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Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo

Novas descobertas mostram como foi a queda de Jerusalém 2000 anos atrás

Blog do Ministério Nissí completa 5 anos no ar!

Há exatos 5 (cinco) anos lançávamos na rede mundial de computadores o blog do Ministério Nissí.

Arqueólogos acham novas evidências da Torre de Babel

Museu Smithsonian apresenta na TV achado de peça do Iraque

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Comprovada a autenticidade das maiores descobertas arqueológicas bíblicas


Após 10 anos, Autoridade de Antiguidades mudou de ideia e exige posse das peças.



Uma batalha legal de 10 anos está chegando ao fim na Terra Santa. Varias relíquias bíblicas surpreendentes, incluindo uma caixa de pedra calcária onde estariam os ossos do irmão de Jesus e a primeira “prova” do Templo construído pelo rei Salomão.
A Autoridade de Antiguidades de Israel não conseguiu provar em tribunal que os itens foram forjados por Oded Golan, que revelou ao mundo as antiguidades. Este mês, o governo de Israel pediu a posse dos itens que ele passou uma década chamando de “falsos”.
O jornal israelense Haaretz noticiou a declaração do representante da Autoridade de Antiguidades: “Nós entendemos a situação de forma diferente agora. Isso nos pertence… e temos o direito de fazer o que quisermos com nossa propriedade”.
O Supremo Tribunal de Israel ainda não deu o veredito final sobre quem terá a posse definitiva, se Golan ou o estado. Mas isso pode mudar muita coisa, explica Hershel Shanks, editor-chefe da revista especializada Biblical Archaeology Review.
“Eles ficaram acusando-o de falsificador por mais de dez anos, tornaram sua vida um inferno, mandaram-no para a cadeia, depois para prisão domiciliar e geraram uma enorme despesa legal… e agora eles estão reconhecendo que são autênticas? É difícil de entender”, disse ele em entrevista à FoxNews.
A principal disputa é pela chamada Yoash tablete, ou “estela de Joás”, uma pedra com o tamanho de um caderno escolar. Suas quinze linhas descrevem os planos do rei Joás para a reforma do Templo de Salomão. A narrativa confirma o que está no capítulo 12 do Segundo Livro dos Reis, no Antigo Testamento.
As inscrições em fenício relatam como o rei Joás instruiu os sacerdotes a recolherem dinheiro para pagar as reformas do Primeiro Templo de Jerusalém. O pequeno artefato pode ser considerada a mais antiga prova de um relato bíblico já encontrada. “Se a inscrição passar por todos os testes de autenticidade, será o artefato mais importante da arqueologia israelense”, disse na época o arqueólogo Gabriel Barkai, da Universidade Bar-Ilan.
A disputa sobre a existência do Primeiro Templo de Salomão no monte Sião envolve um conflito secular com os muçulmanos, pois no local atualmente está o Domo da Rocha, reverenciado pelo Islã. O Muro das Lamentações, logo ao lado é tudo que restou do Segundo Templo, construído por Herodes durante a ocupação romana da região.
O outro item envolvido no processo é um ossuário, uma caixa de pedra calcária que guardaria os restos mortais de um judeu chamado Tiago. O grande diferencial é a inscrição que diz: “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”. O uso de nomes coincide com a narrativa do Novo Testamento e seria considerado o primeiro “elo físico” da narrativa sobre Jesus fora da Bíblia.
Golan já colocou o ossuário em exposição em museus. Mas a Autoridade de Antiguidades de Israel sempre questionou sua autenticidade. São 10 anos de disputa nos tribunais, um processo que inclui 12 mil páginas de documentos e foram mais de 100 audiências. O veredito final pode causar um grande impacto na comunidade arqueológica mundial.
David Barhum, o advogado de defesa de Golan, acredita que a mudança de atitude do governo de Israel seria a confirmação definitiva que as peças apresentadas por seu cliente são verdadeiras.
Por sua parte, os representantes da Autoridade de Antiguidades de Israel não querem se manifestar antes da divulgação do veredito. Eles continuam dizendo que as peças são forjadas, mas como foram encontradas no território de Israel, pertencem ao Estado.
Especialistas em arqueologia olham para três aspectos antes de determinar a autenticidade de uma descoberta: o estilo da escrita, a linguagem da inscrição e a composição geológica do material. Até agora não existe um consenso nas análises feitas nas peças.
Se nos tribunais o processo se encerrou, na comunidade científica, a controvérsia continua longe de uma solução definitiva. Os primeiros testes mostraram que a inscrição datava do século IX a.C., o que coincidiria com o reinado de Joás. Também indicaram a presença de salpicos de ouro fundido na superfície da pedra, que poderiam ter sido causados por um incêndio, como o que destruiu o Templo de Salomão, em 586 a.C.
As provas históricas da existência de Salomão são escassas e evidências concretas do templo construído por ele nunca foram encontradas.
O principal problema na questão do ossuário, que tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura e pesa 25 quilos, é a implicação religiosa. Para os judeus seria embaraçoso admitir que realmente existiu o Jesus descrito na Bíblia.
As discussões sobre o reconhecimento público envolveram cerca de 200 especialistas no julgamento que se desenrola desde 2005. A participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia, biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de seminário de doutorado. Com informações Isto É, Fox News e Discovery.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Nova descoberta arqueológica confirma profecia de Isaías

