Arqueólogos encontram mais ruínas de Betsaida, cidade onde Jesus viveu

Antiga vila de pescadores é a terra natal dos apóstolos Pedro, André e Felipe

“Doutrina” é o mais importante na decisão de frequentar uma igreja, indica pesquisa

Maioria dos fiéis espera ir a cultos para "entender mais sobre Deus e a Bíblia"

Evangelista e cantora gospel, Rosetta Tharpe influenciou Elvis Presley e Bob Dylan

Conhecida como irmã Rosetta, a cantora se destacou por ter desenvolvido um estilo único de música para a sua época.

Lugar “mais provável” onde Jesus transformou água em vinho é encontrado por arqueólogo

A publicação do seu achado foi feita na revista Biblical Archaeology Review

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

“Turma da Mônica” terá devocional cristão

Editora comemora “oportunidade de evangelismo”
por Cris Belon

Devocional Turma da Mônica. (Foto: Salvi Cruz)

A parceria entre a Maurício de Souza Produções e a Editora 100% Cristão resultou no lançamento do Devocional Turma da Mônica. A novidade foi lançada oficialmente na 25ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo, durante a mesa redonda com o tema “Turma da Mônica e a Tolerância Religiosa”.
O roteiro com 13 devocionais exclusivos foi elaborado pelo pastor Richarde Guerra, da Igreja Batista da Lagoinha, com ilustração do próprio Maurício de Souza. Os devocionais são acompanhados de atividades, oração e desafio, além de páginas adicionais de reflexão.
“A maravilhosa graça de Deus se manifesta multiformemente. Nas ações, nos gestos, na música, nas artes, e agora também através da Turma da Mônica”, disse o pastor Márcio Valadão.
“Em um diálogo como este, temos que focar na fé e não na interpretação da fé, ou seja, na Bíblia e não nas doutrinas, porque elas são elementos de tensão”, disse Richarde Guerra que também é mestre em teologia e autor da série de ficção cristã “Eclesiástico Mangá”.
“Nós defendemos a nossa fé cristã, e valores como a solidariedade e o amor comunicam essa verdade a todas as pessoas”, ele concluiu.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Descoberta arqueológica comprova que Jerusalém foi destruída pelos Babilônios, há 2.600 anos



“Cada vez que um buraco é cavado no Oriente, um ateu se converte no Ocidente”, diz o ditado popular comum entre os apologistas cristãos, referindo-se ao grande número de evidências e provas que a arqueologia bíblica revela, confirmando os fatos narrados pela Bíblia, tanto no Antigo Testamento quanto no novo.
Outra grande descoberta arqueológica que veio à tona esta semana vem para confirmar, mais uma vez, a inerrância das Escrituras Sagradas, ao revelar ruínas da época em que Jerusalém foi destruída pelos Babilônios em 587 a.C, cerca de 2.600 anos atrás.
O achado ocorreu no sítio arqueológico da Cidade de Davi, localizado no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém, capital de Israel.  Vários artefatos raros foram encontrados, desde pedaços de cerâmica, escamas de peixe e ossos, até jarros de armazenamento com selos de uma roseta.
“Esses selos são característicos do final do período do Primeiro Templo e foram usados ​​pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia da Judéia”, disse Ortal Chalaf e Joe Uziel, diretores de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel.
O selo é uma forma autenticar a origem dos objetos, semelhante aos utilizados em cartas por centenas de anos. Através dele, os arqueólogos também puderam saber qual o Governo da época em que os jarros pertenciam, o que aponta para a descrição de Jeremias 39 e 52.
“Classificar esses objetos facilitava o controle, a supervisão, a coleta, a comercialização e o armazenamento”, explicaram os diretores israelenses, segundo informações da Fox News.
Ortal Chalaf e Joe Uziel destacaram outro importante artefato, uma estátua feminina de marfim com um corte de cabelo no estilo egípcio. “Essas descobertas da escavação mostram que Jerusalém se estendia além do limite estabelecido pelos muros da cidade antes da sua destruição”.
“Ao longo da Idade do Ferro, Jerusalém passou por um crescimento constante, expressado tanto na construção das diversas muralhas da cidade quanto no fato de a cidade se expandir mais tarde”, disseram eles.
A descoberta também possui um forte impacto político atual, visto que confirma a posse do território que atualmente os palestinos reivindicam como herança, quando na realidade desde àquela época pertence aos judeus.
“As escavações realizadas no passado na área do Bairro Judeu mostraram como o crescimento da população no final do século 8 a.C. posteriormente resultou na anexação da área ocidental de Jerusalém”, concluem os diretores.
O vídeo abaixo mostra o local da descoberta e algumas imagens dos artefatos:



Fonte: Gospel Mais

terça-feira, 14 de agosto de 2018

“Deus não está morto 3” alerta que a igreja precisa ser “luz na escuridão”

Depois do incêndio que destrói templo, uma chama de esperança se acende
por Cris Beloni


Com estreia prevista para o dia 30 de setembro no Brasil, o filme “Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão” promete ser mais um alerta para os cristãos. O novo lançamento da California Filmes, em parceria com a 360 Way Up vai contar a história de uma igreja destruída e de um pastor que luta para resgatá-la.
A trama mostra que uma pequena “chama” pode iluminar o caminho para a cura e a esperança. O personagem Dave (David A. R. White), um evangelista, se vê diante de um incêndio que devasta o prédio onde ele administrava a igreja de Saint James há anos.
O terreno que fazia parte de uma universidade estatal passa a ser motivo de embate. Os diretores da Hadleigh University questionam a presença do evangelista e de sua igreja no campus e usam a tragédia para tirá-lo dali. Rapidamente, a batalha se estende pela comunidade local.
Entre as cenas que ilustram os momentos difíceis, a fragilidade humana e a força que se deve buscar em Deus, há também momentos de reflexão quando alguns personagens questionam sua fé.
Além de David A. R White (Deus não está Morto 2), estão os atores John Corbett (Casamento Grego), Shane Harper (Deus não está Morto) e Jennifer Taylor (Two and a Half Man). Com participação especial da lenda gospel Dra. Cissy Houston (mãe de Whitney Houston), e da ganhadora do Oscar Tatum O´Neal (Lua de Papel).
O tão aguardado filme tem roteiro e direção de Michael Mason e é uma sequência de sucesso dos outros dois filmes lançados no país “Deus não Está Morto 1 e 2”, que foram assistidos por mais de 10 milhões de pessoas em todo o mundo.
Assista ao trailer!

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Arqueólogos encontram ruínas de igreja em Armagedom

Antiga prisão de Armagedon será transferida para outro local e abrirá espaço para novas descobertas

por Cris Beloni



O fim de “Armagedon” está próximo. Pelo menos para a antiga prisão israelense que fica perto das ruínas de Megido. Depois de vários anos de atraso e muita burocracia, a prisão será transferida e o local será liberado para futuras escavações arqueológicas, previstas para 2021.
Entre os detentos de Armagedon estão militantes do Hamas e membros adeptos ao movimento da “jihad islâmica”. O nome da prisão pode ter sido um erro de tradução da palavra hebraica Har Meggido. O correto seria Monte Megido. Mas é assim que o local ficou conhecido desde então.
Estes nomes chamam a atenção dos cristãos pelos seus significados bíblicos. A palavra “Armagedon” é interpretada como o lugar onde acontecerá a batalha final entre o bem e o mal. E “Megido” é a localização geográfica dessa batalha.

Descobertas Arqueológicas

Em 2005, arqueólogos israelenses encontraram na prisão de Armagedon evidências de que ali existiu uma igreja que pode ter funcionado entre os séculos III e IV, provavelmente numa época em que os romanos perseguiam os cristãos. Onde parece ter sido uma sala de orações, havia um mosaico com a inscrição “Deus Jesus Cristo”.
O local que os arqueólogos passaram a chamar de “Grande Megido” foi escavado durante 18 meses e alguns artefatos foram encontrados. “Ficamos animados por um minuto, mas depois percebemos que há uma prisão de segurança máxima ali, então não poderíamos avançar com nossos planos”, disse Matthew Adams, diretor do W.F. Albright Institute of Archaeological Research.
Ele explica que agora que o governo decidiu mudar a prisão de local, será possível explorar a área para novas descobertas. As autoridades turísticas israelenses estão planejando um complexo no local para combinar arqueologia e turismo, visando o público cristão. Eles esperam atrair 300 mil visitantes ao ano, quase o dobro do número atual. Com informações Christian Today
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Nova pesquisa revela os hábitos de leitura bíblica dos cristãos


