Ministério Nissí realizou seu I Encontro de Mulherese Mulheres

Ministério Nissí realizou seu I Encontro de Mulheres

Família encena peças teatrais para moradores de rua em Belém

Projeto Águia nas Ruas busca conscientizar as pessoas em situação de risco

Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo

Novas descobertas mostram como foi a queda de Jerusalém 2000 anos atrás

Blog do Ministério Nissí completa 5 anos no ar!

Há exatos 5 (cinco) anos lançávamos na rede mundial de computadores o blog do Ministério Nissí.

Arqueólogos acham novas evidências da Torre de Babel

Museu Smithsonian apresenta na TV achado de peça do Iraque

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Pastores que compartilham suas falhas têm congregações “mais saudáveis”

Líderes religiosos que falam abertamente sobre suas deficiências estimulam membros a fazerem o mesmo

por Jarbas Aragão


Quando os líderes religiosos admitem suas limitações e demonstram fraquezas, isso colabora para a saúde mental da congregação como um todo. Essa é a conclusão de estudos feito com sacerdotes católicos e evangélicos nos últimos anos.
Os participantes relataram sentir-se muito pressionados a serem constantemente “modelos” e que só procuram ajuda para lidar com isso como “último recurso”.
Peter Hill, da Universidade de Biola, na Califórnia, conta que sentiu-se desafiado a estudar o assunto quando o novo pastor da igreja que ele frequenta passou mais da metade do seu primeiro sermão falando sobre as dificuldades que enfrentava no ministério. No final, pediu paciência e apoio à congregação.
“Eu não acho que existe um dom mais poderoso que eles podem oferecer às suas congregações que admitir suas próprias limitações”, disse o estudioso. Hill não é o único a se interessar pelo assunto.
Ele compilou várias tentativas de se entender os efeitos dessa postura, em matérias elaboradas por psicólogos.
Em 2012, um estudo concluiu que 28% dos pastores sentiram-se em algum momento de sua trajetória, tentados a desistir do trabalho na igreja por causa de cobranças exageradas e críticas severas sobre seu desempenho, mesmo que isso viesse de apenas alguns membros da congregação. Uma fração desses líderes realmente abandonou os púlpitos.
Durante um levantamento paralelo, 1500 pastores foram entrevistados pelo departamento de psicologia da Universidade Duke, nos EUA, sobre as dificuldades que sentiam no desempenho de sus profissão. Dez por cento queixou-se de “solidão” e da sensação constante de fracasso.
Já 20% dizia sentir-se “parcialmente isolado” embora lidassem com um grande número de pessoas no dia a dia.
Outro estudo, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Ciências Sociais e Humanidades em Katowice, Polônia, ouviu sacerdotes católicos com idades entre os 32 e os 75 anos. Em linhas gerais, a conclusão é que todos eles se cobravam demais e isso os prejudicava.
“Um padre deve apenas comer, respirar, celebrar a Missa, ouvir confissões e orar. Ele não tem o direito de beber cerveja, socializar, ou dar um passeio com uma mulher. Certa vez, passei com minha irmã por uma vila e ouvi pessoas me ofendendo”, disse um dos sacerdotes que foram entrevistados.
A maioria dos clérigos relata ter dificuldades em serem “abertos e honestos” ao falar publicamente sobre suas limitações, embora acreditem que isso beneficiaria tanto a si mesmo como as suas comunidades.
Os pesquisadores poloneses sugeriram que os Seminários oferecessem aulas de psicologia para que os alunos fossem encorajados a saber onde e como procurar ajuda. Além disso, os sacerdotes devem ser encorajados a estabelecerem suas próprias redes de apoio social e estarem abertos para cuidar de sua saúde mental.
Uma pesquisa mais recente, focada em pastores de megaigrejas – com mais de 2 mil membros – descobriu que os fiéis apreciam quando seus líderes se mostram dispostos a compartilhar suas próprias falhas.
Realizado pela Universidade da Virgínia Ocidental em parceira com a Universidade de Washington, o estudo ouviu frequentadores de 12 megaigrejas. A esmagadora maioria disse que era importante quando o pastor tratava os outros como “iguais” e mostrava-se disposto a compartilhar suas falhas pessoais ao invés de mostrar que tinha uma vida “perfeita”. Com informações de Huff Post
Fonte: Gospel Prime


