31 de Outubro dia da Reforma Protestante. Temos o que comemorar?

Reflexão acerca do momento atual que atravessa a Igreja Brasileira

Descoberta traz menção mais antiga sobre Jerusalém da história

Peça de 2 mil anos contraria argumentos sobre ausência de registros fora da Bíblia

Jovem se converte após conversa de pastores sobre Deus em jogo de videogame

Não existe hora ou dia certo para testemunhar o amor de Deus.

Pastor abriga venezuelanos durante protesto em Pacaraima

"Foram 63 pessoas que acolhemos ao todo. A compaixão venceu o medo", afirmou.

Igreja cria “caixa de bênçãos” para doar alimentos aos necessitados e inspira solidariedade

A iniciativa ganhou repercussão recentemente após uma pessoa deixar um bilhete agradecendo a solidariedade.

sábado, 10 de novembro de 2018

Pesquisa revela como os cristãos reagem diante da pobreza



Uma pesquisa realizada com 2.958 adultos revelou que 87% tomaram medidas contra a pobreza no ano passado – uma proporção muito maior do que a população em geral.

Os cristãos que fazem a diferença, é um relatório que analisa as conexões entre as crenças, práticas e prioridades cristãs e sua resposta à pobreza.
A pesquisa mostra que os cristãos são mais propensos a doar para caridade (73 por cento dos cristãos contra 63 por cento de todos os outros adultos) e para dar comida, roupas, móveis ou outros recursos para alguém em necessidade (49 dos cristãos contra 40 por cento de todos os outros adultos). 

Os cristãos também são mais propensos a fazer mudanças significativas no estilo de vida do consumidor (39% dos cristãos contra 35% de todos os adultos), como reciclagem, redução do consumo de carne e uso de um fornecedor de energia verde. Entre aqueles que frequentam regularmente a igreja (pelo menos uma vez por mês), os percentuais são ainda maiores.

As novas descobertas também revelam que crescer em um lar cristão é um prognóstico significativo do ativismo posterior da pobreza, mesmo entre adultos que não frequentam a igreja agora. Seis em cada dez ativistas da pobreza (62 por cento) cresceram em uma casa onde o cristianismo era praticado regularmente, mesmo que eles não frequentassem mais a igreja. Isso ressalta o impacto de longo prazo que a educação religiosa tem no cuidado dos pobres, mesmo sem o envolvimento atual em uma igreja.

Cristãos que priorizam servir pessoas na pobreza também priorizam práticas espirituais como ler a Bíblia e orar. Dois terços dizem que a leitura da Bíblia, por exemplo, é essencial para aumentar sua fé, comparada à metade dos frequentadores da igreja que não servem às pessoas em situação de pobreza (67% contra 46%).

Os dados também mostram que há uma minoria de pessoas cujo cuidado com as pessoas em situação de pobreza é um aspecto essencial e holístico de suas vidas. Um em cada 20 adultos responde à pobreza extrema em todas as cinco dimensões: doações financeiras, oração pelos necessitados, responsabilidade pessoal, defesa de políticas governamentais e mudanças no estilo de vida dos consumidores.

De acordo com a Dra. Ruth Valerio, diretora global de advocacia e influência da Tearfund: “Esta nova pesquisa mostra que servir os necessitados e cuidar de toda a criação de Deus não é apenas uma disciplina cristã essencial, mas desempenha um papel importante no crescimento espiritual. Nos últimos 20 anos, a proporção da população mundial que vive em extrema pobreza caiu pela metade. O fim da pobreza extrema é possível – mas devemos agir juntos, como a igreja, unidos em uma resposta de toda a vida à extrema pobreza.

David Kinnaman, presidente do Barna Group, disse: “A questão crucial que a próxima geração está perguntando não é se as alegações do cristianismo são verdadeiras, mas se o cristianismo é responsável pelo bem na vida das pessoas e na sociedade. Contra a corrente do sentimento popular, nossa equipe continua descobrindo evidências de que muitos cristãos são, de fato, uma força para o bem no mundo. Nos dados deste estudo, encontramos cristãos – e aqueles com uma educação cristã – priorizando o cuidado e a ação em favor das pessoas em situação de pobreza. Cristãos fazem a diferença.

Entre outros resultados, a pesquisa descobriu que quase quatro em cada cinco (79%) daqueles que frequentam a igreja pelo menos uma vez por mês dizem que sua fé afeta o quanto eles doam ou dão aos outros. Quase três quartos (71 por cento) dos frequentadores da igreja regulares sentem que devem tomar medidas para aliviar a pobreza extrema, contra metade (43 por cento) daqueles que não frequentam a igreja regularmente ou em absoluto.

A pesquisa foi realizada no Reino Unido pelo Barna Group para a agência cristã de assistência e desenvolvimento Tearfund.
 
Fonte: The Christian Times

Com Informações da Folha Gospel

Entrevista com Deus será lançado dia 15 de novembro em mais de 250 salas de cinema

Filme está em sétimo lugar entre os 10 mais aguardados, de acordo com o site AdoroCinema.


A aproximadamente uma semana para a estreia do filme Entrevista com Deus, que ocorre dia 15 de novembro, os questionamentos e lições sobre fé, salvação e livre-arbítrio têm sido ansiosamente aguardados pelos espectadores. Com a pergunta-chave “O que você perguntaria para Deus?”, o longa-metragem apresenta a história de Paul Asher (Brenton Thwaites), um jornalista enfrentando questionamentos na vida e em crise no casamento, se vê diante da oportunidade de entrevistar o Todo Poderoso, Deus (David Strathairn). Em diversos momentos, Paul é confrontado sobre sua fé e vive situações contestadoras.