                        

                                 Inscrição relata ataque assírio contra Israel.




Arqueólogos da Universidade de Tel Aviv afirmam ter descoberto as ruinas de fortificações construídas cerca de 2.700 anos atrás, em torno de um antigo porto da Assíria, numa região que hoje pertence a Israel. O achado confirma o relato bíblico sobre o assunto presente no capítulo 20 do Livro de Isaías.
“As fortificações parecem proteger um porto artificial”, explica Alexander Fantalkin, líder das escavações no Ashdod-Yam, em um comunicado oficial. “Ao ser confirmado, será uma descoberta de importância internacional, o primeiro porto conhecido deste tipo no nosso canto do Levante”.
A descoberta foi feita em um sitio arqueológico na cidade costeira de Asdode, ao sul da capital Tel Aviv. No centro das fortificações há uma parede de tijolos de barro medindo mais de 3 metros e meio de largura, chegando a 4,5 metros de altura em alguns pontos. A parede está coberta por camadas de lama e areia.
Quando foram construídas no século 8 a. C, as fortificações em forma de meia-lua defendiam uma área interior com cerca de sete hectares.
Segundo os relatos históricos, rei assírio Sargom II governou toda a parte sudeste da bacia do Mediterrâneo, incluindo o Egito e o Oriente Médio. Inscrições falam sobre um rei filisteu em Asdode, chamado Yamani, que tentou organizar uma revolta contra o Império Assírio. Os assírios responderam com força, assumiram o controle de Asdode, no ano 711 a. C e destruiu a cidade. Depois disso, o centro de poder foi estabelecido na área vizinha de Asdode-Yam, o local que está sendo escavado atualmente.
Baseado em escavações anteriores, o finado arqueólogo israelense Jacob Kaplan concluiu que os rebeldes construíram as fortificações em preparação ao ataque. Contudo, Fantalkin disse que a construção é grande demais para ter sido feito sob tais circunstâncias.
O ataque de Sargom II contra Asdode é mencionado em Isaías 20, como um aviso para aqueles que apoiaram a rebelião. “Naquele dia o povo que vive deste lado do mar dirá: ‘Vejam o que aconteceu com aqueles em quem confiávamos, a quem recorremos para nos ajudar e livrar do rei da Assíria!”
Ezequias, rei de Judá, ficou fora da luta, provavelmente a pedido do profeta Isaías, que nessa época andava nu e sem sandálias como uma forma de chamar atenção do povo para suas profecias.
Fantalkin e sua equipe dizem que os edifícios e paredes encontrados aparentemente são a reconstrução das fortificações anteriores, que provavelmente foram destruídas por um terremoto na segunda metade do século 2 a.C. Moedas antigas, vasos e outros artefatos dessa época foram encontrados entre as ruínas.
Durante a época bizantina, o local era conhecido como Azoto Paralus. Uma cidadela chamada Kal’at Al Mina foi construída no local durante o período de dominação islâmica, em algum período entre os séculos 8 e 11. Em 1033, essa fortaleza foi seriamente danificada por um terremoto. É surpreendente que a parede com as inscrições achada agora tenha permanecido de pé depois de tanto tempo, tendo “sobrevivido” a tantos acontecimentos.
A última descoberta do tipo ocorreu em 1843, quando Paul Emile Botta escavou as ruinas do Palácio de Sargom II, o mesmo que é mencionado na parede encontrada agora. Durante muitos séculos grande parte dos relatos do Livro de Isaias foram considerados “não-históricos” por causa da falta de comprovações arqueológicas. Com informações NBC News.
Fonte: Gospel prime

