sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Periodo Intertestamentário (Parte 3)

Graça e Paz a todos, hoje posto a ultima parte do estudo sobre o período Intertestamentário, espero que tenha contribuido para a edificação e conhecimento de vocês! Que Deus continue abençoando a todos em Nome de Jesus!
"O PERÍODO ROMANO
Expansão romana.
O século VIII AC viu a fundação de Roma, e no século V A.C. houve a organização de uma forma republicana de governo ali sediada. Dois séculos de guerras com a cidade rival de Cartago, na África do Norte, chegaram ao fim com a vitória romana (146 A.C.). 
As conquistas feitas na extremidade oriental da bacia do Mediterrâneo, sob o comando de Pompeu, como também na Gália, por Júlio César. Expandiram o domínio romano. 
Após o assassinato de Júlio César, Otávio, que mais tarde veio a ser conhecido como Augusto, derrotou as forças de Antônio e Cleópatra, na batalha naval de Ácio, na Grécia, em 31 A.C., tornando se então o imperador de Roma. 
Dessa maneira, pois, Roma passou de um período de expansão territorial para outro, de paz, o que se tornou conhecido como Pax Romana. 
A província da Judéia interrompeu essa tranquilidade mediante grandes revoltas, que os romanos esmagaram nos anos de 70 e 135 D.C. Contudo, a unidade prevalente e a estabilidade política do mundo civilizado sob a hegemonia de Roma facilitaram a propagação do cristianismo, quando de seu aparecimento.
Administração romana.
Augusto estabeleceu um sistema provincial de governo, cujo desígnio era impedir que os procônsules administrassem territórios estrangeiros visando ao seu engrandecimento pessoal. 
Havia dois tipos de províncias, as senatoriais e as imperiais. Os procônsules, nomeados pelo senado romano para governar as províncias senatoriais, usualmente pelo termo de apenas um ano, prestavam contas ao senado.
Paralelamente aos procônsules havia os delegados, nomeados pelo imperador, os quais de modo geral se ocupavam de questões financeiras. 
Os procuradores governavam as províncias imperiais. Nomeados pelo imperador, os procuradores eram responsáveis perante ele, e exerciam a sua autoridade civil e militar por meio de exércitos permanentes.
IMPERADORES ROMANOS NO PRIMEIRO SÉCULO
Os imperadores romanos seguintes, alistados com as datas de seus respectivos governos, estão vinculados às narrações do Novo Testamento:
•    Augusto (27 A.C.   14 D.C.), sob quem ocorreram o nascimento de Jesus, o recenseamento ligado ao Seu nascimento, e os primórdios do culto ao imperador;
•    Tibério (14 37 D.C.), sob quem Jesus efetuou o Seu ministério público e foi morto;
•    Calígula (37 41 D.C.), que exigiu que se lhe prestasse culto e ordenou que sua estátua fosse colocada no templo de Jerusalém, mas veio a falecer antes que sua ordem fosse cumprida;
•    Cláudio (41 54 D.C.), que expulsou de Roma os residentes judeus, entre os quais estavam Áqüila e Priscila, por motivo de distúrbios civis;
•    Nero (54 68 D.C.), que perseguiu os cristãos, embora provavelmente so-mente nas cercanias de Roma, e sob quem Pedro e Paulo foram martiri-zados;
NOTA: galba e os outros deixam de figurar por irrelevancia à proposta o artigo
•    Vespasiano (69 79 D.C.), o qual, quando ainda general romano começou a esmagar uma revolta dos judeus, tornou se imperador e deixou o res-tante da tarefa ao encargo de seu filho, Tito, numa campanha que atingiu seu clímax com a destruição de Jerusalém e seu templo, em 70 D. C.;
•    Domiciano (81 96 D.C.), cuja perseguição contra a Igreja provavelmente serviu de pano de fundo para a escrita do Apocalipse, como encorajamento para os cristãos oprimidos."


Fonte: Boas Novas

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