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Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo

Novas descobertas mostram como foi a queda de Jerusalém 2000 anos atrás

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Há exatos 5 (cinco) anos lançávamos na rede mundial de computadores o blog do Ministério Nissí.

Arqueólogos acham novas evidências da Torre de Babel

Museu Smithsonian apresenta na TV achado de peça do Iraque

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Descoberta arqueológica pode solucionar “enigma” bíblico

Sitio arqueológico perto da antiga cidade de Siló traz revelações. 
 Achados arqueológicos recentes podem comprovar que a cidade de Siló, antiga capital de Israel, foi destruída por um grande incêndio. Essas descobertas na região central de Israel desvendariam o mistério envolvendo a ruína dessa cidade mencionada no Antigo Testamento.
Fragmentos de um jarro de barro foram descobertos em meio a uma camada de cinzas avermelhadas. Esse é um forte indício para resolver definitivamente o enigma milenar sobre como a cidade foi destruída. Em Siló, o Tabernáculo foi colocado durante o período conhecido como “dos juízes”. O local serviu como capital de Israel e centro espiritual por 369 anos, até a sua destruição.
Após ser saqueada pelos filisteus deixou de ser a capital. A área continuou sendo habitada até 722 a.C., quando a Assíria invadiu o Reino de Israel. Atualmente, na região fica a cidade de Rosh Ha’ayin.
As Escrituras não relatam como foi o fim de Siló, mas essas descobertas comprovam que um incêndio arrasou o local. A datação do jarro aponta para o ano 1.050 A.C., que coincide com a data dos eventos descritos no livro de Samuel.
Avital Selah, diretor do sitio arqueológico de Tel Siló, disse à Agência de Notícias Tazpit que as teorias levantadas durante a escavação são semelhantes ao que se cogitou 30 anos atrás, quando restos de comida descobertos no local também apontavam para o ano 1.050 aC.
O livro bíblico de 1 Samuel narra a batalha entre filisteus e israelitas, quando a Arca da Aliança foi capturada. O livro de Jeremias e alguns Salmos confirmam que Siló foi destruída pouco depois pelos filisteus. Os estudos dos arqueólogos devem ser publicados em breve  comprovando como aconteceu e pondo fim ao mistério milenar. Com informações Huffington Post e Israel National News.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Periodo Intertestamentário (Parte 3)