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Arqueólogos revelam onde estão as lendárias “minas do rei Salomão”

Achados comprovam relato bíblico do livro de Reis

por Jarbas Aragão

Por mais de dois séculos, teólogos liberais usavam a falta de comprovação histórica de alguns trechos para criticarem a ideia de uma Bíblia inerrante. Um de seus argumentos mais comuns é que não havia registros extrabíblicos dos reinados de Davi e Salomão.
Contudo, escavações arqueológicas em Israel ao longo das últimas décadas mudaram essa perspectiva. Descobertas recentes mostram que a extensão do reino de Salomão, o maior território que Israel já teve em sua história, realmente chegou onde o registro bíblico diz.
Na edição de fevereiro de 2017 do Journal of Archaeological Science, os arqueólogos Erez Ben-Yosef, Dafna Langgut e Lidar Sapir-Hen anunciam as descobertas que fizeram durante escavações na região mais inóspita de Israel. Eles descobriram em Timna, no extremo sul do país, mais indícios de onde ficavam as lendárias “minas do rei Salomão”. Eles aprofundaram o trabalho que foi primeiramente divulgado em 2013.
Em uma das partes mais áridas e desoladas do deserto do Negev, eles encontraram ruínas de estábulos e depósitos de minério onde um dia se localizavam os maiores campos de fundição de cobre do reino. A datação de artefatos recuperados comprova que são do século X antes de Cristo, o que coincide com as datas do reinado de Salomão.
Esta descoberta resolve uma grande controvérsia histórica. Embora não existisse evidência histórica abundante sobre a extração de minério de cobre, as ruínas de Timna mostram que havia minas e fundições ativas durante o reinado de Salomão. Portanto, não é difícil concluir que o Vale de Timna realmente abrigava as minas mencionadas pela Bíblia.

Dieta forte

Por causa da extrema aridez da região, materiais orgânicos acabaram ficando extraordinariamente preservados. Ben-Yosef, Langgut e Sapir-Hen foram capazes de recuperar ossos de animais, sementes e pólen em pilhas de esterco de burro, abundante no local. A análise desse esterco revelou que os animais eram alimentados com o bagaço de uva em vez de palha.
O uso de bagaço na dieta mostra como esses burros eram bem cuidados, pois eram fundamentais na retirada do cobre das minas e o transporte de suprimentos para o acampamento. A análise dos ossos de animais e das sementes mostra que os operários -provavelmente escravos – tinham uma dieta rica, que lhes dava condições de desempenhar um trabalho que exigia muito de seus corpos.
Outro aspecto que chama atenção é a disposição do esterco, armazenado na parte interna das estruturas fortificadas. Isso indica que foi usado como combustível para o aquecimento inicial dos fornos de fundição. Os três arqueólogos descobriram artefatos que também demonstram que no local havia mais de um tipo de metalurgia.
Além de fundir o minério de cobre, também o refinavam e preparavam lingotes. As minas de Timna não eram as únicas pertencentes a Salomão, mas podem ter sido as maiores.

Presença militar

A estrutura do portão principal e dos muros evidenciam que o local era bem guardado. Isso mostra que nos tempos de Salomão tinham ali uma forte presença militar. O valor do cobre era muito alto na época, por ser usado para fabricar ferramentas e armas, vitais para as sociedades antigas. Essa ideia de riqueza gerou, séculos mais tarde, a lenda que as minas de Salomão eram de ouro e diamantes. Essa ideia se popularizou por causa do romance ficcional “As Minas do Rei Salomão”, de Rider Haggard, publicado em 1885. Era cobre, no entanto, o que realmente se extraía dali.

