Como sei o que é uma seita?

Estudo retirado do site do Ministério CACP

Igreja em Belém faz ceia para moradores de rua

A ação foi desenvolvida por voluntários da Assembleia de Deus

OEstátua de faraó encontrada em Israel pode comprovar relatos do Livro de Josué

Arqueólogos ainda não identificaram quem é retratado na peça encontrada em Hazor

Pastor fecha igreja e evangeliza nas ruas

Carlos Zacarkim afirma que “enquanto Deus não mandar parar, sigo firme”

Arqueólogo confirma a existência de 53 personagens bíblicos

Argumentos incontestes atingem quem defende que “Bíblia é ficção”

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Estátua de faraó encontrada em Israel pode comprovar relatos do Livro de Josué

Arqueólogos ainda não identificaram quem é retratado na peça encontrada em Hazor

por Jarbas Aragão


Uma estátua de 4300 anos de idade, representando um faraó foi encontrada destruída no sítio arqueológico de Tal Hazor, no norte de Israel. Acredita-se que ela foi quebrada 3300 anos atrás, durante a invasão liderada por Josué naquele local.
A cidade de Hazor foi crucial para o estabelecimento de Israel na poção norte de Canaã. A Bíblia relata o conflito entre Jabim, rei de Hazor, e as tropas israelitas em Josué 11. Embora pequena, contando com cerca de 20 mil moradores, foi o centro de uma coalizão de pequenos Estados canaanitas, que acabou conquistada e queimada.
Escavações realizadas pela Universidade Hebraica de Jerusalém em Hazor há décadas confirmam aspectos dos relatos bíblicos. Mas a presença de um artefato egípcio ainda intriga os arqueólogos, que não conseguiram descobrir quem ela retrata.
O assunto foi debatido extensivamente no livro Hazor VII: The 1990-2012 Excavations, the Bronze Age [Hazor VII: As escavações de 1990-2012, a Era do Bronze]. Seus autores, os egiptólogos Dimitri Laboury e Simon Connor concluíram apenas que era “um objeto de prestígio conectado à realeza egípcia”.
A cabeça da estátua encontrada em Israel é de uma pessoa usando uma peruca curta e curvada, tendo na testa um uraeus, a cobra solar associadas ao faraó na iconografia do antigo Egito. Não se sabe que tipo de relação política havia entra as pessoas da cidade e o governo egípcio, na época o mais importante de toda a região.
“A renderização desses traços faciais na peça de Hazor são características da quinta dinastia [cerca de 2465-2323 a. C.], embora não seja possível determinar com certeza o rei que representa”, explicam Laboury, integrante da Fundação Nacional Belga para Pesquisa Científica na Universidade de Liège, e Connor, curador do Museo Egizio em Turim, na Itália.
Até o momento o corpo da estátua não foi localizado, mas as escavações no local continuam.

Cidade destruída e queimada

Hazor foi completamente destruída em meados do século 13 a. C. Isso já foi comprovado pelos arqueólogos e as datas reforçam o relato bíblico.
Além da Bíblia não há outros registros sobre a invasão, mas pesquisas mostram que essa escultura foi uma das muitas estátuas destruídas de propósito. “As fendas indicam que o nariz foi quebrado e a cabeça separada do resto da escultura antes de ser quebrada”, concluíram Laboury e Connor.
Outras estátuas egípcias também foram descobertas em Hazor, incluindo uma desenterrada em 2013, que tem as patas de uma esfinge. “Dada a localização de Hazor no norte de Israel, o número de estátuas egípcias e os fragmentos estatuários descobertos no sítio arqueológico é algo surpreendente. “Todas as estátuas parecem ter sido destruídas deliberadamente”.”, afirma o relatório de outra equipe de mencionadas por Labour e Connor no livro.
Em 2012, os pesquisadores conseguiram encontrar o palácio real da época da conquista. Nele havia uma sala com 14 potes de barros cheios de trigo queimado.
O processo de datação utilizado mostra que eles são aproximadamente da época da conquista israelita. O fato de o trigo estar queimado encaixa perfeitamente com o relato bíblico da conquista de Hazor, a única cidade cananeia que os israelitas liderados por Josué destruíram com fogo (Josué 11:9).
Contrariando os arqueólogos que insistem que Hazor foi destruída pelos egípcios ou várias tribos que viviam perto do mar e os filisteus. Como os egípcios mantiveram registros detalhados das cidades que conquistaram, pode-se perceber que Hazor não aparece em nenhuma dessas listas.
Nem os filisteus ou outros “povos do Mar” devem ter se aventurado muito longe da costa para fazer um ataque contra uma cidade. Ainda mais um local como Hazor, que além de ser distante do mar ficava em um terreno montanhoso. Com informações de Live Science
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Pastor fecha igreja e evangeliza nas ruas