A campanha de lançamento realizada pela 360 WayUp em parceria com a Imagem Filmes tem gerado grande repercussão e muitos internautas têm pensado na hipótese de entrevistar Deus e lançado suas perguntas nas redes sociais, como, por exemplo: “Como foi para Deus dizer ‘sim’ para pessoas que erram todos os dias?”; “Se Deus enviasse Jesus nos dias de hoje, Ele teria um canal no YouTube para se comunicar com as pessoas?”; “Como Deus enxerga o ser humano, em meio a tanto ódio no mundo?”; “Como arrancar um sorriso de Deus?”.

Muitos nomes conhecidos do meio cristão também estão participando. Um deles  é o cantor Tony Allysson, que em suas mídias divulgou que dentre tantas perguntas, a sua seria “Como acessar o poder do Espírito Santo em minha vida de forma mais profunda, como ter mais intimidade com Deus?”.

De acordo com Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp, o filme tem tudo para ser um sucesso.

“A expectativa é que o filme alcance o público geral, que seja uma mensagem que traga esperança e que este lançamento possa trazer respostas para muitas perguntas que temos no dia a dia. A ideia é que no fim de semana de estreia muitos grupos de amigos possam se reunir nas salas de cinema de todo o país, porque isso é fundamental para que o filme continue em cartaz por mais tempo”, afirma.

A promoção de grupos continua em todo o território nacional. A partir de 50 ingressos, todos do grupo pagam meia. Confira o anúncio abaixo, convide os seus amigos e marque na agenda: Entrevista com Deus, dia 15 de novembro nos cinemas.


Com Informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

31 de Outubro dia da Reforma Protestante. Temos o que comemorar?



Há exatos 501 anos o então Monge agostiniano Martinho Lutero, pregou na porta da catedral de Wittemberg as suas 95 teses, este fato é considerado o marco no movimento religioso que chamamos de Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo ocidental entre Católicos e Protestantes e trouxe uma nova forma de leitura e interpretação bíblica, assim como uma nova forma de nos relacionarmos com Deus.

Passado tanto tempo desse fato, muita coisa mudou no mundo, inclusive dentro deste segmento religioso. Numerosas Igrejas abriram suas portas, e outras formas de interpretar e se relacionar com Deus surgiram, dentre essas, podemos destacar o grupo pentecostal e os neopentecostais, segmentos que no caso do Brasil, tem o maior número de adeptos dentre os protestantes.

Pensando no contexto em que atualmente se encontra a Igreja Brasileira, particularmente, não vejo motivos para comemorar, mas sim necessidade de reflexão e a partir da mesma, arrependimento. Arrependimento e reflexão acerca de que? Primeiramente, vejo a necessidade de arrependimento àqueles que propagam e vivem suas vidas religiosas com base na famigerada teologia da prosperidade, a mesma, nos leva a um relacionamento com Deus e com o próximo baseado naquilo que se consegue ganhar a partir dessa relação, Deus deixa de ser o Rei e Senhor e passa a ser servo, obrigado pelo (f)ato do crente dizimar. Além disso, nas Igrejas que práticam sua “fé” dessa forma, costumam enfocar o que Deus pode fazer, e não o que Ele já fez, a salvação se torna uma consequência da fidelidade ligada ao dízimo e não mais o foco central da pregação.

Essa teologia, além de tudo falado anteriormente, ainda trouxe de volta algo que o próprio Lutero condenou, a venda de indulgências. Podemos acompanhar pela televisão a venda descarada de produtos como algo sacro, como algo necessário para a salvação, o dízimo que no antigo testamento era uma forma de agradecimento a Deus e também uma forma de combater a injustiça social, se torna uma moeda de troca inclusive para a salvação.

E o que falar da relação estabelecida entre a política e a Igreja? No Brasil, temos a chamada bancada evangélica, e cada vez mais os evangélicos têm enveredado pela política, o que não deveria ser algo necessariamente negativo, afinal, vivemos em uma democracia, e ocupando lugares de poder, os mesmos poderiam tentar tornar a sociedade mais justa e igualitária. Mas o que de fato vemos, é tais parlamentares envolvidos em escandalos de corrupção (Eduardo Cunha que o diga), fora a postura adotada por praticamente todos os evangélicos nessas eleições presidenciais, não critico suas escolhas, mas sim a postura, na qual o que vi e senti, foi segregação, falta de amor e tristeza, pela postura adotada por pastores e membros de Igrejas. Aqui em meu entendimento também cabem reflexão e arrependimento.

Ao olharmos a postura do público evangélico, num contexto mais amplo, a mesma, pode ser facilmente comparada à dos fariseus dos tempos de Jesus, a religião tem ficado à frente do Evangelho de Jesus Cristo, a postura de Jesus foi de condenar pecados, mas principalmente os pecados dos religiosos, com aqueles pecadores que eram desprezados socialmente, Jesus mostrou mais misericórdia, sempre claro, incentivando a que deixassem de pecar, joão Batista por sua vez, foi muito mais incisivo até por que não dizer, rude em sua forma de pregar, sempre também falando da justiça, anunciando a vinda de Cristo e condenando a hipocrisia farisaica.