Graça e Paz a todos, hoje posto a ultima parte do estudo sobre o período Intertestamentário, espero que tenha contribuido para a edificação e conhecimento de vocês! Que Deus continue abençoando a todos em Nome de Jesus!
"O PERÍODO ROMANO
Expansão romana.
O século VIII AC viu a fundação de Roma, e no século V A.C. houve a organização de uma forma republicana de governo ali sediada. Dois séculos de guerras com a cidade rival de Cartago, na África do Norte, chegaram ao fim com a vitória romana (146 A.C.). 
As conquistas feitas na extremidade oriental da bacia do Mediterrâneo, sob o comando de Pompeu, como também na Gália, por Júlio César. Expandiram o domínio romano. 
Após o assassinato de Júlio César, Otávio, que mais tarde veio a ser conhecido como Augusto, derrotou as forças de Antônio e Cleópatra, na batalha naval de Ácio, na Grécia, em 31 A.C., tornando se então o imperador de Roma. 
Dessa maneira, pois, Roma passou de um período de expansão territorial para outro, de paz, o que se tornou conhecido como Pax Romana. 
A província da Judéia interrompeu essa tranquilidade mediante grandes revoltas, que os romanos esmagaram nos anos de 70 e 135 D.C. Contudo, a unidade prevalente e a estabilidade política do mundo civilizado sob a hegemonia de Roma facilitaram a propagação do cristianismo, quando de seu aparecimento.
Administração romana.
Augusto estabeleceu um sistema provincial de governo, cujo desígnio era impedir que os procônsules administrassem territórios estrangeiros visando ao seu engrandecimento pessoal. 
Havia dois tipos de províncias, as senatoriais e as imperiais. Os procônsules, nomeados pelo senado romano para governar as províncias senatoriais, usualmente pelo termo de apenas um ano, prestavam contas ao senado.
Paralelamente aos procônsules havia os delegados, nomeados pelo imperador, os quais de modo geral se ocupavam de questões financeiras. 
Os procuradores governavam as províncias imperiais. Nomeados pelo imperador, os procuradores eram responsáveis perante ele, e exerciam a sua autoridade civil e militar por meio de exércitos permanentes.
IMPERADORES ROMANOS NO PRIMEIRO SÉCULO
Os imperadores romanos seguintes, alistados com as datas de seus respectivos governos, estão vinculados às narrações do Novo Testamento:
•    Augusto (27 A.C.   14 D.C.), sob quem ocorreram o nascimento de Jesus, o recenseamento ligado ao Seu nascimento, e os primórdios do culto ao imperador;
•    Tibério (14 37 D.C.), sob quem Jesus efetuou o Seu ministério público e foi morto;
•    Calígula (37 41 D.C.), que exigiu que se lhe prestasse culto e ordenou que sua estátua fosse colocada no templo de Jerusalém, mas veio a falecer antes que sua ordem fosse cumprida;
•    Cláudio (41 54 D.C.), que expulsou de Roma os residentes judeus, entre os quais estavam Áqüila e Priscila, por motivo de distúrbios civis;
•    Nero (54 68 D.C.), que perseguiu os cristãos, embora provavelmente so-mente nas cercanias de Roma, e sob quem Pedro e Paulo foram martiri-zados;
NOTA: galba e os outros deixam de figurar por irrelevancia à proposta o artigo
•    Vespasiano (69 79 D.C.), o qual, quando ainda general romano começou a esmagar uma revolta dos judeus, tornou se imperador e deixou o res-tante da tarefa ao encargo de seu filho, Tito, numa campanha que atingiu seu clímax com a destruição de Jerusalém e seu templo, em 70 D. C.;
•    Domiciano (81 96 D.C.), cuja perseguição contra a Igreja provavelmente serviu de pano de fundo para a escrita do Apocalipse, como encorajamento para os cristãos oprimidos."


Fonte: Boas Novas

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Periodo intertestamentario (Parte 2)

  Graça e Paz a todos, hoje posto a segunda parte de nosso estudo sobre o período intertesstamentário, abrangendo hoje o período dos Macabeus, que esse estudo edifique a muitas vidas e sirva para o crescimento de todos! Boa Leitura!
"O PERÍODO DOS MACABEUS
Revolta dos Macabeus.
A resistência judaica fez se sentir prontamente. Na aldeia de Modim, um agente real de Antíoco instou com um já idoso sacerdote, de nome Matatias, a que desse exemplo aos habitantes da aldeia oferecendo um sacrifício pagão. Matatias se recusou a tal. E quando um outro judeu deu um passo à frente em anuência, Matatias tirou lhe a vida, matou o agente real, demoliu o altar e fugiu para a região montanhosa na companhia de cinco de seus filhos e de outros simpatizantes. E foi assim que teve início a Revolta dos Macabeus, em 167 A.C., sob a liderança da família de Matatias, coletivamente chamados de Hasmoneanos, por causa de Hasmom, bisavô de Matatias, ou de Macabeus, devido ao apelido "Macabeu" ("Martelo"), conferido a Judas, um dos filhos de Matatias.
Judas Macabeu encabeçou uma campanha de guerrilhas de extraordinário su-cesso, até que os judeus se viram capazes de derrotar os sírios em campo de batalha regular. 
A Revolta dos Macabeus, entretanto, foi também uma guerra civil deflagrada entre os judeus pró helenistas e anti helenistas. O conflito prosseguiu mesmo após a morte de Antíoco Epifânio (163 A.C.). 
Finalmente, os Macabeus recuperaram a liberdade religiosa, consagraram novamente o templo, conquistaram a Palestina e expeliram as tropas sírias da cidadela que ocupavam em Jerusalém.
Independência dos Macabeus.
Depois que Judas Macabeu foi morto em batalha (160 A.C.), seus irmãos, Jônatas, e posteriormente Simão, sucederam no na liderança. Declarando se herdeiros presuntivos do trono selêucida, um em oposição ao outro, puderam obter concessões favoráveis aos judeus. 
Jônatas começou a reconstruir as muralhas danificadas e os edifícios de Jerusalém. Assumiu, igualmente, o ofício sumo sacerdotal. 
Simão conseguiu o reconhecimento da independência judaica da parte de Demétrio II, um dos que competiam pela coroa dos Selêucidas, tendo renovado um tratado com Roma que originalmente fora firmado por Judas. Tendo sido proclamado como "o grande sumo sacerdote, comandante e líder dos judeus", Simão passou a reunir oficialmente em sua pessoa a liderança religiosa, militar e política do estado judeu.
A história subseqüente da dinastia hasmoneana.(142   37 A.C.) consiste de um relato de contendas internas, derivadas da ambição pelo poder. Os propósitos políticos e as intrigas dos Hasmoneanos alienaram muitos dos Hasidim, de inclinações religiosas, os quais vieram a ser mais tarde os fariseus e os essênios, semelhantes àqueles que produziram os Papiros do Mar Morto, estabelecidos em Qumran. Os partidários aristocráticos, de pendores políticos, do sacerdócio hasmoneano, vieram a ser os saduceus. Finalmente, porém, o general romano Pompeu subjugou a Palestina (63 A.C.), de modo que, durante o período  do Novo Testamento, a Palestina estava dominada pelo poderio romano."
Fonte: Boas Novas