Carlos Zacarkim afirma que “enquanto Deus não mandar parar, sigo firme”

por Tiago Abreu


Em Sinop, cidade localizada no norte do estado do Mato Grosso, um pastor da Igreja Assembleia de Deus, Carlos Zacarkim, de 55 anos, deixou tudo para evangelizar nas ruas da cidade.
“Eu abri uma igreja, mas Deus me disse que aquela não era minha missão. Ele me disse para fazer algumas placas com os dizeres e ficar nas ruas e esquinas evangelizando”, contou o líder.
Em entrevista ao Só Notícias, o pastor afirma que suas atitudes tem ajudado as pessoas e que, em alguns casos, chegou a contribuir na qualidade de vida com quem conversou nas ruas.
“Esta semana teve uma senhora que parou e pediu oração. Disse que se sente abandonada pelos filhos. Há também histórias de pessoas desempregadas, que buscam emprego na região e nos procuram. Também consegui recuperar um mendigo. Consegui contato e foi possível enviar ele de volta para a família em São Paulo”, afirmou.
Ele afirma que também chama a atenção. “As pessoas param e perguntam se eu estou pagando alguma promessa. Muita gente também volta para agradecer por eu estar ali em determinado momento. A pessoa passou e se sentiu abençoado. É um trabalho de grande despertamento na vida das pessoas”.
“Eu espero um momento de inspiração. Às vezes é algo simples, mas é orientado por Deus. Por exemplo, a frase ‘Perdoar é divino’. Pode ser que alguém, que tenha dificuldade em perdoar outras pessoas, passe por ali, veja a placa e decida se apegar a Deus”.
Morador de Sinop há três anos, o pastor é filho de pastores. “Meu pai era pastor. Meu avô, sogro e tios também eram. É uma descendência muito grande e de longa data de evangélica”.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Entrevista Lee Strobel, autor do best-seller que deu origem ao filme que estreia dia 14 de setembro nos cinemas

Existe evidência concreta de que Jesus de Nazaré realmente é o Filho de Deus? Quão confiável é o Novo Testamento? A evidência de Jesus existe fora da Bíblia? Existe algum motivo para acreditar que a ressurreição foi um evento real? Todas essas são perguntas feitas por Lee Strobel em 1980, um jornalista ateu que, por causa da conversão da esposa, usou o jornalismo para tentar desvendar um dos maiores mistérios da história como uma forma de desacreditar o cristianismo.
Essa incrível história virou filme e, dirigido por Jon Gunn, poderá ser assistido nos cinemas brasileiros a partir do dia 14 de setembro através da parceria California Filmes e 360 WayUp.
Com um mês para o lançamento do filme, Lee Strobel, um dos escritores mais renomados do segmento nos Estados Unidos, hoje com 65 anos, respondeu algumas respostas sobre a motivação por trás de “Em Defesa de Cristo” e o que isso diz sobre como os cristãos devem defender a fé.



Como se sente sabendo que a história da sua conversão poderá ser vista nos cinemas? É estranho?
Sim, é estranho, surreal e emocionante ao mesmo tempo. Mostramos no filme minha vida antes e depois da conversão. Mostramos momentos complicados em meu casamento. Minha esposa Leslie, por exemplo, já viu o filme sete vezes. Ela disse que quer chorar tudo agora. São cenas baseadas em nossa vida real. Não tem como não reviver tudo. Por exemplo, num dos sets de filmagem, a produção recriou a sala de redação do Chicago Tribune. Parecia que estava entrando numa máquina do temo.

E a abordagem do filme? Transformar um livro de mais de 300 páginas de uma história sobre fé, num filme bonito e atraente, é um super desafio, não é?
Realmente! O filme não é um documentário onde somente mostramos as provas. É uma história. É uma história de amor, de casamento. Uma história de um pai e um filho que têm um relacionamento difícil. É uma história sobre o jornalismo das grandes cidades. Mas, também é uma história sobre uma jornada espiritual e a evidência da fé. É quase esse equilíbrio entre verdade e graça sobre a qual a Bíblia fala. Aqui temos a verdade da mensagem cristã, a evidência da mensagem cristã, os fatos por trás da mensagem cristã, mas também a graça, também a história, também a humanidade. Acho que construímos uma boa história a ser vista nos cinemas.