Recentemente, ouvi uma pregação que me fez muito bem, o Pastor Dino Guimarães (Igreja de Cristo – Salinas), refletiu acerca de algo muito importante, que a Igreja hoje tem dado mais ênfase no pecado, do que mesmo na salvação, e isso, é algo com que devemos nos preocupar, já pararam pra pensar porque tantas pessoas se afastam ou não se aproximam de nossas igrejas? Creio que já passou da hora da Igreja deixar de apontar com o dedo e estender as mãos, não é relativizar o pecado, mas sim focar em Jesus e em sua obra redentora, afinal é o Espirito quem convence o pecador do pecado, e ademais, o apóstolo Paulo fala que essa era a função da lei, ensinar, mostrar que opovo praticava o pecado, e se vivemos, no tempo da Graça, devemos deixar a Graça de Deus nos alcançar e por consequência, nos arrependermos de nossos pecados.

Como dito anteriormente, não vejo motivos para celebrar, creio que é hora de reflexão e arrependimento, arrependimento de sermos uma Igreja que muitas vezes cumpre apenas rituais, mas que não prática a justiça (inclusive a social), uma Igreja cheia de adornos, com muitos templos, enquanto o templo do Espírito morre de frio, fome, solidão,sede, uma Igreja que ao invés de buscar a Deus por interesses pessoais, enxergue Deus no outro, inclusive no outro que não crê como eu creio, uma Igreja que dependa exclusivamente de seu noivo, ao invés do poder terreno, uma Igreja que prátique a religião que agrada a Deus, cuidando da viúva, dos órfãos e dos pobres, uma Igreja como Jesus.

Como disse João Batista: “Deem fruto que mostre arrependimento” (Mt 3:8)





domingo, 28 de outubro de 2018

“Entrevista com Deus” traz dúvidas comuns a ateus e cristãos e aborda salvação e livre arbítrio

O jornalista Paul Asher se vê em uma das missões mais desafiadoras de sua carreira: entrevistar um homem que diz ser Deus.
Com estreia marcada para o dia 15 de novembro nos cinemas do Brasil, Entrevista com Deus é um filme que aborda temas de grande relevância através da história de um jornalista, que após cobrir a guerra do Afeganistão, retorna para casa, com a sua fé abalada. Completamente sem esperanças, ele se vê diante do maior desafio da sua vida profissional: entrevistar um homem misterioso que diz ser Deus. Em conflito com suas crenças, e com inúmeros questionamentos, ele se encontra diante da seguinte questão: O que perguntar a Deus?

O filme traz no elenco diversos atores reconhecidos, como David Strathairn (indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Boa Noite” e “Boa Sorte”), Brenton Thwaites (“Piratas do Caribe” e “Malévola”), Yael Grobglas (Jane, a Virgem); Hill Harper (C.S.I.: Nova York) e Charlbi Dean Kriek (Don't Sleep).
O longa se passa na cidade de Nova York e envolve, em boa parte do filme, diálogos entre Deus (David Strathairn) e Paul (Brenton Thwaites), conflitos em seu casamento com Sarah Asher (Yael Grobglas) e momentos de resistência e reflexão após as surpreendentes e misteriosas respostas de Deus. Diante das dúvidas que o jornalista traz, temas como salvação, livre arbítrio norteiam a entrevista colocam Paul em uma situação de confronto com suas próprias ideias, crenças e emoções.

Entrevista com Deus apresenta ao espectador dúvidas muito comuns no cotidiano, tanto entre ateus como cristãos, como, por exemplo, “Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas?”, “Por que existe tanta maldade?” “Como ter fé diante de tantas coisas ruins que acontecem?”, “O que preciso fazer para ter a salvação?”. O jornalista Paul Asher se vê em um grande dilema em sua carreira ao ter que entrevistar este homem que diz ser Deus. Mas o filme deixa também uma questão para o público: se você estivesse frente a frente com Deus, com essa mesma chance de entrevistá-lO, o que perguntaria?

Com informações da 360 WayUp

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

“Entrevista com Deus” chega dia 15 de novembro nos cinemas brasileiros

Filme aborda temas como fé, salvação, família, ética e religião.

A  distribuidora Imagem Filmes em parceria com a 360 WayUp anunciam a estreia do filme Entrevista com Deus nas telonas do Brasil a partir do dia 15 de novembro de 2018.

O filme aborda a história de um jornalista que está em busca do sentido da vida. Após cobrir a guerra do Afeganistão, Paul Asher (Brenton Thwaites) consegue diversos relatos que alavancam sua carreira, mas, por outro lado, todo o esforço profissional o leva a vivenciar uma crise em seu casamento, que está prestes a ruir. Sem saber o que fazer, Paul se vê diante do maior desafio da sua vida profissional: uma entrevista com um homem misterioso que diz ser Deus (David Strathairn). Ao conversar com ele por três dias consecutivos, milhares de questionamentos e respostas surgem, fazendo com que tudo que Paul acredita entre em conflito.

A trama aborda temas como fé, salvação, família, ética e religião. O público conseguirá se identificar com os questionamentos do protagonista Paul, que vive uma crise de fé e está em busca de respostas. O filme gera a seguinte dúvida: “O que você perguntaria a Deus?".