A Bíblia dedica 21 capítulos à história do reinado de Salomão, destacando sua extensão, riqueza, poder e organização. Muitos estudiosos questionavam se não havia exageros nos relatos para agradar o rei. Contudo, surge agora a comprovação de que havia presença militar judaica no extremo sul do deserto do Negueve, historicamente pertencente ao reino de Edom. Com informações Science Direct
Fonte: Gospel Prime

Cientistas israelenses dizem saber o dia exato em que o “sol parou”

Data precisa da batalha de Josué coincide com registro de eclipse na região
por Jarbas Aragão


Segundo o relato bíblico, Josué orou e o “sol parou” para que os israelitas tivessem a mais épica de suas vitórias. Questionado durante séculos, o relato agora ganha uma explicação científica. Cientistas israelenses dizem ter descoberto a data que isso ocorreu e o que aconteceu nos céus naquele dia.
Usando dados da NASA, três cientistas da Universidade Ben Gurion em Beer Sheva afirmam que se tratava de um eclipse. A batalha ocorreu no dia 30 de outubro de 1207 a. C.
O capítulo 10 do Livro de Josué relata que logo após Josué e os israelitas entrarem na Terra Prometida, travaram uma batalha contra cinco exércitos. Também mostra Josué orando a Deus, pedindo ajuda e o sol parando no céu. O texto diz: “Sol, detém-te em Gibeom, e tu, lua, no vale de Ajalom” (Js 10:12). No original, o termo ‘detém’ é “dowm”.
Os pesquisadores levaram em consideração outras histórias antigas onde uma divindade para o sol, mas destacam que o relato bíblico é o único que também menciona o papel da lua. Isso os levou à conclusão de que se referia a um eclipse solar, quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz solar.
Eles afirma que o uso da palavra “dowm“, que ocorreria apenas uma outra vez na Bíblia (Salmos 37:7) com esse sentido, não seria “ficar parado”, como é tradicionalmente traduzido, mas seria “ficar escuro.”
A equipe multidisciplinar, liderada pelo Dr. Hezi Yitzhak, descobriu que ocorreu apenas um eclipse solar total naquela região entre os anos 1500 e 1000 a.C. É nesse período que a arqueologia mostra que os israelitas chegaram ali. O registro do eclipse permitiu que a data da batalha fosse identificada com precisão. Segundo a NASA, isso  ocorreu dia 30 de outubro de 1207 a.C .
Em seu artigo, publicado na edição mais recente da publicação científica “Beit Mikra: Revista de Estudo da Bíblia e seu mundo”, os cientistas também conseguiram identificar o que eles acreditam ser o local da batalha. Além disso, traçaram com precisão a rota de 30 quilômetros que Josué e os seus homens teriam caminhado durante a noite para alcançar Gibeom, ao norte de Jerusalém, e seu acampamento em Gilgal, na porção oriental de Jericó.
O artigo ressalta que não é possível determinar como eram as pedras de granizo que, segundo a história bíblica, matou muitas pessoas durante a batalha.
“Nem todo mundo gosta da ideia de usar a física para provar as coisas da Bíblia. Eu sei que isso pode ser interpretado como se você quisesse justificar sua fé”, sublinhou Yitzhak. “Nós não reivindicamos que podemos provar como tudo na Bíblia aconteceu, mas há registros de história e evidências arqueológicas por trás disso.”
Mesmo assim, eles não conseguiram justificar de como um eclipse, que deixa o céu escuro, teria ajudado os israelitas a vencer, uma vez que precisariam da luz para isso. Com informações Times of Israel
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Samurais do antigo Japão eram “cristãos ocultos”, indica estudo

Bainhas de espadas contém símbolos ocultos, incluindo cruzes e crucifixos
por Jarbas Aragão


Centenas de samurais japoneses do século 16 podem ter sido “cristãos secretos”, que decidiram desobedecer as proibições do xogum Toyotomi Hideyoshi. É o que revela uma extensa pesquisa no acervo do museu Miki Sawada Kinenkan, na cidade de Kanagawa, Japão.
Em 1596, os famosos guerreiros do Japão feudal foram proibidos de seguir a religião “estrangeira”, trazida por missionários portugueses. Hideyoshi introduziu medidas anticristãs na ilha e perseguiu seus praticantes. Os missionários europeus foram expulsos e milhares de cristãos japoneses, torturados e mortos.

O levantamento que está sendo realizado por especialistas no acervo das 367 espadas de samurais do museu iniciou em novembro do ano passado. Muitas das bainhas possuem “códigos secretos”, que dão pistas de algo que eles desejavam esconder.

As guardas das espadas possuem símbolos como cruzes e crucifixos escondidos entre outros desenhos. Historiadores analisaram meticulosamente cada uma das armas, incluindo fatores como: seus desenhos, materiais usados e as técnicas utilizadas para produzi-las.