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Periodo Intertestamentário (parte1)



Graça e Paz a todos, hoje posto um estudo simples, mas esclarecedor a meu ver do período chamado intertestamentário,  período no qual a palestina foi invadida pelos gregos, ptolomeus, selêucidas, dominada pelos Macabeus, Asmoneus e depois dominada pelo império Romano. o estudo desse periodo é importante, pois nos mostra a origem das seitas judaicas dos tempos de Jesus (Fariseus, Saduceus, Essênios, Zelotes), o surgimento dos Herodes, em suma, nos prepara para entendermos o Israel dos tempos de Cristo, esse estudo foi retirado do blog Boas Novas é um estudo simples, mas como disse anteriormente, esclarecedor, espero que seja edificante e proveitoso a todos!
Deus abençoe a todos Vinicius Freire.

"O PERÍODO GREGO
Alexandre o Grande
A história do Antigo Testamento se encerrou com o cativeiro que a Assíria impôs ao reino do norte, Israel, com o subsequente cativeiro babilônico do reino do sul, Judá, e com o regresso à Palestina, de parte dos exilados, quando da hegemonia persa, nos séculos VI e V A.C.
Os quatro séculos entre o final da história do Antigo Testamento e os primórdios da história do Novo Testamento compreendem o período intertestamentário. (ocasionalmente chamados "os quatrocentos anos de silêncio", devido ao hiato, nos registros bíblicos, e ao silencio da voz profética).
Durante esse hiato é que Alexandre o Grande se tornou senhor do antigo Oriente Médio, ao infligir sucessivas derrotas aos persas, quando das batalhas de Granico (334 A. C.), Isso (333 A. C.) e Arbela (331 A. C.).