O longa-metragem é dirigido por Perry Lang, com roteiro de Ken Aguado, e apresenta no elenco nomes, como: David Strathairn, indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Boa Noite e Boa Sorte” e Brenton Thwaites, que participou de “Piratas do Caribe” e “Malévola”.
Sinopse
Após cobrir a guerra do Afeganistão, o jornalista Paul Asher (Brenton Thwaites) retorna para casa, com a sua fé abalada. Completamente sem esperanças, Paul se vê diante do maior desafio da sua vida profissional: entrevistar um homem misterioso que diz ser Deus (David Strathairn). Em conflito com suas crenças, ele agora se encontra diante da seguinte questão: O que perguntar a Deus?
Elenco
David Strathairn ... Deus
Brenton Thwaites ... Paul Asher
Yael Grobglas ... Sarah Asher
Charlbi Dean Kriek ... Grace
Hill Harper ... Gary
Bobby Di Cicco ... Bobby

Ficha Técnica
Direção: Perry Lang
Roteirista: Ken Aguado
Produtores: Ken Aguado, Fred Bernstein, Rick Jackson, Lisa M. Jean,
Paul Kurta, Claudine Marrotte, Harrison Powell, Dominique Telson
Música: Ian Honeyman
Edição: Steve Jacks, Jamie Kirkpatrick
Direção de Arte: Angela Cullen

Com Informações da Assessoria de Imprensa da 360 WayUp

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Descoberta traz menção mais antiga sobre Jerusalém da história

Peça de 2 mil anos contraria argumentos sobre ausência de registros fora da Bíblia 
por Jarbas Aragão


Os especialistas da Autoridade de Arqueologia de Israel (AAI) revelaram uma descoberta que contraria os argumentos sobre ausência de registros sobre Jerusalém fora da Bíblia. Trata-se de um bloco de pedra com uma inscrição de 2 mil anos de idade onde se lê “Jerusalém” em hebraico.
Ela foi achada em uma escavação embaixo do Centro de Convenções de Jerusalém (Binyanei Ha’Uma) durante a reforma de uma estrada. A peça arqueológica passará a ser exibida ao público no Museu de Israel, em Jerusalém.
O breve texto, que diz “Hananiah, filho de Dódalos de Jerusalém”, é o mais antigo em hebraico com o nome da cidade de forma completa e como se pronuncia hoje. Isso mostra, mais uma vez, que tratava-se de uma cidade judaica.
A pedra de 80 centímetros de altura fazia parte de uma coluna de um edifício romano. A inscrição aramaica utiliza letras do hebraico caraterístico da época do Segundo Templo. Especialistas afirmam que pertence ao período do reinado de Herodes, o Grande.
“As inscrições da época do Primeiro e Segundo Templo mencionando Jerusalém são escassas. E mais raro ainda é que esteja escrita completamente da forma como fazemos hoje, já que, normalmente (o nome da cidade), aparece abreviado”, ressaltam o arqueólogo Yuval Baruch, da AAI, e Ronny Reich, professor da Universidade de Haifa.
Até agora, o único registro do nome da cidade no mesmo período era de uma moeda da “Grande Revolta” contra os romanos, entre 66 e 77 depois de Cristo. Com informações das agências
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

“Devocional da Turma da Mônica” visa a evangelização das crianças

Pastor fala sobre desafio de colocar Mônica, Cascão e Cebolinha interagindo com histórias bíblicas

por Jarbas Aragão


O pastor Richarde Guerra, autor do primeiro devocional da Turma da Mônica, esteve presente no programa Bate Papo, da Rede Super e falou sobre seu trabalho e parceria com Maurício de Souza.
Escritor há quase 20 anos, Richarde também é químico industrial, geólogo e teólogo com mestrado em Ação Pastoral na América Latina. O pastor da igreja Lagoinha, em Minas Gerais, é casado com Priscila Guerra e pai de Daniel Lourenço Guerra.
Além de vários livros já escritos, agora é autor do Devocional da Turma da Mônica, pela editora 100% Cristão, trabalho que foi lançado oficialmente na 25ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo.
Convite e desafio
“Eu fui convidado pra ser o roteirista desse projeto […] o grande desafio foi conciliar a personalidade desses personagens com o texto bíblico, sem ferir um ou outro”, conta.
O autor revela que as histórias em quadrinhos falam sobre a palavra de Deus. “Narradas pelos personagens da Turma da Mônica (as histórias) vem com uma reflexão, uma oração, uma aplicação e um passatempo”, apresenta.
Interatividade familiar
O público-alvo a partir de seis anos de idade já consegue manusear o material. “É uma linguagem muito acessível. Abaixo de seis, o pai lê, vai mostrando as figuras”, sugere.
Até mesmo o Bidu, o pet da Turma da Mônica, interage com as histórias bíblicas. “O Bidu contou sobre a história de Davi e Golias […] ele corre do cachorro mais perigoso da rua e como ele vai vencer tem que ler pra descobrir”, brinca.
O pastor esclarece que “não é uma coisa professoral, não é só uma narração. Tem uma história mesmo e a Bíblia entra de forma bem orgânica pra solucionar o problema que surge ali”, expõe.
Gratidão
“Eu fico feliz porque sei que não vem de mim, não é mérito meu, mas a graça do Senhor. O que tenho aprendido na minha caminhada é que, quanto mais você investe nos dons que Deus te dá, Ele vai te dando outros dons”, reconhece.
Richarde explica que não é questão de ter mais dons que outras pessoas. “E não é que eu seja melhor que os outros, mas eu tenho essa sensibilidade de perceber que eu tenho investido”, observa e finaliza: “Meu sentimento é de gratidão”.
Assista:

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

SANSÃO em cartaz em mais de 50 cinemas


O longa "Sansão", distribuição da California Filmes em parceria com a 360 WayUp, estreou no dia 27/09 no Brasil. O filme retrata a história do famoso personagem bíblico Sansão, que dotado por uma força sobrenatural carrega a missão de libertar seu povo da escravidão. Ao longo da trama, Sansão se envolve em situações que o levam vivenciar traições e colocam sua força em jogo.

A classificação é de 14 anos. E a promoção para grupos continua; a partir de 50 pessoas, todos pagam meia entrada. Aproveite que o filme continua em cartaz em 59 salas de cinema do país e leve sua turma. Reúna a família, amigos, ministérios da Igreja e corra para o cinema para assistir a #SansãoOFilme.

