de causar contenda debatendo sobre este assunto , que não deve ser discutido , visto já estar bem claro a importância do uso do véu.
Irmãos, assim como Paulo disse que ele e os irmãos que se reuniam com ele não têm o costume de gerar contenda, minha intenção também não é essa, apenas expus o meu entendimento sobre o assunto, entendimento esse que é bastante limitado. Que busquemos a obediência ao Senhor em tudo quanto fizermos.

Vinicius Freire 22 de setembro de 2012 10:58

Irmão Georges! prazer telo conosco de novo!! Rodrigo fique a vontade pra expor seu ponto de vista!!!! Respeito a opinião de ambos, mas discordo! Por ser formado em História, levo muito em consideração a questão do contexto histórico (foi um bom argumento irmão geroges!), mas pra mim o que deixa claro que o uso do véu estava restrito à Igreja de Corinto, é que naquela cidade grega, existiam mulheres que se prostituiam para adorar a deusa venus, através do ato sexual, compreendo, que Paulo de esta ordem à Igreja de Corinto por isso, e pra mim, a chave disso, é o versiculo que o Rodrigo citou, 1 Co. 11:16 "Mas , se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume , nem as igrejas de Deus" diferentemente do Rodrigo, creio que o costume citado por Paulo, diz respeito ao uso do véu, não as contendas. Cada espistola Paulina, na minha opinião, foi escrita para grupos diferentes, que significa contextos culturais e sociais diferentes, não quer dizer que a orientação à prática da ceia fosse exclusiva para os Corintios, mas Paulo pode ter orientado pessoalmente outros povos, como Romanos, Filipenses, etc. No caso, ele deve inclusive ter orientado pessoalmente, a Igreja de Corinto, mas reorientou-lhes por epistola, devido a um problema que estava surgindo entre eles por causa disso, "Quando vocês se reúnem, não é para comer a ceia do Senhor,

porque cada um come sua própria ceia sem esperar pelos outros. Assim, enquanto um fica com fome, outro se embriaga.

Será que vocês não têm casa onde comer e beber? Ou desprezam a igreja de Deus e humilham os que nada têm? Que lhes direi? Eu os elogiarei por isso? Certamente que não!"
1 Coríntios 11:20-22.
Pra mim, devido a esses problemas com relação à ceia, foi que Paulo os orientou novamente.
Rodrigo, Georges, que a paz do nosso Senhor seja com voces e voltem sempre!!

Rodrigo

Irmão Vinícius Freira, graça e paz! Como falei no final do meu comentário, o meu objetivo não é causar contenda e acho que você compreendeu isso. O que discordo de você, e percebi que o irmão Georges também, é você querer usar a história para tentar justificar um assunto espiritual. Acho isso perigoso pois se formos tentar utilizar de meios,digamos, mundanos para tentar entender a Bíblia, teremos que aceitar várias teorias, como, por exemplo,que Jesus era casado com Maria Madalena, e tantas outras coisas que surgem a cada dia por pessoas que só querem denegrir a imagem de Cristo. Como irmãos em Cristo, devemos ter cuidado ao tentar entender as coisas de Deus como sendo uma situação corriqueira, como que resolvendo uma equação matemática. No mais, essa é a minha opinião e gostei muito de participar do seu site. Espero que cada comentário que fizermos seja para a edificação do corpo de Cristo, do qual fazemos parte. Que o Senhor nos abençoe e nos revele a Sua vontade em nossas vidas. Georges, um grande abraço a você também, meu irmão! Que o Senhor nos conduza!

BETH

GOSTEI DO SEU BLOG VOCÊ ESCLARECE A BIBLIA EXATAMENTE COMO EU VEJO ABRAGENDO TUDO A HISTORIA, A REGIÃO OS COSTUMES PARABÉNS PELO BLOG

Vinicius Freire 24 de setembro de 2012 10:00

Rodrigo,fico feliz que tenha gostado do blog! Volte comente, sua participação é importante!! Rodrigo respeito sua opinião, mas mais uma vez discordo dela, de fato, as coisas espitiruais se discernem espiritualmente! mas, a história e a arqueologia, nos ajudam a entender e a provar muitas passagens biblicas! Por exemplo, a expressão cingir os lombos, eu não tinha a menor idéia do que era isso, até que li um livro e explicava a origem dessa expressão!! Rodrigo recomendo-lhe dois livros, o Primeiro é Usos e costumes dos tempos Biblicos: http://mnissialtaneira.blogspot.com.br/2012/06/dica-de-leitura-usos-e-costumes-dos.html
Livro muito bom compreendi muita coisa do velho testamento!
E O mundo do novo testamento: http://mnissialtaneira.blogspot.com.br/2012/06/dica-de-leitura-o-mundo-do-novo.html
que fala sobre o novo testamento, mas para bom entendimento deste, necessita de certo conhecimento histórico.
Não sou um cristão racional somente, Rodrigo peço que leia este artigo que escrevi: http://artigos.gospelprime.com.br/justa-medida/
e acessar meu outro blog: http://www.iigdaltaneira.com
lá tem muitas postagens sobre arqueologia!
Rodrigo, o Nissí é um Ministério Independente e Interdenominacional, portanto respeitamos os diferentes ponto de vista, nosso lema é O Senhor é nossa Bandeira!
Abraços, Fica na paz e continue comentando!

Vinicius Freire 24 de setembro de 2012 10:01

Beth Seja bem vinda! Fico feliz que tenha gostado do Blog, fique a vontade para dar sua contribuição com seus comentários!!!
Deus continue te abençoando em Nome de Jesus!!!!

JOSÉ EVANTUIL-ALTANEIRA-CEARÁ 24 de setembro de 2012 11:37

Concordo com Rodrigo. Há bem pouco tempo a igreja Católica fazia uso do véu nos serviços. Não problema nos grupos religiosos que conservam traços culturais de outros tempos, principalmente os descritos na própria Bíblia Sagrada. Jesus disse uma única vez que era o Caminho, a Verdade e a Vida e nem por isso a influencia dessa frase serviu apenas para aquele contexto histórico. O uso do véu não é indecente, não agride nem humilha as mulheres que usam. Vai continuar assim.

Vinicius Freire 24 de setembro de 2012 13:44

Evantuil, concordo com voce quando diz que o uso do véu não é indecente, se em sua Igreja, as mulheres usam e se sentem bem ok, não há problema, mas também não é só através do uso dele que as mulheres entram na presença de Deus. O que Jesus disse não tem nada haver com usos e costumes, mas sim com a própria revelação de que Ele é Deus!! Se é assim vamos voltar ao legalismo, não vamos mais fazer a barba, comer carne de porco, etc. Como historiador que é, pensei que pudesse entender a questão do contexto histórico.

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