O leitor médio da Bíblia passou 24 dos últimos 30 dias lendo as Escrituras no início da manhã, leu o Velho Testamento com muito menos frequência do que o Novo Testamento, e achou os livros proféticos do Antigo Testamento os mais difíceis de entender.
Isso é o que diz uma nova pesquisa com 6.000 leitores da Bíblia, realizada pela editora cristã de livros Crossway, que examinou os hábitos de leitura da Bíblia daqueles que leem as Escrituras regularmente. 
Entre as descobertas estão:
  • De manhã cedo é a hora mais popular do dia para ler a Bíblia. Os leitores da Bíblia gastaram, em média, 24 dias dos últimos 30, lendo as Escrituras no início da manhã. O segundo horário mais popular foi o final da manhã (21,59 dias) e o terceiro horário mais popular no início da tarde (20,75 dias). Tarde da noite (19,02 dias) foi o tempo menos popular.
  • “As mulheres são mais propensas do que os homens a registrar e usar recursos devocionais” durante a leitura das Escrituras. Os homens usam comentários com mais frequência do que as mulheres.
  • Os livros proféticos do Antigo Testamento (Isaías-Malaquias) são a parte da Escritura mais difícil de entender.
  • Naum é o livro com menor probabilidade de ter sido lido no último mês. Mateus e Salmos são os livros que provavelmente foram lidos durante esse tempo.
  • É muito menos provável que o Antigo Testamento tenha sido lido no mês passado do que o Novo Testamento. Gênesis, Salmos, Provérbios e Isaías são os livros do Antigo Testamento que provavelmente foram lidos.
  • Os livros de Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos e Romanos são os livros mais populares para ler no Novo Testamento.
A pesquisa ainda revelou que as maiores barreiras para a leitura da Bíblia, são: 1) não ter tempo suficiente, 2) falta de motivação e disciplina, 3) sentir-se intimidado e 4) lutar para aplicar a Bíblia à vida cotidiana. 
A pesquisa foi realizada em janeiro.
Fonte: Christian Headline
Retirado do Site Folha Gospel

‘Em Nome de Quem?’: jornalista lança livro sobre “projeto de poder” da bancada evangélica


O grupo de parlamentares identificado pela imprensa como “bancada evangélica” forma uma força de atuação que atrai muitos olhares e questionamentos. Em 2018, a jornalista Andrea Dip aprofundou uma reportagem que havia produzido em 2015 e a transformou em livro, expondo os políticos desse grupo a partir de um olhar crítico.
O livro Em Nome de Quem? é uma versão estendida da reportagem Os Pastores do Congresso, publicada em outubro de 2015 pelo portal A Pública, meses antes da conclusão do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Agora, com o texto da reportagem atualizado e transformado em livro, Andrea Dip concedeu uma entrevista ao portal Metrópoles fornecendo pinceladas do que é possível encontrar em sua obra jornalística, e destacando que a proposta não é atacar os evangélicos (meio onde foi criada), mas apresentar a atuação dos políticos eleitos por esse segmento.
Confira a entrevista na íntegra:
Você transformou uma reportagem em livro. O que precisou atualizar?
Basicamente tudo! Quando escrevi a matéria, em 2015, o Cunha ainda era presidente da Câmara. Tive de contar um pouco sobre o desempenho dos evangélicos no impeachment, o papel do próprio Cunha – uma peça central – e depois o que aconteceu com ele. Falei ainda do Temer e de como os parlamentares evangélicos se comportaram durante a deposição de Dilma e nesse governo. Refiz todas as pesquisas, usei algumas coisas do original, coloquei alguns trechos de outras conversas.
Entre o tempo da matéria e a publicação do livro, você sentiu alguma mudança significativa no poder da bancada evangélica?
A bancada evangélica votou quase que totalmente a favor do impeachment e quase em unanimidade para não levar adiante os processos contra o Temer. Eles sempre se colocaram contra as investigações sobre o presidente. Na época do impeachment, o próprio Silas Malafaia gravou vídeos ameaçando deputados que se posicionassem contrários à deposição da petista. Isso foi bem forte, essa cobrança dos parlamentares por parte de lideranças de igrejas. O Temer recebeu vários líderes da religião na posse e se aproximou espertamente deles para manter a bancada ao seu lado.
O Cunha foi um expoente?
Ele trouxe muita coragem para a bancada. Quando era presidente da Câmara, se posicionava muito como o deputado evangélico, participava de cultos no Congresso, desenterrou projetos de lei e pautas reacionárias. Trouxe muita visibilidade para a bancada. Com a prisão dele, teve uma mudança de comportamento: os parlamentares passaram de aguerridos e barulhentos para uma posição mais silenciosa. Não perderam força ou pararam de atuar, mas tornaram-se menos midiáticos. Quando fui para a segunda rodada de entrevistas, pensando no livro, ficou muito difícil falar com eles.
Você dedicou o livro aos seus pais. Como foi fazer essa apuração tendo sido criada num contexto evangélico?
Quando comecei a reportagem para a Pública, a ideia de pauta surgiu numa reunião, nem foi sugestão minha. Ter tido um contato com esse meio tornou tudo mais fácil, porque nada ali era muito estranho para mim. Sei como os rituais funcionam, como cada denominação se articula, como se desenvolve o raciocínio da religião. Isso me ajudou muito. Meus pais, como digo no livro, foram para mim um contraponto a tudo que eu via acontecendo na igreja, pois eles eram evangélicos e se moviam a partir de um amor e de uma compaixão muito reais. Isso me deu uma noção: é possível estar dentro dessas instituições e fazer algo diferente dos poderosos.
Como você acha que a população evangélica se beneficia da leitura do seu livro?
Meu livro fala sobre um projeto de poder dos políticos evangélicos. Embora eleita pela população, a bancada não representa a comunidade evangélica em sua totalidade. Existe autonomia de pensamento dentro da religião, inclusive temos uma frente de resistência que tem se levantado contra as diretrizes dos parlamentares. Os fiéis precisam ler o livro e entender se quem está no poder de fato os representa. Eles não são ilibados, a maioria tem processos correndo no Supremo Tribunal Federal (STF).
Qual a sua expectativa, nesse contexto, para a eleição de 2018?
Eu sinceramente não sei o que esperar dessas eleições. Não consigo prever nada. Acho muito importante conhecer bem os candidatos. No caso dos evangélicos, não se pode aceitar acriticamente as indicações feitas por pastores e superiores. É preciso saber da vida dos candidatos, se são de fato pessoas honestas. Temos que entender a trajetória política de cada um, porque existem muitos interesses em jogo.
Fonte: Gospel Mais