Como você acredita que os céticos responderão ao filme “Em Defesa de Cristo”?
Não sei se os céticos se interessarão em ver um filme com esse título, mas
não sei ( risos). Fico pensando se veriam.. Mas, o que vai acontecer de fato é: Os cristãos que ficaram intrigados com a história podem ir ver e identificar alguém para quem deveriam recomendar. E, pode ser um cético, por que não? Vamos levá-los ao cinema através do nosso relacionamento. E acredito, honestamente, que o momento mais importante do filme vai acontecer depois que acabar. Numa lanchonete, cafeteria...Com as boas discussões que o filme vai gerar. É isso que eu espero.

Claramente, o filme é uma ferramenta de evangelização. Na sua opinião, o filme se propõe a “provar” o cristianismo? 
Creio que a evidência aponta poderosamente e persuasivamente para a verdade do cristianismo? Sim. E acredito que este filme mostra isso. Nós "definitivamente provamos" isso? Isso é uma questão de opinião. Todos damos um passo de fé, uma direção ou outra. A questão é: o passo da fé é na mesma direção que a evidência está apontando? Eu acho que temos que mostrar que a evidência aponta em uma direção onde o próximo passo mais lógico e racional é dar um passo de fé e receber esse presente gratuito que Deus oferece.

Como você acha que os cristãos podem repassar essa gratidão ao falar sobre fé cristã aos não cristãos?
Absolutamente, nós, como cristãos, devemos validar as pessoas como sendo feitas à imagem de Deus. Temos de respeitar o fato de que eles estão em uma jornada espiritual. Temos que entender que as pessoas muitas vezes têm pontos de aderência espirituais que os sustentam nessa jornada. E queremos ajudá-los a superar esses pontos de adesão. A conversão é um processo. Demorou dois anos pra mim, e se alguém me pressionasse para uma decisão após um mês, eu teria recuado e ido para o outro lado. Então, muitas vezes é demorado. Eu acho que temos que entender e respeitar isso, e eu acho que as igrejas devem facilitar. Devemos criar um ambiente onde pessoas espiritualmente curiosas sintam a liberdade de vir, experimentar, fazer perguntas, procurar por um período de tempo - enquanto estão nesta jornada em direção à cruz.

Filmes que tem o tema central ligado à apologética, que é a defesa argumentativa de que a fé pode ser comprovada pela razão, geralmente podem ser usados de duas maneiras pelos cristãos. Podem ser usados para triunfar sobre os inimigos e nos sentirmos bem com nossa crença ou, podem ser um meio para amarmos melhor Deus com nossas mentes e compartilhar a lógica de nossas convicções com os outros. Como conseguimos o último em vez do primeiro? E como você acha que o filme faz isso?
Eu acho que a frase-chave que eu gosto de usar no século 21 é "apologética de conversação". Em outras palavras, isso faz parte do relacionamento. Não é que alinhamos alguém contra a parede e nos metralhamos com cinquenta fatos para a fé, como talvez o que foi feito há cinquenta anos. Hoje, é uma apologética onde se conversa. É um relacionamento. Está criando um lugar seguro onde as pessoas em uma amizade podem conversar, ao longo do tempo, sobre as questões que têm. Os obstáculos, intelectualmente; os pontos de aderência, espiritualmente.
Eu acho que Deus honra essa perspectiva porque estamos respeitando alguém que fez a sua imagem, que tem perguntas legítimas. Não é rápido como comida no microondas. Algumas pessoas precisam marinar nisso por um tempo antes de se convencerem de que o cristianismo é verdade.  Eles vão surgir mais fortes em sua fé porque passaram o tempo fazendo perguntas antecipadas. E, como Jesus disse, contando o custo antes de tomar essa decisão.
Eu sempre gosto de encorajar as pessoas, se estiverem prontas, a confiar em Jesus. Mas, eu sempre gosto de ter esse outro passo para as pessoas e dizer: "Você sabe, se ainda não está pronto, está tudo bem. Continue a verificar isso. Continue investigando. Faça sua própria jornada.” Aqui está o acordo: não tenho medo de quem investiga o cristianismo com um coração honesto e aberto.