Confira as salas de cinema em que o filme está em exibição:



Com informações da Assessoria de imprensa da 360 WayUp

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Netflix produzirá série e filmes de “As Crônicas de Nárnia”

Saga escrita por teólogo passa mensagem cristã através de alegorias

por Jarbas Aragão

Aslam em As Crônicas de Nárnia.

A Netflix fechou um contrato com a The C.S. Lewis Company para desenvolver novas séries e filmes baseados nas série de livros As Crônicas de Nárnia.
Ted Sarandos, diretor de conteúdo da empresa de streaming destaca que “As queridas histórias de Lewis sobre Nárnia impactaram gerações de leitores em todo o mundo. As famílias se apaixonaram por personagens como Aslan e estamos felizes em ser a sua casa nos próximos anos.”
Ao todo, os livros das Crônicas de Nárnia já venderam mais de 100 milhões de cópias e estão disponíveis em pelo menos 47 idiomas. As histórias, com forte apelo aos valores cristãos, já foram adaptadas para o cinema pela Disney. “O Leão, A Feiticeira e Guarda-Roupa” (2005), “Príncipe Caspian” (2008) e “A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), juntos arrecadaram mais de US$ 1,5 bilhão em todo o mundo .
A Netflix está planejando construir um universo cinematográfico de Nárnia que engloba produções para cinema e para TV, no estilo da Marvel, cujas franquias envolvem vários modelos. A ideia foi do produtor Mark Gordon, que havia negociado com a C.S Lewis Company em 2013 para um quarto filme da franquia. Sua empresa acabou vendida para a produtora eOne em 2016, que decidiu apostar em uma séria sobre Nárnia e ofereceram uma parceria com a Netflix que agora bateu o martelo.

Alegoria do Cristianismo

As Crônicas de Nárnia é uma série de sete livros de fantasia, escritos por C. S. Lewis entre 1949 e 1954. Seu ator era professor universitário e teólogo. Escreveu dezenas de obras sobre apologética cristã, poesias, além de uma trilogia de ficção científica.
Nos textos da série que o tornou mundialmente famoso, em meio a uma série de personagens mitológicos, há uma clara alusão a mensagem cristã. Esse elemento acabou minimizado nas adaptações cinematográficas feitas até agora.
O leão Aslan, por exemplo, era uma alegoria para Jesus. Ele aparece em todas as histórias como um conselheiro. Em dos diálogos mais conhecidos, a menina Lúcia aponta para a narrativa do Novo Testamento: “No nosso mundo também já aconteceu uma vez que, dentro de uma certo estábulo, havia uma coisa que era muito maior que o nosso mundo inteiro”.
Em “A Última Batalha”, último livro da saga, Aslan aparece transfigurado em forma de cordeiro. Ele fala com as crianças sobre buscarem conhece-lo em seu mundo.
“Em todos os mundos há um caminho para o meu país”, explica falou o Cordeiro. Após revelar ser o leão, explica: “No seu mundo tenho outro nome. Vocês têm de aprender a conhecer-me por esse nome”.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Arqueólogos fazem descoberta que pode comprovar relato de Êxodo

Escavações próximas a Jericó revelaram ruínas de acampamentos do período dos primeiros israelitas

por Jarbas Aragão

A Bíblia relata no Livro de Êxodo que os israelitas foram libertos da escravidão no Egito e conduzidos até a terra prometida de Canaã, que mais tarde se tornaria Israel. Para chegarem lá, precisaram atravessar o deserto do Sinai.
Contudo, não existem comprovações arqueológicas e, via de regra, os estudiosos questionam o relato por “falta de base histórica”. Agora, um grupo de especialistas revela que foram encontradas ruínas próximas ao rio Jordão que indicariam a presença dos israelitas fora dos limites da antiga Canaã.
“Não provamos ainda que esses acampamentos são do período dos primeiros israelitas, mas é possível”, explicou  David Ben-Shlomo, arqueólogo da Universidade Ariel, ao jornal britânico Express. “Se forem, isso pode comprovar o relato bíblico sobre os israelitas vindo do leste do rio Jordão, depois cruzando o Jordão e entrando posteriormente na região montanhosa de Israel”.
Arqueólogos estão analisando se as ruínas, chamadas Khirbet el Mastarah, podem atestar que se tratava de um povo nômade recém-chegado de outras terras.
Fragmentos de cerâmica do local foram datados da Idade do Ferro [século XII a.C], por volta da época tradicionalmente associada à chegada dos israelitas. As ruínas encontradas mostram uma série de paredes de pedra baixas, que seriam de estruturas usadas para guardar animais – fato consistente com práticas nômades conhecidas.
De acordo com o Dr. Ben-Shlomo e seu parceiro de escavação americano, Ralph Hawkins, da Universidade Averett,  isso poderia explicar porque os fragmentos de peças de cerâmica do lado de fora dos muros de pedra.
“O chão dessas estruturas não continha praticamente nada. Portanto, não poderíamos datá-los usando os métodos arqueológicos convencionais”, disseram. “Nos assentamentos dos beduínos, as pessoas vivem em tendas feitas de materiais perecíveis, que são substituídos dependendo da estação do ano. Logo, os artefatos não poderiam estar associados à arquitetura de pedra que abrigariam animais, e não pessoas, que viviam nas tendas ao redor delas.”
O local das escavações fica a cerca de oito quilômetros ao norte de Jericó. O clima seco – onde a temperatura chega facilmente a 45ºC e as chuvas são de apenas 1 centímetro por ano – colaboraram para a preservação das ruínas.
Amostras do solo de Khirbet el Mastarah foram enviadas para análise. Além disso,  amostras das paredes de pedra serão submetidas a testes de datação que podem comprovar sua idade.