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Encontrados manuscritos inéditos de Martinho Lutero

         


        Anotações em livros foram encontradas em biblioteca após 5 séculos.



Martinho Lutero é considerado o “pai do protestantismo”. Através de seus discursos e escritos ele se propôs a fazer uma “reforma” na Igreja Católica. Rejeitado pelo papa, suas ideias divulgadas a partir da Alemanha fomentaram o movimento que acabaria mudando para sempre a história da Igreja.
Perto de se comemorar os 500 anos da Reforma, em 2017, o professor de teologia Ulrich Bubenheimer revelou hoje ter encontrado o que se acredita serem os mais antigos manuscritos de Lutero. São breves anotações, escritas nas margens de livros que estavam na biblioteca Duque August de Wolfenbüttel, no norte da Alemanha. Há também uma crônica escrita por ele.
São várias anotações e comentários feitos por Lutero quando ele ainda estudava em Erfurt, no começo do século XVI. O termo mais repetido é a palavra “fides” (latin para fé). Embora não tragam nada de novo para a teologia, acredita-se que têm um grande valor histórico. A letra de Lutero é conhecida de inúmeras publicações, por isso não há dúvida.
Helwig Schmidt-Glintzer, diretor da biblioteca não anunciou o que fará com a descoberta. ”Esta é uma grande sensação”, limitou-se a comentar. O local é bastante rico em manuscritos medievais, e livros escritos na época da Reforma. Todos cuidadosamente conservados. É curioso que as anotações tenham sido descobertas apenas cinco séculos depois. O mais provável é que os livros sejam doados para o museu oficial.
Martinho Lutero nasceu em 1483 e faleceu em 1546. Foi um dos primeiros escritores da língua alemã. Sua obra mais famosa foi a tradução da Bíblia para a língua falada pelo povo e um dos primeiros a se beneficiar da imprensa de tipos móveis inventada por Gutemberg.  Com informações El Heraldo e Die Mark.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Nome de profeta bíblico é encontrado em artefato