Yuhiko Nakanishi, presidente da associação sem fins lucrativos responsável pelo levantamento, revelou que 48 espadas certamente pertenciam a samurais cristãos. Seus símbolos cristãos “disfarçados” que ornam os objetos remetem ao período denominado Sengoku (Estados Guerreiros).
“É extremamente raro encontrar bainhas de espada com símbolos cristãos ocultos, que passaram a ser utilizados após a adoção de políticas anticristãs no período dos samurais”, destacou um porta-voz do museu. “Isso indica que eles mantiveram sua profunda fé, apesar da perseguição.”
Os historiadores entendem que os cristãos sobreviventes formaram uma rede religiosa subterrânea. Eles teriam “escondido” imagens de Jesus e Maria em pinturas que pareciam de Budas, e mudaram suas orações para que soassem como cânticos budistas. Com informações Daily Mail
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Blog do Ministério Nissí mais uma vez entre os 10 mais visualizados de Altaneira em 2016


Graça e Paz, mais uma vez ficamos entre os 10 blogs mais visualizados de Altaneira, no ano de 2016 foram 80.498 visualizações no ano e 192.610 visualizações no total.  O levantamento realizado anualmente pelo administrador do Blog de Altaneira, o Advogado Raimundo Soares Filho, constatou algumas mudanças nas colocações, em primeiro lugar encontra-se o Blog de Altaneira, subindo assim uma posição em relação à 2015, o blog Negro Nicolau (antigo Informações em Foco), ficou  na segunda colocação, descendo uma posição em relação à 2015, o blog A Pedreira administrado pelo servidor Antonio Junior Carvalho, ficou na terceira colocação, subindo duas posições no total do ranking, já o blog do Ministério Nissí permanece entre os cinco primeiros, tendo descido uma posição em relação à 2015. 

Segundo informações do Blog de Altaneira, os 10 Blogs mais visualizados do Município somaram no total quase 1.500.000 acessos em 2016, você pode conferir no link a seguir a matéria do Blog de Altaneira, http://www.blogdealtaneira.com.br/2017/01/os-10-blogs-altaneirenses-mais.html. Confira abaixo o Ranking da blogosfera altaneirense:

Confira os 10 Blogs mais visualizados em 2016:
01 - Blog de Altaneira - 598.899 visualizações;
02 - Blog Negro Nicolau - 496.961 visualizações;
03 - Blog A Pedreira - 143.795 visualizações;
04 - Blog Prof. Paulo Robson - 96.335 visualizações;
05 - Blog Ministério Nissí - 56.309 visualizações;
06 - Blog Rádio Altaneira FM - 37.968 visualizações;
07 - Blog Vereador Prof. Adeilton - 30.140 visualizações;
08 - Blog Mandíbulla - 14.217 visualizações.
09 - Blog Esporte é Vida - 7.820 visualizações;
10 - Blog do São Romão - 6.313 visualizações;

e escolas, confiram:

01 - Blog de Altaneira - 2.424.013 visualizações;
02 - Blog Negro Nicolau - 1.318.750 visualizações;
03 - Blog Paulo Robson - 620.112 visualizações;
04 - Blog Radio Altaneira FM - 484.300 visualizações;
05 - Blog A Pedreira - 283.635 visualizações;
06 - Blog Ministério Nissí - 192.610 visualizações;
07 - Blog Vereador Prof. Adeilton - 97.451 visualizações;
08 - Blog Mandíbulla - 71.103 visualizações;
09 - Blog da Escola Santa Tereza - 67.641 visualizações;
10 - Blog da Câmara Municipal de Altaneira - 35.812 visualizações.
  