Com informações de Christian and PopCulture*

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Arqueólogo confirma a existência de 53 personagens bíblicos

Argumentos incontestes atingem quem defende que “Bíblia é ficção”

por Jarbas Aragão


Acreditar na veracidade da Bíblia em pleno século 21 é uma questão só de fé, certo? Não para Lawrence Mykytiuk, da Universidade de Purdue, em Indiana (EUA). Ele está divulgando o que chama de método para “desenvolver a historicidade” dos relatos.
Graças ao sistema criado por ele, 53 indivíduos citados no Antigo Testamento tiveram sua comprovação como personagens históricos genuínos. O professor Mykytiuk trabalha apenas com o que chama de “evidências materiais”.
Sua formação como bibliotecário e especialização em técnicas de catalogação aliaram-se ao seu interesse na Bíblia para fazer o que ele acredita que os arqueólogos deveriam estar fazendo há muito tempo: examinar inscrições de peças arqueológicas e combiná-las com o registro desses nomes na Bíblia.
O sistema elaborado por Mykytiuk baseia-se em três critérios: um nome bíblico deve equivaler a uma inscrição autêntica, sem possibilidade de falsificação. Os nomes – na Bíblia e na inscrição – devem corresponder em termos de configuração e no período de tempo. O último estágio, talvez o mais difícil, é procurar correspondências de pelo menos três detalhes específicos que identifiquem um indivíduo, como nome, título ou nome do pai.
“Se corresponde às menções nas Escrituras, é uma certeza inegável”, disse Mykytiuk. “Pode haver algumas pessoas com o mesmo nome ou até o nome do pai idêntico”, acrescentou, “mas o mesmo título? Isso se torna inegável”.
Ele deixa claro que as verificações de nomes bíblicos não garantem que os eventos bíblicos envolvendo esses indivíduos sejam precisos, apenas de que não se trata de uma “obra de ficção”, como argumentam muitos críticos.
Desenvolvido ao longo de 25 anos, o “sistema Mykytiuk” já provou que funciona. Estudando 94 inscrições, ele identificou reis, faraós, sumos sacerdotes e escribas, entre outros.
Todos os nomes são masculinos, embora ele acredite que esteja perto de identificar uma mulher a partir de uma inscrição.
As pessoas identificadas incluem oito reis do Reino do Norte (Israel) e seis do Reino do Sul (Judá). Um deles é o rei Acabe, que liderava Israel na Batalha de Qarqar, em 853 a.C. – um evento que Mykytiuk relaciona com os relatos de ambos os livros de Reis e em uma imagem do monstro de Kurkh.
“Havia apenas um rei israelita naquele momento que poderia ter lutado [na batalha]”, disse o professor. “Achei uma correspondência entre a inscrição e a Bíblia”, comemora.
A verificação mais antiga de Mykytiuk é de outro soberano – o próprio rei Davi, que viveu perto do ano 1000 a.C. Ele encontrou uma correlação entre o personagem descrito no livro de 1 Samuel e ​​a inscrição na parede da “Casa de Davi”, descoberta nas escavações de Tel Dan, no norte de Israel.
“’O rei de Israel’ é mencionado numa linha”, ressalta Mykytiuk, em seguida lemos Melech Beit David”. Estava em aramaico, mencionado pelos seus inimigos, os amonitas, que conquistaram Tel Dan e ergueram um monumento para comemorar a vitória. Fizeram uma estela, um grande bloco de pedra. Mais tarde os israelitas reconquistaram o lugar e destruíram [a estela] usando seus pedaços para erguer uma parede”.
“Davi é tão importante na Bíblia hebraica e no Novo Testamento … Se você deseja verificar alguém, ele é o cara certo”, acrescentou.
Os persas, os babilônios, os egípcios, os moabitas, os arameus e os damascenos também aparecem na lista de Mykytiuk, apenas alguns dos quase 3.000 povos mencionados na Bíblia.
“Para a maioria, tudo o que temos são nomes”, enfatiza o especialista. “Talvez apenas algumas centenas tenham fatos identificáveis em número suficiente na Bíblia para realmente identificá-los em alguma outra fonte escrita”. Mas as identificações continuam surgindo.
Recentemente, ele publicou na revista especializada em arqueologia Biblical Archeology Review, suas descobertas sobre Tatenai, um administrador persa sob Dário o Grande; e Nebuzaradan e Nergal-Sarezer, dois guerreiros babilônios que lutaram pelo rei Nabucodonosor II, que destruiu o Primeiro Templo.
O nome de Tatenai é mencionado em fontes bíblicas, como Esdras 5:3 e em uma tabuinha assinada por Dario, datada de 502 a.C. Já Nebuzaradan e Nergal-sharezer aparecem nos livros de Reis e Jeremias, respectivamente. Esses nomes estão inscritos em textos cuneiformes no chamado “prisma de argila” de Nabucodonosor II.