Helenização
A cultura grega, intitulada helenismo, há tempos se vinha propagando mediante o comércio e a colonização grega, mas as conquistas de Alexandre proveram um impulso muito maior do que havia antes. O idioma grego tornou se a língua franca, a língua comumente usada no comércio e na diplomacia.
À época do Novo Testamento, o grego era a língua comumente falada nas ruas até da própria Roma, onde o proletariado indígena falava o latim, mas onde a grande massa de escravos e de libertos falava o grego.
Alexandre fundou setenta cidades, moldando as conforme o estilo grego.
Ele e os seus soldados contraíram matrimônios com mulheres orientais. E assim foram misturadas as culturas grega e oriental.
Ante o falecimento de Alexandre, com a idade de trinta e três anos (323 A. C.), seus principais generais dividiram o império em quatro porções, duas das quais são importantes no pano de fundo do desenvolvimento histórico do Novo Testamento,
a porção dos Ptolomeus e a dos Selêucidas.
O império dos Ptolomeus centralizava se no Egito, tendo Alexandria por capital. A dinastia governante naquela fatia do império veio a ser conhecida como os Ptolomeus. Cleópatra, que morreu no ano 30 A. C., foi o último membro da dinastia dos Ptolomeus.
O império selêucida tinha por centro a Síria, e Antioquia era a sua capital. Alguns dentre a casa ali reinante receberam o apodo de Seleuco, mas diversos outros foram chamados Antíoco. Quando Pompeu tornou a Síria em província romana, em 64 A. C., chegou ao fim o império selêucida.
Espremida entre o Egito e a Síria, a Palestina tornou se vitima das rivalidades entre os Ptolomeus e os Selêucidas. A princípio os Ptolomeus dominaram a Palestina por cento e vinte e dois anos (320 198 A. C.).
Os judeus gozaram de boas condições gerais durante esse período. De acordo com uma antiga tradição, foi sob Ptolomeu Filadelfo (285 246 A. C.) que setenta e dois eruditos judeus começaram a tradução do Antigo Testamento hebraico para o grego, versão essa que se chamou Septuaginta. No começo foi feita a tradução do Pentateuco, e mais tarde foi feita a tradução das porções restantes do Antigo Testamento. A obra foi realizada no Egito, aparentemente em benefício de judeus que compreendiam o grego melhor que o hebraico; e, contrariamente à tradição, provavelmente foi efetuada por egípcios, e não por judeus palestinos.
O numeral romano LXX (pois setenta é o número redondo mais próximo de setenta e dois) tornou se o símbolo comum dessa versão do Antigo Testamento.
Os Selêucidas.
 As tentativas dos Selêucidas para conquista da Palestina, quer por invasão quer por alianças matrimoniais, deram em fracasso, até que Antíoco III derrotou o Egito, em 198 A. C.
Entre os judeus surgiram duas facções, "a casa de Onias" (pró Egito) e "a casa de Tobias'" (pró Síria).
Antíoco IV ou Epifânio (175 163 A. C.), rei da Síria, substituiu ao sumo sacerdote judeu Onias III pelo irmão deste, Jasom, helenizante, o qual planejava transformar Jerusalém em uma cidade grega.
Foi erigido um ginásio com uma pista de corridas adjacente. Ali rapazes judeus se exercitavam despidos, à moda grega, para ultraje dos judeus piedosos. As competições de corredores eram inauguradas com invocações feitas às divindades pagãs, e até sacerdotes judeus chegaram a participar de tais acontecimentos. O processo de helenização incluía ainda a frequência aos teatros gregos, a adoção de vestes do estilo grego, a cirurgia que visava à remoção das marcas da circuncisão, e a mudança de nomes hebreus por gregos.
Os judeus que se opunham à paganização de sua cultura eram chamados Hassidim, "os piedosos", o que a grosso modo equivale a puritanos.
Antes de desfechar a invasão do Egito, Antíoco Epifânio fez a substituição de Jasom, seu próprio escolhido para o sumo sacerdócio, por Menelau, um outro judeu helenizante, o qual oferecera a Antíoco um tributo mais elevado. É possível que Menelau nem tenha pertencido a alguma família sacerdotal. Mui naturalmente, os judeus piedosos se ressentiram da simonia, em que o sagrado ofício sumo sacerdotal foi dado a quem pagava mais.
Apesar de alguns êxitos iniciais, a tentativa de Antíoco de anexar o Egito terminou falhando. A ambiciosa Roma não desejava que o império selêucida se tornasse mais forte. Fora de Alexandria, por conseguinte, um embaixador romano traçou um círculo no chão, em redor de Antíoco, e exigiu que antes de pisar fora do círculo ele prometesse abandonar o Egito com as suas tropas. Tendo aprendido a respeitar o poderio romano, quando fora refém por doze anos em Roma, tempos antes, Antíoco aquiesceu.
Perseguição por Antíoco Epifânio.
Entrementes, aos ouvidos de Jasom, o sumo sacerdote, chegaram rumores de que Antíoco fora morto no Egito. Retornando de imediato a Jerusalém, aonde chegou vindo de seu refúgio na Transjordânia, Jasom retirou de Menelau o controle da cidade para si mesmo. O amargurado Antíoco, espicaçado pela derrota psicológica que sofrera às mãos dos romanos, interpretou a atitude de Jasom como uma revolta, e enviou seus soldados para punirem os rebeldes e reintegrarem a Menelau no ofício sumo sacerdotal. Nesse processo, saquearam ao templo de Jerusalém e passaram ao fio da espada a muitos de seus habitantes. O próprio Antíoco regressou à Síria.
Dois anos mais tarde (168 A.C.), enviou seu general, Apolônio, com um exército de vinte e dois mil homens para coletar tributo, tornar ilegal o judaísmo e estabelecer o paganismo à força, como um meio de consolidar o seu império e de refazer o seu tesouro. Os soldados saquearam Jerusalém, derrubaram suas casas e muralhas e incendiaram a cidade. Varões judeus foram mortos em bom número, mulheres e crianças foram escravizadas.
Tornou se ofensa capital circuncidar, observar o sábado, celebrar as festividades judaicas ou possuir cópias do Antigo Testamento.
Muitos manuscritos do Antigo Testamento foram destruídos
. Os sacrifícios pagãos tornaram se compulsórios, tal como os cortejos em honra a Dionísio (ou Baco), o deus grego do vinho. Um altar consagrado a Zeus, e quiçá também uma estátua sua, foram erigidos no templo. Animais execrados pelos preceitos mosaicos foram sacrificados sobre o altar, e a prostituição "sagrada" passou a ser praticada no recinto do templo de Jerusalém."