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Kleber Lucas reclama de “intolerância religiosa” dos cristãos

Pastor lamenta comentários nas redes sociais que diziam que ele "merecia morrer"

por Cris Beloni



“Quando você está com fome na favela e chega comida, você não pergunta se veio da igreja evangélica ou do terreiro de macumba”, explica o cantor e pastor Kleber Lucas. Ele mantém vivo na memória os dias difíceis da infância, quando convivia lado a lado com os praticantes de religião afro sem se importar com a religião deles.
Ali “aprendi a ser tolerante”, contou ele em entrevista à revista Veja. Com carreira gospel consagrada e liderando a Igreja Batista Soul, no Rio de Janeiro, Kleber se envolveu na reconstrução de um terreiro de candomblé. A casa de culto fica na Baixada Fluminense e foi incendiada num ato de intolerância religiosa.
Ele explicou que uma igreja luterana decidiu levantar uma oferta e ele ajudou. O montante de 12 mil reais foi levado em mãos e entregue no local. O pastor se justifica: “Isso tá em harmonia com a mensagem do Cristo que é uma mensagem de amor, não é essa mensagem de ódio”.
Durante o evento, em novembro de 2017, ele foi filmado cantando a música “Maria Maria”, de Milton Nascimento, ao lado de líderes de diferentes religiões em uma reunião ecumênica. As imagens tiveram grande repercussão.
Para ele, “foi uma manhã linda, um momento agradabilíssimo” e “estava todo mundo na mesma causa”, mas admite que isso teve grandes consequências para seu ministério. Na ocasião, ele afirmou que a teologia brasileira é “racista”.
“De 25 anos de caminhada cristã no Brasil, deixei de ser um líder, um pastor e um cantor de relevância…  e passei a ser ‘crente safado’ e ‘amigo de comunista’ que merece morrer”, desabafou. Através das redes sociais ele recebeu muitas críticas e, depois do ocorrido, viu diminuir muito os convites para shows e as execuções nas rádios gospel.
Mesmo assim, ele não mudou de ideia, insistindo que “não tem medo de gente que levanta a bandeira do ódio”. “Eu não vou me calar”, desafia.
Encerrou dizendo que conhece “muitos líderes religiosos e pastores que acreditam nessa linguagem de tolerância, de amor e de respeito” e que a lição é simples: “Você não precisa acreditar igual para conviver”.
Assista!
Fonte: Gospel Prime
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