Raro achado arqueológico é revelado em caverna de Israel

Desenho de uma menorá ao lado de uma cruz pode indicar que era um local de culto
por Jarbas Aragão


Três homens faziam uma caminhada perto das montanhas da Judeia, na região de Sefelá, quando decidiram explorar o local. Membros do Clube de Espeleologia de Israel, acreditavam que poderia ser interessante conhecer o interior das centenas de cavernas do local.
Em uma dela, Mickey Barkal, Sefi Givoni e Ido Meroz acabaram descobrindo uma inscrição rara, uma Menorá de sete braços ao lado de uma cruz. Além das imagens raras talhadas na rocha, havia uma antiga cisterna de água. Esse pode ser um indício que a caverna serviu como local de culto para os primeiros cristãos da região.
Eles relataram sua descoberta para a Autoridade de Antiguidades de Israel, que mandou especialistas para o local. Eles constataram que havia um columbário, com escavações na parede da caverna que eram usadas ​​para criar pombas na antiguidade.
Durante o período do Segundo Templo as pombas eram constantemente utilizadas como parte do sacrifício religioso. A caverna ainda está sendo estudada, mas acredita-se que pelo tipo de desenho, com três pés de apoio, foi utilizada antes da destruição do Templo, no ano 70. Esse tipo de representação era característico da menorá do Segundo Templo.
Sa’ar Ganor, arqueólogo da Autoridade em Ashkelon, disse ao Christian Today: “É raro encontrar o desenho de uma menorá na parede de uma caverna. Essa é uma descoberta fascinante… Uma comprovação científica da relação dos judeus com o local durante o período do Segundo Templo”.
Mas ele acredita que a cruz foi desenhada muito tempo mais tarde, possivelmente durante o período bizantino – no século IV. Isso ainda não pode ser comprovado e requer mais estudos.

Até agora, apenas duas outras gravuras de menorás eram conhecidos na região de Sefelá. Ganor disse ainda trata-se de uma descoberta importante, que adiciona mais informação arqueológica e conhecimento sobre a região. “A Autoridade de Antiguidades de Israel vai continuar a estudar o local, a fim de protegê-lo. Os jovens que descobriram as gravuras receberão um certificado de boa cidadania”, concluiu.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Oficina G3 completa 30 anos de carreira

Banda teve início em 1987 e uma das carreiras mais notórias no rock feito por evangélicos
por Tiago Abreu 

imagem: Reprodução/Juliano Bernardo

O ano de 2017 já é especial para a banda de rock paulista Oficina G3. O grupo completa, este ano, 30 anos de carreira. Tudo começou no ano de 1987, quando o Grupo 3 da Igreja Cristo Salva, mais tarde, tornou-se numa das bandas de maior sucesso do segmento evangélico na década de 1990.
O primeiro trabalho, lançado em 1990, revelou algumas das habilidades do grupo em seu início: A fusão de gêneros, as composições futuristas e de referências à cultura popular de Túlio Regis e as guitarras de Juninho Afram. Com a saída de Regis, Luciano Manga tornou-se o principal vocal do grupo, que lançou clássicos como Indiferença (1996).
Duca Tambasco e Jean Carllos, dois integrantes de longa data do grupo, chegaram ao grupo cedo. Tambasco chegou a participar do relançamento de Nada É Tão Novo, Nada é Tão Velho, de 1994. Jean, por sua vez, ingressou no grupo em 1995 e participou, pela primeira vez, em Indiferença. Da formação original, restava apenas Afram e o baterista Walter.
A saída de Luciano Manga e o ingresso de PG no início de 1998, com uma série de outras mudanças no grupo, levou a Oficina G3 a alcançar proporções de sucesso cada vez maiores no segmento evangélico. O sucesso dos álbuns acústicos, do inédito O Tempo (2000) e até a participação no Rock in Rio em 2001, indicava que os anos 2000, no rock, eram de reino do G3. Nem a saída de Walter Lopes, ainda em 2002, parou o grupo.
No final de 2003, o grupo passa por problemas internos com a saída de PG. Juninho assumiu os vocais e a banda, agora formada por Afram, Tambasco e Carllos alcançou unidade novamente. Os três, unidos, marcaram a identidade da Oficina G3 que, em 2008, recebeu o reforço de Mauro Henrique nos vocais.
Em mais de 30 anos de carreira, Oficina G3 mostrou que renovo é uma palavra que faz parte de seu vocabulário. Nas apresentações lotadas, os jovens são parte considerável do público. Em termos de sonoridade, flertou entre várias vertentes do rock, desde o pop até o metal.

Em 2017, a banda parece vislumbrar-se com as possibilidades do mercado digital. Só a canção “João“, single mais recente de sua discografia, alcançou 1 milhão de visualizações em curto espaço de tempo. Para um grupo de 30 anos de carreira, eles não perderam o pique.
Fonte: Gospel Prime
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