Novas escavações

Enquanto aguardam os resultados, a equipe de arqueólogos planejam começar as escavações  perto de Uja el-Foqa, na mesma região.
Não é um trabalho fácil pois os arqueólogos precisam achar mais “pistas culturais” que o local realmente foi habitado pelos israelitas. “É difícil, já que muitos aspectos da cultura de diferentes grupos (do leste ou oeste do rio Jordão) podem ser muito similares ou não ter indicativas o suficiente”, lembra Ben-Shlomo.
Com informações de Express
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Jovem se converte após conversa de pastores sobre Deus em jogo de videogame


Não existe hora ou dia certo para testemunhar o amor de Deus. Durante 24 horas, há sempre uma oportunidade de vivenciar o Evangelho de Cristo através das nossas atitudes, mesmo quando elas parecem bem desconectadas do mundo espiritual, como uma partida de videogame online com jogadores do mundo inteiro.
O pastor Daniel Saad compreende isso muito bem e viu como Deus pode agir através da sua vida durante uma partida de videogame. “Você joga com pessoas do mundo, não sabe quem [está jogando com você], é aleatório entre milhões de jogadores. Eu entrei em um time que tinha um cara do Haiti e dois americanos”, disse ele.
Não por acaso, mas sim por providência de Deus, Saad descobriu que entre os colegas de partida havia outro pastor, então eles iniciaram um bate-papo durante a partida. “A gente começou a falar sobre o amor de Deus. Um haitiano, de vez em quando falava uma coisa ou outra e o outro americano estava quieto”, explica o pastor.
Para surpresa de Saad e seu colega pastor, um dos jogadores entrou na conversa confessando que antes da partida havia feito um acordo com Deus. Como líder da Igreja Batista Palavra Viva, de Taubaté, Saad viu com alegria o acontecimento em seguida.
“Quando de repente [risos], do nada, ele entra e fala assim, com voz de choro: ‘Gente, eu estava agora mesmo orando, falando com Deus, que se Ele existe, que Ele falasse comigo”, disse o jogador.
“‘Aí eu entro no jogo e vocês estão falando de Deus, falando do amor Dele e de coisas que eu precisava ouvir. Agora eu vou para a Igreja, porque Jesus é o caminho’. O cara ficou convertido em um jogo de videogame”, disse Saad em um vídeo publicado por ele, testemunhando o acontecimento.
Questionado pelo portal Guia-me sobre o que pensa de como isso aconteceu, o pastor citou o texto de Mateus 28:19, explicando que o “ide” na passagem, na verdade, se refere a “indo”, no sentido de algo contínuo.
“Isso me mostra que a palavra de Deus não define um local para onde ir e pregar, e sim indo no sentido de que enquanto eu vou caminhando, no rumo dessa vida, eu vou lançando minhas sementes”, disse ele. “Não é somente ir à igreja e pregar lá. Mas enquanto eu vou, vou semeando”.
Fonte: Gospel Mais

Eleições 2018: Justiça quer combater abuso do poder religioso nas eleições

Sede do TRE do Rio de Janeiro
O poder de persuasão dos líderes religiosos sobre os fiéis nestas eleições está preocupando a Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro. Uma força-tarefa de fiscais tem percorrido templos e igrejas, de todas as religiões, para fiscalizar, flagrar, coibir e multar o que já é chamado de abuso do poder religioso. O objetivo, segundo o procurador regional eleitoral, Sidney Madruga, é evitar desequilíbrio na disputa, garantindo isonomia a todos os candidatos.
“Dentro das prioridades, nestas eleições, está o combate ao abuso do poder religioso. Há um monitoramento para saber se o líder religioso está pedindo votos ou distribuindo kits para determinado candidato. Esta situação já foi caracterizada pelo TSE [Tribunal Superior Eleitoral] como abuso de poder econômico, já que não existe a figura do abuso de poder religioso. O uso indevido e irregular, da igreja ou do templo, não deixa de ter um reflexo econômico”, destacou Madruga, conhecido no estado pelo rigor na denúncia de crimes eleitorais.
Segundo ele, os fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estão atuando em missas e cultos sem os coletes de identificação, com objetivo de juntar provas, que incluem fotos e filmagens.
Um caso recente, flagrado pelos fiscais no final de agosto, ocorreu no Rio. “Panfletos estavam sendo distribuídos do lado de fora e, do lado de dentro, o pastor dizia que tinha um candidato, mas que não poderia falar quem era. Ele foi filmado. Isto configurou propaganda irregular, crime eleitoral.”
O procurador eleitoral explicou que o objetivo do endurecimento na fiscalização é evitar desequilíbrio no pleito. “É uma das nossas prioridades o combate ao abuso do poder religioso para garantir a competitividade entre os candidatos e a higidez [saúde] eleitoral, assim como o combate às fake news”, disse.
Para ele, ao favorecer um candidato, as igrejas provocam um desequilíbrio na competição, ao discriminar os demais. “Isto pode entrar inclusive no terreno da discriminação, ao favorecer um candidato com milhares de fiéis, excluindo os outros candidatos, que teriam a mesma chance, se não houvesse tal favorecimento. Proporciona vantagem para um determinado candidato e desvantagem aos outros. Isto deve ser combatido”, sustentou.
Madruga ressaltou que o endurecimento na fiscalização é direcionado a todas as religiões.
O procurador eleitoral frisou a necessidade de se buscar a separação entre Estado e religião: “É importante que todos busquem a laicidade. Temos que garantir o protagonismo do eleitor. Todos os órgãos têm que estar envolvidos na garantia da laicidade, porque isto está na Constituição. Não podemos misturar religião com política, cada um tem o seu papel.”
“O que nós esperamos é um comportamento de civilidade e cidadania dos líderes religiosos. No caso do Rio de Janeiro, a procuradoria eleitoral e a polícia estão de olho, fiscalizando as condutas irregulares com muito rigor. Essas pessoas que transgredirem a lei, em desrespeito ao processo democrático, tentando influenciar a vontade do eleitor, serão punidas, mediante a legislação eleitoral”, advertiu.
Madruga afirma não ter dúvidas de que as ações desenvolvidas por igrejas em apoio a candidatos sejam um esquema organizado, não apenas casos isolados. “Esta questão não é espontânea. Tem um direcionamento, uma ordem, de cima para baixo, toda uma artimanha política.”
O valor das multas vai de R$ 5 mil a R$ 30 mil, para os responsáveis e os beneficiários, no caso os candidatos, que poderão ter o registro e o diploma cassados, se eleitos. Além das fiscalizações presenciais, nas igrejas, já está ocorrendo o monitoramento das redes sociais, programas de rádio e de televisão. Denúncias devem ser feitas ao TRE e à PRE.
No início da semana, o assunto foi abordado no TRE, durante reunião entre os juízes responsáveis pela fiscalização da propaganda eleitoral e representantes de instituições religiosas e advogados de partidos políticos. O objetivo foi fixar parâmetros a respeito das regras de campanha eleitoral em entidades religiosas e no seu entorno.
Um dos assuntos debatidos foi a proibição da veiculação de propaganda eleitoral em quaisquer instituições religiosas, nas imediações e abordando pessoas que comparecem aos cultos, segundo o coordenador da fiscalização, juiz Mauro Nicolau Junior.
Ele ressaltou que a realização de campanha em instituições religiosas, seja de forma verbal ou impressa, por meio de santinhos e folhetos, poderá ensejar a interdição da instituição, além de eventual aplicação de multa pela Justiça Eleitoral.
Fonte: Correio do Estado
Com informações da Folha Gospel