Fonte: Boas Novas

Dica de Leitura - Seu nome é Amor




Divinamente humano, extraordinariamente comum.
Apenas alguém tão especial poderia alterar para sempre, os rumos da história da humanidade e os da sua história.

Sabe quem é esta pessoa? Jesus.


Sua vida, morte e legado são a maior prova de amor que alguém poderia receber. E ele fez tudo por você.


E é este amor que Max Lucado apresenta a você neste livro, um amor sacrificial e redentor. Seu nome é amor.




Ficha Técnica


Livro Seu Nome é o Amor

- Formato: 14x18
- Editora: Mundo Cristão

Fonte: Casa da Biblia

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Encontro de Blogueiros Evangélicos acontece na 15º Consciência Cristã


O Encontro acontece no dia 9 de fevereiro em Campina Grande, na Paraíba, as inscrições são gratuitas.



Entre os eventos paralelos que acontecerão durante a 15ª edição do Encontro para Consciência Cristã acontecerá o 1º Enblogue (Encontro Nacional de Blogueiros Evangélicos), organizado pela VINACC e pela UBE – União de Blogueiros Evangélicos.
O evento vai reunir blogueiros consagrados para dar palestras aos interessados em usar a internet para dividir informações, estudos, artigos e opiniões sobre o meio cristão.
Entre os confirmados a participar deste encontro estão Norma Braga e os pastores Renato Vargens, Altair Germano, Carlos Roberto Silva, Valmir Nascimento Milomem e Vinícius Pimentel.
Os temas abordados por eles já foram definidos: A gênese e a importância da blogosfera cristã; O futuro da igreja brasileira e a influência para a Teologia Cristã (Apologética e Cosmovisão); A qualificação dos blogueiros; Blogs e liderança intelectual.
O encontro acontecerá no dia 9 de fevereiro de 2013 e a inscrições são gratuitas. O Encontro de Consciência Cristã vai acontecer entre os dias 6 e 12 de fevereiro e terá a participação de diversos pastores.
Outros 24 eventos acontecerão simultaneamente, para saber mais acesse o site do evento que é www.conscienciacrista.org.br.
Fonte: Gospel Prime
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