Fazendo escola

O interesse de Mykytiuk em verificações arqueológicas começou em 1992, enquanto ele cursava a pós-graduação em estudos hebraicos e semíticos na Universidade de Wisconsin-Madison.
Ele estudava a imagem de uma impressão de argila de um anel de sinete pertencente a um servo do rei Ezequias, que governou o reino do Sul e é mencionado no Livro dos Reis. Ele identificou o que parecia ser o nome do rei.
Desde então não parou mais de investigar. Disse também que a maioria dos estudiosos europeus nessa área diziam que a Bíblia hebraica era “uma obra de ficção com algumas referências históricas espaçadas”. Ele só lembrava da impressão do selo de um servo de Ezequias, que a Bíblia mencionava.
Cristão, Mykytiuk dedicou-se a verificar os nomes no Antigo Testamento, estudando diversas inscrições. Ele escreveu sua dissertação sobre o tema e a publicou como livro anos mais tarde.
Apesar de contestado por alguns de seus colegas, revela que seguiu os passos do arqueólogo israelense Nahman Avigad, que morreu em 1992 e havia deixado um legado para as verificações bíblicas. “Ele estabeleceu alguns critérios que usei e aperfeiçoei”, revela. “Naquela época ninguém tinha critérios, exceto Avigad”.
Depois de Mykytiuk estabelecer um sistema próprio, ganhou seguidores como Kenneth Kitchen, professora de egiptologia da Universidade de Liverpool (Inglaterra), e Bob Becking, professor de Bíblia, Religião e Identidade na Universidade de Utrecht (Holanda).

Novo Testamento

O professor Mykytiuk continua fazendo verificações, segundo o seu método, agora envolvendo o Novo Testamento.
Assim que terminou as 50 primeiras verificações do Antigo Testamento, um colega o motivou: “Podemos terminar o Novo Testamento também”. Para Mykytiuk este era um grande desafio.
“Eu sou um homem da Bíblia hebraica, fazer um estudo do Novo Testamento é muito diferente, com inscrições e moedas gregas e latinas com as quais você não lida nos estudos sobre o Antigo Testamento”.
Mas ele foi em frente. Seu próximo artigo incluirá verificações de 23 figuras políticas do Novo Testamento. Ele espera publicar o material na edição de setembro/outubro da Biblical Archeology Review. O material inclui, além de estudos sobre homens, várias mulheres.
“Muitas são mencionadas em moedas – governantes e suas esposas [ou] irmãs eram politicamente muito influentes”, disse Mykytiuk. O especialista revela que está trabalhando em outro artigo sobre as figuras religiosas do Novo Testamento, como João Batista, Gamaliel e os sumos sacerdotes. Com informações de Times of Israel
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Em Defesa de Cristo: Livro best-seller que inspirou o filme é relançado pela Editora Vida


Em 1998, Lee Strobel lançou nos Estados Unidos o livro Em Defesa de Cristo. Quase 20 anos depois, o jornalista que viu sua saga investigativa a respeito das evidências que provam a existência de Jesus se tornar um best-seller, tem agora em mãos uma edição especial para o lançamento do filme que estreia no Brasil dia 14 de setembro com distribuição pela California Filmes em parceria com a 360WayUp.

Relançamento da Editora Vida, o livro Em Defesa de Cristo foi escrito em estilo de uma reportagem investigativa e tem uma leitura provocante e solidariamente argumentada. Nele, Strobel analisa as seguintes evidências: Histórica - documentos sobre a vida, ensinamento e ressurreição de Jesus e, Científica - a fundamentação arqueológica sobre os relatos históricos de Jesus.
 
Muito conhecido no meio acadêmico dentre o público em geral e ainda mais entre filósofos e teólogos, Lee escreveu mais de 20 livros em sua carreira. Pela Editora Vida é possível encontrar também mais 3 obras do autor lançadas no país. De acordo com Rosana Sabadin, gerente comercial da editora, para a edição especial com capa baseada na arte oficial do filme, o livro contém também guias para discussão em grupos e bibliografia complementar recomendada. “O livro é fantástico. Acredito que será novamente um sucesso de vendas e que isso irá chamar ainda mais atenção dos telespectadores do filme em setembro.” comentou ela.
 
Então, quem quiser mergulhar nessa história através do livro Em Defesa de Cristo já pode adquirir seu exemplar da edição especial filme nas melhores lojas do país. Enquanto você lê as 366 páginas dessa intrigante jornada, vai contando os dias para ver a história contada nas telonas a partir de 14 de setembro nos cinemas.
 
Sobre o filme  "Em Defesa de Cristo"

Com estreia marcada para 14 de setembro nos cinemas do Brasil, o filme Em Defesa de Cristo é baseado na história real de Lee Strobel, um premiado jornalista ateu que vê sua esposa se converter à fé cristã e, sem concordar com a atitude, entra numa jornada de investigação à maior história de todos os tempos. Nessa busca, ele encontrará fatos inesperados e transformadores.

Com informações da 360 WayUp
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