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

SANSÃO: mais uma produção da Pure Flix chega aos cinemas em 27 de setembro

Produtora do filme DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO, que está em cartaz nos cinemas, traz mais um lançamento



Baseado na épica história bíblica de um homem chamado por Deus para libertar seu povo da escravidão, chega aos cinemas dia 27 de setembro,SANSÃO. Da mesma produtora de DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO (em cartaz nos cinemas), o filme traz de volta a conhecida história do homem com força sobrenatural que nasceu para liberar seu povo do Império Filisteu, mas foi traído pela bela Dalila.

A produção chega ao Brasil por meio da distribuidora California Filmes e em mais uma parceria firmada com a 360 WayUp. Produzido pela Pure FlixSANSÃO é estrelado por Taylor James (Romeu e Julieta - 2016 e Blitz), Billy Zane (Legends of Tomorrow), Jackson Rahtbone (saga Crepúsculo), Greg Kriek (Maze Runner: A Cura Mortal), Rutger Hauer (The Last Kingdom, Channel Zero e O Ritual), Caitlin Leahy (Legion e Queen of the South) e Lindsay Wagner (Law & Order True Crime) nos papéis principais.

Sobre SANSÃO

Baseado na épica história bíblica de um homem chamado por Deus para libertar seu povo da escravidão, Sansão possuía uma força sobrenatural. Impulsivo, suas decisões o colocam contra o Império filisteu. Traído por Dalila e por um cruel príncipe, Sansão é capturado e cegado por seus inimigos. Escravo, ele pede a Deus forças para enfrentar sua última batalha.

Direção: Bruce MacDonald e Gabriel Sabloff.
Elenco: Taylor James (Sansão), Jackson Rathbone (Príncipe Rallah), Billy Zane (Rei Balek), Caitlin Leahy (Dalila), Rutger Hauer (Manoá -pai de Sansão), Greg Kriek (Calebe - irmão de Sansão) e Lindsay Wagner(Zealphonis - mãe de Sansão).
Gênero: Ação, Drama.
País: EUA

Com informações da 360 WayUp

Confiram o Trailer abaixo: 

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Aliança Bíblica Universitária mobiliza comunidade acadêmica da URCA para doação de sangue



A Aliança Bíblica Universitária realizará no próximo dia 12 de Setembro a Terceira Ação Social na Universidade Regional do Cariri – Campus Pimenta. A campanha organizada por estudantes universitários de diversos cursos da URCA contará com suporte do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará – Hemoce. O evento tem como objetivo receber doações de pelo menos 30 bolsas de sangue e realizar cadastros para novos doadores de medula óssea. A equipe do Hemoce estará instalada no Pátio da Pedagogia das 08:00 as 12:00 horas disponível para o interessado em fazer sua doação e tirar todas as dúvidas sobre a doação de medula óssea. O Hemoce relembra que cada bolsa de sangue doada pode salvar até quatro vidas.

Montagem com fotos da doação realizada na UFCA

Para realizar o gesto, a pessoa deve gozar de boa saúde, pesar acima de 50 kg, não ter ingerido bebida alcoólica ou praticado atividade física intensa nas últimas 24 horas, ter idade entre 16 e 67 anos (candidatos com idade entre 16 e 17 anos devem ter consentimento formal do responsável legal), além de apresentar documento oficial com foto e estar bem alimentado.