                   Vaso com inscrição importante foi descoberto na Cidade de Davi
Pela terceira vez este ano, arqueólogos acham em Israel uma importante evidência que os relatos do Antigo Testamento são historicamente acurados. Sempre houve disputa entre especialistas pela ausência de “provas” que alguns relatos bíblicos eram baseados em fatos e não apenas na tradição. Primeiramente foram as ruínas do palácio do rei Davi, depois a casa do profeta Eliseu.
Agora, milhares de fragmentos de cerâmica, velas, vasos e estatuetas que datam do final do Primeiro Templo foram descoberto durante escavações em Jerusalém, na antiga “cidade de Davi”. O comunicado oficial foi divulgado neste domingo pela Autoridade de Antiguidades de Israel.
A cidade de Davi está localizada ao sul do Monte do Templo, perto da fonte de Giom e da aldeia árabe de Silwan.
A peça mais importante encontrada é parte de um pequeno vaso de cerâmica, com uma inscrição onde se pode ler o nome de uma figura bíblica. Os arqueólogos Joe Uziel e Naasson Zanton afirmam que as letras gravadas são de uma forma antiquíssima de hebraico. O fragmento é do tempo da destruição de Jerusalém no governo do rei Zedequias, de Judá, cerca de 586 anos antes de Cristo.
Eles acreditam que a inscrição pode ser um tipo de endereço, e possivelmente continha uma oferta, oferecida pela pessoa cujo nome foi inscrito no artefato. A escrita é clara, embora a primeira letra esteja faltando, mas não impede a leitura do texto de 9 letras, sem as vogais, como era característico na época.
Seria o nome de Zacarias, filho de Benaia, o pai do profeta Jaaziel, cujo nome aparece em 2 Crônicas 20:14. Segundo a Bíblia, Jaaziel foi um profeta no tempo do rei Josafá.
“Apesar de não estar completa, a inscrição nos apresenta o nome de uma figura importante que vivei no século VII a.C. Se assemelha a outros nomes conhecidos por nós, tanto do registro bíblico quanto do arqueológico … e nos proporciona uma conexão com as pessoas que vivem em Jerusalém no final do período do Primeiro Templo”, dizia a nota oficial.
Uziel e Zanton explicam que a inscrição “foi gravada na taça no momento que foi feita. O que indica que a inscrição decorava originalmente o aro do vaso, e não escrita num fragmento após o vaso ser quebrado”. Estes e outros resultados da escavação serão apresentados em detalhe na próxima sexta-feira. Com informações Jerusalém Post.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Igrejas evangélicas crescem em Juazeiro do Norte

O fenômeno chama a atenção na cidade que é uma praça católica de devoção ao santo Padre Cícero.
                                                                                                                              
por Leiliane Roberta Lopes









































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































       O         crescimento das igrejas evangélicas em Juazeiro do Norte tem mudado o cenário da cidade cearense que tem forte tradição católica.
De acordo com o Censo de 2010 realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) há cerca de 20 mil evangélicos na cidade e cerca de 98 denominações.
Uma reportagem do CETV, da Rede Globo do Ceará, mostrou trechos de um culto em uma igreja evangélica e citou dados sobre o crescimento do número de evangélicos, algo semelhante ao que tem acontecido em todo o Brasil nos últimos 20 anos.
Após a reportagem o programa conversou com a socióloga Renata Marinho Paz que tentou explicar o fenômeno da diminuição do número de católicos. A profissional lembra que a cidade é uma praça de devoção a um santo popular, no caso Padre Cícero, e que mesmo assim não foi criado um fator para impedir esse crescimento de evangélicos.
Renata Paz ainda comentou sobre as estratégias que as igrejas evangélicas utilizam para chegar mais próximo do povo, conseguindo alcançar as áreas mais pobres da população. “Essas igrejas tem um movimento de expansão muito mais ágil que a Igreja Católica. Essas igrejas evangélicas se proliferam e estão muito mais perto das pessoas”, disse ela.
A cidade de Juazeiro foi o local escolhido para a gravação do CD/DVD “Tu Reinas” do ministério de louvor Diante do Trono. Apesar da resistência da Igreja Católica em aceitar o evento, o grupo liderado por Ana Paula Valadão conseguiu reunir cerca de 30 mil pessoas no dia 6 de junho no Parque de Eventos Padre Cícero.
A decisão de gravar no sertão nordestino aconteceu em resposta ao pedido de um missionário que atua em Juazeiro e relatou as dificuldades que a população tem sofrido por conta das secas que levam os sertanejos a situações de miséria.
Por conta disto, todas as canções selecionadas para fazer parte deste repertório falam sobre a Chuva, o Rio, sobre as Águas do Senhor que curam a terra seca e profetizam um novo tempo para os moradores do sertão.

 Fonte: Gospel Prime








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