Contato no Facebook: https://www.facebook.com/aliancabiblicauniversitaria.cariri

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Pastor abriga venezuelanos durante protesto em Pacaraima

"Foram 63 pessoas que acolhemos ao todo. A compaixão venceu o medo", afirmou.

por Cris Beloni

Resultado de imagem para foto pastor com venezuelanos

Um grupo de brasileiros cristãos mudou a vida de 63 refugiados venezuelanos, entre eles 16 crianças. A casa de um pastor e sua esposa ficou cheia. Missionários ligados à mesma igreja também abriram as portas de suas casas para abrigá-los.
Depois do confronto entre brasileiros e venezuelanos, em Pacaraima (RR), no último dia 18, muitos venezuelanos deixaram a cidade. Outros, porém, foram acolhidos por uma família cristã, representada pelo pastor Gedeão e sua esposa Sandra Vasconcelos.
Na manhã daquele sábado, o casal percebeu a agitação da cidade. Eles ouviram o som de fogos de artifício, mas pensaram se tratar de alguma inauguração. Em pouco tempo, souberam que havia um protesto de moradores.
“Disseram que a manifestação não estava mais pacífica, que estavam expulsando venezuelanos, colocando gasolina, queimando tudo”, disse o pastor. Ele disse que ouviu “vamos para o palco” e então se preocupou. “Lá tinham crianças, famílias que nós evangelizávamos e dávamos comida”, revelou.

Motivo da manifestação

Com a presença da Força Nacional, o povo estava aplaudindo a expulsão dos venezuelanos que viviam nas ruas de Pacaraima. A revolta se deu por conta de alguns crimes cometidos pelos refugiados no comércio local.
“Tudo começou numa manifestação pacífica, boa, que tinha que acontecer, mas que acabou sendo muito violenta”, explicou. O pastor conta que muitos tinham sido vítimas de venezuelanos.
“Assim como há brasileiros ruins, bandidos, também têm venezuelanos maus, bandidos, que fizeram coisas más em Pacaraima”, disse. Alguns venezuelanos que estavam no local também comentaram que, em vez de procurar trabalho, alguns preferiram roubar.

Momento do resgate

“Teve uma hora em que não aguentei. Todos choravam. As crianças, a missionária que me ajudava e eu”, relembra Gedeão que um dia foi traficante e hoje é pastor de uma igreja batista.
“Tive que ter forças, pedir a Deus. Tem horas em que a gente não aguenta, é ser humano”, comentou. No local do tumulto, havia um trator que destruiria o palco do Micaraima, que ficava na divisa entre Brasil e Venezuela, antes usado para shows e eventos.
“Conversei com o comandante, perguntei se poderia pegar as crianças que estavam lá embaixo do palco, disse que elas não tinham culpa”, lembra. O comandante permitiu e pediu que ele fosse rápido, já que o povo agia com violência.
Primeiro os brasileiros resgataram as crianças, depois os adultos. Até um cachorro foi salvo. No tumulto, filhos acabaram separados dos pais que corriam para tentar salvar alguns pertences. No período da noite, todos se reencontraram.
“Foi uma correria”, disse o pastor que assume ter sentido medo de também ser alvo dos manifestantes. “Foram 63 pessoas que acolhemos ao todo. A compaixão venceu o medo”, declarou. Com informações Gazeta 
Fonte: Gospel Prime

"Deus Não Está Morto - Uma Luz Na Escuridão": estreia em mais de 260 salas pelo país

Após 2 meses de campanha e divulgação nacional, chega aos cinemas o filme “Deus Não 

Está Morto - Uma Luz Na Escuridão” com circuito confirmado em mais de 260 salas de 

cinemas pelo país. 
 



O filme é o terceiro da sequência e traz uma abordagem atual.  Enquanto, o “Deus Não Está Morto”  (2014) mostra um debate dentro da universidade, o “Deus Não Está Morto 2”  (2016) trouxe uma discussão num local público, neste último, “Deus Não Está Morto - Uma Luz Na Escuridão”(2018) os produtores quiseram mostrar um tema contemporâneo e trabalharam com o papel e relevância da igreja na sociedade.

Os grupos interessados em assistir ao filme nos cinemas, já está valendo a promoção de que acima de 50 pessoas, todos pagam meia-entrada. Alguns exibidores já estão divulgando a promoção diretamente em seus sites, mas o ideal é que entrem em contato diretamente com o cinema desejado. Verificar na bilheteria ou com gerente dos cinemas participantes: Cine Araújo, Cine Lumière, Cineart, Cineflix, Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, Orient Cinemas, UCI, UCI Orient. Quem levar grupos, poste nas redes sociais, informe o cinema, dia e horário que foram e marquem a @360 WayUp e @deusnaoestamortooficial.
É importante que todos assistam ao filme nessa primeira semana de estreia, pois reforça a participação do público e faz com que mais cinemas exibam e mantenham o filme em cartaz. Como o próprio ator, David A. R. White (Pastor Dave), mencionou em entrevista na pré-estreia do filme no Rio de Janeiro: “O primeiro final de semana de estreia é muito importante. É igual quando você vota nas urnas. E quando você faz isso, você diz: 'Eu acredito nisso e quero mais filmes desse gênero'. E nós precisamos disso, desse tipo de mensagem e conteúdo em nossa vida.”
Sobre Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão
 
Um incêndio terrível atinge a Igreja de Saint James, devastando a congregação e o Pastor Dave (David A. R. White), a universidade vizinha usa a tragédia para tentar despejar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o Pastor Dave contra seu amigo de longa data, Thomas Ellsworth (Ted McGinley), o presidente da universidade, envolvendo também a estudante Keaton (Samantha Boscarino), membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã. 

Com informações da 360 WayUp


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